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“O professor não alfabetiza uma criança sozinho”
As disputas sobre a melhor maneira de alfabetizar já duram algumas décadas no Brasil. Não é de hoje que um método é posto em cheque, como o caso de Paulo Freire na atual gestão do Ministério da Educação (MEC). De um lado, há quem defenda o foco no ensino das relações entre os sons e as letras. Do outro, estão os partidários de uma abordagem que parta do uso de textos reais para fazer com que as próprias crianças desenvolvam o seu conhecimento sobre a escrita.
Debatendo suas experiências em sala de aula no 3º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação, em São Paulo, as professoras Ticiane Maria de Souza, especialista em Gestão Escolar e docente da Rede Municipal de Sobral, no Ceará, e Mirlene Barcelos, do Núcleo de Alfabetização e Letramento, um projeto da Secretaria de Educação da prefeitura Municipal de Lagoa Santa, concordam que a principal discussão não é o método ideal de alfabetização a ser aplicado, mas, sim, como englobar todos os alunos nesse processo.
“A preocupação é fazer com que os alunos aprendam de forma lúdica, porque brincando também se aprende, e assim conseguimos atingir a todos”, explica Mirlene. A professora participa de projetos adequados à Base Comum Curricular (BNCC) em que alunos do Ensino Fundamental retomam conteúdos por meio de jogos. É o caso do Alfalendo, em que as crianças expõem trabalhos literários que o professor desenvolve em sala de aula, de leituras escolhidas por elas. Há ainda o Soletrando, em que diferentes escolas da rede competem entre si pelos maiores acertos em Língua Portuguesa.
Essas experiências lúdicas nas escolas da cidade trazem resultados animadores para a aprendizagem. O Ideb 2017 nos anos iniciais da rede pública de Lagoa Santa atingiu a meta, cresceu e alcançou a nota 6,5, acima da média dos municípios do país, que foi 5,8.
Para que os bons trabalhos continuem, a professora de Sobral, Ticiane de Souza, vê como imprescindível que as decisões em Educação sejam tomadas em rede. “O professor não alfabetiza sozinho, ele precisa de apoio da gestão da escola e da secretaria de sua rede de ensino”, defende. Nas escolas da cidade do Ceará, os professores fazem a escuta individual dos alunos, diagnosticando o que a criança ainda precisa aprender e como o professor e a coordenação podem intervir, além de visitar as famílias e compartilhar com elas essas avaliações.
A rede também foca na leitura como gancho para a Alfabetização e o envolvimento subjetivo e familiar dos alunos. “Os pais participam de contação de histórias na escola, os professores fazem cafés e cirandas da leitura, descobrindo o que desperta a curiosidade das crianças”. Essa atuação coletiva faz da cidade o destaque nacional em Educação. Sobral atingiu resultados acima da meta estipulada desde a criação do Ideb, em 2007. De lá para cá, o município cearense se manteve em curva crescente e no Ideb 2017 conseguiu a nota 9,1, quando a meta estabelecida para o ano era 5,6.
“O método de Alfabetização bom é aquele que o professor conhece, é uma mistura de estratégias diferentes, é o desafio de cativar os alunos, sem deixar ninguém para trás”, afirma Mirlene Barcelos. Segundo a professora, para replicar boas experiências, é preciso dar autonomia ao professor para trabalhar com a sua turma. De acordo com ela, ainda é necessário aproveitar a idade certa da Alfabetização. “Dos 4 aos 6 anos, as crianças aprendem muito”, diz. “Usar essa facilidade a favor do letramento é ideal”.
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18211/o-professor-nao-alfabetiza-uma-crianca-sozinho
Jacques Le Goff destaca no prefácio de Apologia do Historiador de Marc Bloch: “O subtítulo definitivo, O ofício do historiador, que substituirá pertinentemente o primeiro subtítulo, ressalta outra preocupação de Marc Bloch: definir o historiador como um homem de ofício, investigar suas práticas de trabalho e seus objetivos científicos e, como veremos, inclusive para além da própria ciência. O que o título não diz, mas o texto sim, é que Marc Bloch não se contenta em definir a História e o ofício do historiador, mas quer também assinalar o que deve ser a história e como deve trabalhar o historiador”.
BLOCH, Marc. Apologia da História ou ofício do historiador; prefácio, Jacques Le Goff, apresentação à edição brasileira, Lilia Moritz Schwarcz, tradução André Telles. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
São aspectos presentes na obra de Marc Bloch, exceto:
Avaliação nutricional é composta por métodos diretos e indiretos, os métodos diretos são subdivididos em os objetivos e subjetivos a aplicação destes métodos tem como objetivo identificar as alterações nutricionais. A utilização de um método de forma isolada não consegue diagnosticar o estado nutricional de um indivíduo sendo necessário a associação de vários métodos, uma vez que o diagnóstico se torna mais completo possibilitando uma intervenção dietoterápica de forma a auxiliar a recuperação ou manutenção do estado nutricional.
Sobre os métodos utilizados para compor a avaliação nutricional assinale a alternativa correta:
Marque abaixo a questão que corresponde a ASSERTIVA sobre a Tecnologia Assistiva :
Disponível em: http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html
O rio Marapanim tem diversos afluentes. Qual o maior e mais importante afluente do rio Marapanim que está situado a nordeste do Município de Magalhães Barata?