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457941201817672
Ano: 2022Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Sintaxe
Texto associado

TEXTO 2


A LINGUAGEM DAS ÁRVORES

    Segundo o dicionário, fala é a "faculdade que tem o homem de expressar verbalmente suas ideias, emoções e experiências": Visto dessa forma, apenas os humanos podem falar, pois esse conceito se limita à nossa espécie. No entanto, não seria interessante descobrir que as árvores também podem se expressar? Claro que elas não produzem sons, por isso não há nada que possam escutar. Os galhos rangem e estalam ao entrar em atrito uns com os outros, e as folhas farfalham, mas esses sons são causados pelo vento, não dependem de ações delas. Acontece que as árvores marcam sua presença de outra forma: por meio dos odores que exalam.

     Isso não é novidade para nós, seres humanos; afinal, usamos desodorantes e perfumes. E, mesmo que não usássemos, nosso odor transmite informações ao consciente e ao inconsciente de outras pessoas. Algumas parecem simplesmente não ter cheiro algum, enquanto outras usam o odor para atrair. Segundo a ciência, os feromônios do suor são fundamentais até para decidirmos quem será nosso parceiro, ou seja, com quem queremos ter filhos. Dessa forma, temos uma linguagem aromática secreta, que as árvores demonstraram também ter.

      Há cerca de 40 anos cientistas notaram algo interessante na savana da África. As girafas comem a folhagem da Acaciatortilis, uma espécie de acácia que não gosta nem um pouco disso. Para se livrar dos herbívoros, poucos minutos depois de as girafas aparecerem as acácias bombeiam toxinas para as folhas. As girafas sabem disso e partem para as árvores próximas. Mas não tão próximas: primeiro elas pulam vários exemplares e só voltam a comer depois de uns 100 metros. O motivo é surpreendente: as acácias atacadas exalam um gás de alerta (no caso, etileno) que sinaliza às outras ao redor que surgiu um perigo. Com isso, todos os indivíduos alertados se preparam de antemão e também liberam toxinas. As girafas conhecem a tática e por isso avançam savana adentro até encontrarem árvores desavisadas. Ou então trabalham contra o vento, já que é ele que carrega a mensagem aromática, buscando acácias que ainda não detectaram sua presença.  

      Isso também acontece em outras florestas. Sejam faias, abetos ou carvalhos, as árvores percebem os ataques sofridos. Dessa forma, quando uma lagarta morde com vontade, o tecido da folha danificada se altera e ela envia sinais elétricos, da mesma forma que acontece com o corpo humano. No entanto, esse impulso não se espalha em milissegundos, como no nosso caso, mas a apenas 1 centímetro por minuto. Por isso demora até uma hora para que a substância defensiva chegue às folhas e acabe com a refeição da praga. As árvores não são rápidas, e mesmo em perigo essa parece ser sua velocidade máxima.

       Apesar do ritmo lento, as partes individuais do corpo de uma árvore não funcionam isoladamente. Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação se espalhará pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas. Essa capacidade de produzir diferentes substâncias é outra característica das árvores que as ajuda a identificar quem está atacando.

      A saliva de cada espécie de inseto é única e pode ser tão bem classificada que as árvores são capazes de emitir substâncias que atraem predadores específicos desses insetos, que atacarão a praga e em consequência ajudarão as árvores. Os olmos e pinheiros, por exemplo, apelam a pequenas vespas que depositam seus ovos no corpo das lagartas que comem folhas. A larva da vespa se desenvolve no interior da praga, que é devorada pouco a pouco, de dentro para fora. Assim as árvores se livram de pragas inconvenientes e podem continuar crescendo livremente. A capacidade de identificar a saliva das pragas comprova outra habilidade das árvores: elas também devem ter uma espécie de paladar. [ ... ]

Fonte: Peter Wohlleben. A vida secreta das árvores (trad. de Petê Rissatti). Rio de Janeiro: Sextante, 2017. (Texto adaptado)

Assinale a opção em que o termo sublinhado denota uma noção de inclusão.
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2

457941201809415
Ano: 2017Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: Administração: Conceitos EssenciaisTemas: Liderança e Motivação | Gestão Estratégica
Pode-se afirmar que comandar é:
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3

457941200275376
Ano: 2023Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: História do Brasil
De acordo com Vidigal (2000), as experiências para dotar os navios com a propulsão a vapor vinham sendo feitas desde os últimos anos do século XVIII, mas as primeiras embarcações práticas a usar o vapor apareceram somente no início do século XIX. Além disso, as Marinhas de todo o mundo, principalmente a da Inglaterra, opunham-se à construção de navios de guerra a vapor, só aceitando esse tipo de propulsão para as pequenas embarcações auxiliares, como rebocadores, dragas etc. Ê correto afirmar que uma causa para essa oposição foi:
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4

457941200003152
Ano: 2019Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: Legislação FederalTemas: Estratégia Nacional de Defesa (Decreto 6.703/2008)
Uma das diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa é Organizar as Forças Armadas sob a égide do trinômio
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5

457941201740905
Ano: 2017Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado
"Em apenas uma geração, o estado de exaltação diante do inebriante ganho de tempo e expansão de conhecimento proporcionado pela era digital começa a ser mitigado por quem se sente sufocado ou distraído peias demandas ininterruptas da conectividade. Segundo pesquisa recente, quem envereda pela pantagruélica massa de páginas da internet, dedica, em média, não mais de dez segundos a cada uma que acessa." (Dorrit Harazim)
Assinale a opção que sintetiza a ideia principal do texto.
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6

457941201047882
Ano: 2017Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Gastroenterologia Clínica
São sinais prognósticos de pancreatite biliar (Sinais de Ranson):
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7

457941201444175
Ano: 2023Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: História do Brasil | Segundo Reinado (1831-1889)
Dom Pedro I, em 7 de abril de 1831, abdicou de seu trono em favor de seu filho Dom Pedro de Alcântara. Tal acontecimento deu inicio ao período conhecido como Regencial, marcado por profunda crise política e diversos conflitos internos. Acerca destes, correlacione os conflitos às suas descrições e assinale a opção correta.

CONFLITOS
I- Cabanagem
lI- Guerra dos Farrapos
IlI- Balaiada
IV- Sabinada
V- Revolta Praieira


 DESCRIÇÕES
( ) A agitação foi debelada através da cooperação entre o Capitão-Tenente Joaquim Marques Lisboa (futuro Marquês de Tamandaré) e o Coronel Luís Alves de Lima e Silva (futuro Duque de Caxias).

( ) Primeira sublevação do período regencial e se estendeu até 1840.

( ) Foi combatida pela Marinha Imperial com um bloqueio da província e o combate a uma diminuta Força Naval montada pelos rebeldes com navios apresados.

( ) O Visconde de lnhaúma foi o comandante da Força Naval do Império que combateu os rebeldes.

( ) Neste conflito a Marinha Brasileira empregou, pela primeira vez em operações de guerra, um navio a vapor. 
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8

457941201356718
Ano: 2016Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Primeira Guerra Mundial | História Mundial
Assinale a opção que apresenta a composição correta dos blocos militares formados antes da Primeira Guerra Mundial.
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9

457941201917982
Ano: 2023Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: Legislação FederalTemas: Lei n° 9.519/1997 - Reestruturação dos Corpos e Quadros da Marinha
Com base nas Tradições Navais, assinale a opção que completa corretamente as lacunas do texto abaixo:

"Os navios são divididos em quatro classes e comandados por militares de Posto de antiguidade correspondente. Os Rebocadores de Alto Mar, por exemplo, são comandados por ____________ , militar comumente chamado de ___________________ . Já os submarinos têm como titular um _________ ,chamado de ___________ ."
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10

457941200421458
Ano: 2022Banca: MarinhaOrganização: Comando do 1º Distrito NavalDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pronomes Pessoais do Caso Oblíquo | Morfologia dos Pronomes
Texto associado

TEXTO 2


A LINGUAGEM DAS ÁRVORES

    Segundo o dicionário, fala é a "faculdade que tem o homem de expressar verbalmente suas ideias, emoções e experiências": Visto dessa forma, apenas os humanos podem falar, pois esse conceito se limita à nossa espécie. No entanto, não seria interessante descobrir que as árvores também podem se expressar? Claro que elas não produzem sons, por isso não há nada que possam escutar. Os galhos rangem e estalam ao entrar em atrito uns com os outros, e as folhas farfalham, mas esses sons são causados pelo vento, não dependem de ações delas. Acontece que as árvores marcam sua presença de outra forma: por meio dos odores que exalam.

     Isso não é novidade para nós, seres humanos; afinal, usamos desodorantes e perfumes. E, mesmo que não usássemos, nosso odor transmite informações ao consciente e ao inconsciente de outras pessoas. Algumas parecem simplesmente não ter cheiro algum, enquanto outras usam o odor para atrair. Segundo a ciência, os feromônios do suor são fundamentais até para decidirmos quem será nosso parceiro, ou seja, com quem queremos ter filhos. Dessa forma, temos uma linguagem aromática secreta, que as árvores demonstraram também ter.

      Há cerca de 40 anos cientistas notaram algo interessante na savana da África. As girafas comem a folhagem da Acaciatortilis, uma espécie de acácia que não gosta nem um pouco disso. Para se livrar dos herbívoros, poucos minutos depois de as girafas aparecerem as acácias bombeiam toxinas para as folhas. As girafas sabem disso e partem para as árvores próximas. Mas não tão próximas: primeiro elas pulam vários exemplares e só voltam a comer depois de uns 100 metros. O motivo é surpreendente: as acácias atacadas exalam um gás de alerta (no caso, etileno) que sinaliza às outras ao redor que surgiu um perigo. Com isso, todos os indivíduos alertados se preparam de antemão e também liberam toxinas. As girafas conhecem a tática e por isso avançam savana adentro até encontrarem árvores desavisadas. Ou então trabalham contra o vento, já que é ele que carrega a mensagem aromática, buscando acácias que ainda não detectaram sua presença.  

      Isso também acontece em outras florestas. Sejam faias, abetos ou carvalhos, as árvores percebem os ataques sofridos. Dessa forma, quando uma lagarta morde com vontade, o tecido da folha danificada se altera e ela envia sinais elétricos, da mesma forma que acontece com o corpo humano. No entanto, esse impulso não se espalha em milissegundos, como no nosso caso, mas a apenas 1 centímetro por minuto. Por isso demora até uma hora para que a substância defensiva chegue às folhas e acabe com a refeição da praga. As árvores não são rápidas, e mesmo em perigo essa parece ser sua velocidade máxima.

       Apesar do ritmo lento, as partes individuais do corpo de uma árvore não funcionam isoladamente. Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação se espalhará pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas. Essa capacidade de produzir diferentes substâncias é outra característica das árvores que as ajuda a identificar quem está atacando.

      A saliva de cada espécie de inseto é única e pode ser tão bem classificada que as árvores são capazes de emitir substâncias que atraem predadores específicos desses insetos, que atacarão a praga e em consequência ajudarão as árvores. Os olmos e pinheiros, por exemplo, apelam a pequenas vespas que depositam seus ovos no corpo das lagartas que comem folhas. A larva da vespa se desenvolve no interior da praga, que é devorada pouco a pouco, de dentro para fora. Assim as árvores se livram de pragas inconvenientes e podem continuar crescendo livremente. A capacidade de identificar a saliva das pragas comprova outra habilidade das árvores: elas também devem ter uma espécie de paladar. [ ... ]

Fonte: Peter Wohlleben. A vida secreta das árvores (trad. de Petê Rissatti). Rio de Janeiro: Sextante, 2017. (Texto adaptado)

Observe o trecho:

"Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação se espalhará pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas." (§5)

Assinale a opção que apresenta outra possibilidade de colocação do pronome oblíquo destacado no trecho, segundo as normas gramaticais vigentes.
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