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1 Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm Acesso em 22/05/2022
2 Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/Educacao/article/view/6614 Acesso em 22/05/2022.
3 Disponível em https://www.facebook.com/surdalidades/photos/a.354534317912494/966689483363638/?type=3&theater. Acesso em 22/05/2022
4 NAKAGAWA, Hugo Eiji Ibanhes. Culturas surdas: o que se vê, o que se ouve. Dissertação de Mestrado em Cultura e Comunicação. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 26 (FLUL) e a Universidade de Lisboa (UL), 2012 Disponível em https://docplayer.com.br/10240491-Culturas-surdas-o-que-se-ve-oque-se-ouve.htmlAcesso em: 22/05/2022
5 LOPES,M.C. Surdez e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
6 Decreto Nº 5.626. Regu lamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS , e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diá rio Oficial da União em 22/12/2005.
7 PERLIN, G. T. T. Identidades surdas. In SKLIAR, Carlos (org) A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2005
8 Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/veja-os-premiados-do-oscar-2022/ Acesso em 23/05/2022
“E, páginas adiante, o padre se portou ainda mais
excelentemente, porque era mesmo uma brava criatura.
Tanto assim, que, na despedida, insistiu:
– Reze e trabalhe, fazendo de conta que esta vida é um
dia de capina com sol quente, que às vezes custa muito
a passar, mas sempre passa. E você ainda pode ter
muito pedaço bom de alegria... Cada um tem a sua
hora e a sua vez: você há de ter a sua.” [p. 356]
[...]
“Quando ficou bom para andar, escorando-se nas
muletas que o preto fabricara, já tinha os seus planos,
menos maus, cujo ponto de início consistia em ir para
longe, para o sitiozinho perdido no sertão mais longínquo
[...] que era agora a única coisa que possuía de seu.
Antes de partir, teve com o padre uma derradeira
conversa, muito edificante e vasta. E, junto com o casal
de pretos samaritanos, que, ao hábito de se desvelarem,
agora não o podiam deixar nem por nada, pegou chão,
sem paixão.
Largaram à noite, porque o começo da viagem teria de
ser uma verdadeira escapada. E, ao sair, Nhô Augusto
se ajoelhou, no meio da estrada, abriu os braços em
cruz, e jurou:
– Eu vou p’ra o céu, e vou mesmo, por bem ou por
mal!... E a minha vez a de chegar... P’ra o céu eu vou,
nem que seja a porrete!...
E os negros aplaudiram, e a turminha pegou o passo, a
caminho do sertão.” [p. 357-358]
[...]
“E o povo, enquanto isso, dizia: – ‘Foi Deus quem
mandou esse homem no jumento, por mór de salvar as
famílias da gente!...’” [p. 385]
“Mas Nhô Augusto tinha o rosto radiante, e falou:
– Perguntem quem é aí que algum dia já ouviu falar no
nome de Nhô Augusto Esteves, das Pindaíbas! [...]
Então, Augusto Matraga fechou um pouco os olhos,
com sorriso intenso nos lábios lambuzados de sangue,
e de seu rosto subia um sagaz contentamento. [...]
Depois, morreu.” [p. 386]
(ROSA, João Guimarães. Sagarana. Rio de Janeiro: Record, 1984)
De acordo com o Art. 19 da Lei Complementar 101/2000, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração, não poderá exceder:
Em certa campanha de Marketing, para divulgação de um novo produto, ficou decidido que, na primeira fase, seriam rodados 700.000 panfletos publicitários e para isso ficou definido que seria usada uma gráfica para que fossem confeccionados, no prazo de uma semana (sete dias), esses panfletos. O gerente de produção da gráfica informou que isso só seria possível se fossem disponibilizadas as 3 (três) máquinas mais modernas, de idênticas características e com turno de trabalho direto de 8 horas diárias. Três meses após, para a segunda fase, seriam necessários mais 500.000 panfletos. O gerente de produção informou que, para esse período, apenas 1 (uma) máquina poderia ser disponibilizada devido a compromissos já previstos, porém, seria possível rodar os panfletos desejados somente se fossem cumpridos turnos de 10 horas diretas de trabalho. Quantos dias seriam necessários para rodar os panfletos da segunda fase?