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A avaliação do Terapeuta Ocupacional com o idoso deve abranger vários fatores, olhando o indivíduo como um todo; os aspectos físicos, psíquicos, cognitivos e sociais se relacionam. Também se considera importante a presença de familiares e cuidadores/responsáveis por esse idoso para traçar um perfil de tratamento ideal para suas demandas e com componentes de sua história de vida.
São alguns dos objetivos da Terapia Ocupacional no cuidado com a pessoa idosa:
I. Melhorar ou manter a independência e autonomia pelo maior tempo possível.
II. Otimizar suas habilidades residuais (motoras, perceptivas, cognitivas, psicossociais).
III. Otimizar o suporte familiar.
IV. Resgatar ou aprimorar vínculos sociais.
V. Sugerir adaptações no ambiente.
Estão CORRETAS:
Dois casinhos
O tema da variação linguística, especialmente quando não se trata de casos marcados — bons para preconceitos — é ocasião para interessantes reflexões. É que nela há um cruzamento de fatores de natureza diversa — gramaticais e de posição social dos falantes, pelo menos. Seja pelo cruzamento, seja pela diversidade de fatores, a questão se toma mais complexa. Vale a pena tentar esclarecê-la.
Vejam o que se pôde ler no sisudo Estadão (25 nov. 1999): “Causou constrangimento entre os parlamentares as perguntas da deputada Maria Laura Carneiro à ex-namorada de Fernandinho Beira-Mar, Alda Inês, na CPI do Narcotráfico”.
Se essa construção (com concordância verbal “errada”) ocorresse em conversa ou entrevista, por mais formal que fosse, não causaria espanto. Talvez nem fosse percebida. Aparecendo em texto escrito, e no Estadão, um jornal de linguagem conservadora, fornece elementos para reflexões.
A frase começa com o verbo, eis a questão. Esta estrutura é o fator mais importante para explicar a ausência de concordância (o sujeito é “as perguntas da deputada”). Quem escreveu este texto não escreveria “As perguntas da deputada causou constrangimento”. Mas, invertida a ordem sujeito-verbo, a relação sujeito-predicado se perde para o falante. Para efeito de concordância, importa que não haja nada antes do verbo, ou seja, é como se “causou” fosse um verbo impessoal. Que esteja na dita terceira pessoa do singular não é nem banal nem casual.
Este fenômeno é, de certa forma, o avesso de outro. Ocorrem cada vez mais construções do tipo “A política dessas duas cidades são melhores do que...”, em que o verbo concorda com o nome que está mais próximo (aqui, “duas cidades") e não com seu sujeito (aqui, "a política”). Esta construção é o avesso da outra porque naquela também o verbo concorda com o que está mais próximo: não concorda com nada, já que antes dele não há nada.
Alguns poderiam imaginar que assim se produz confusão de “pensamento”. Pode-se ver facilmente que não. O “pensamento” é claro, ninguém deixa de entender a frase. Há casos em que a forma (a sintaxe) não resolve tudo. Se às vezes a sintaxe não é suficiente para a clareza do que se diz, em outras ela não interfere de forma alguma na compreensão do enunciado, que parece funcionar independentemente da sintaxe.
Talvez o mais importante nessas construções seja a falta de consciência de que se está cometendo um “erro”. É como se esta sintaxe fosse padrão, como se fosse correta, segundo as exigências daquele jornal. Os sociolinguistas ensinam que, quando um “erro” não é mais percebido, então não há mais um “erro”, mas uma nova norma.
Comento brevemente um segundo caso, colhido em coluna do ótimo Tostão (FSP, 28 nov. 1999): “Se o Atlético-MG se iludir de que tem um excepcional time, por causa da vitória sobre o Cruzeiro, e não ter garra e humildade, dança como o Vasco". Para horror de muitos, Tostão não escreveu “tiver”.
Definitivamente, cada vez mais há menos pessoas percebendo que certos verbos deveriam ter um futuro do subjuntivo irregular. O que dizer de sua abolição em penas como as de Tostão?
Pode ser que seja apenas a língua mudando, sem que os falantes percebam.
(POSSENTI, Sírio. Dois casinhos. In :_______portadas línguas. 2. ed.
Curitiba: Criar, 2002. p. 51*53.)
A prática de atividade física faz bem para a mente e o corpo. Os benefícios vão muito além de manter ou perder peso. Entre as vantagens para a saúde estão a redução do risco de hipertensão, doenças cardíacas, acidente vascular cerebral, diabetes, câncer de mama e de cólon, depressão e quedas em geral.
Sobe a prática da atividade física, analise os itens:
I. A atividade física fortalece ossos e músculos, reduz ansiedade e estresse e melhora a disposição e estimula o convívio social.
II. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 300 minutos semanais de atividade física leve ou moderada.
III. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos, 75 minutos de atividade física de maior intensidade por semana (cerca de 10 minutos por dia).
IV. A atividade física fortalece ossos e músculos, reduz ansiedade e estresse e melhora a disposição e estimula o convívio social.
Estão CORRETAS as alternativas:
O judô é um esporte de origem japonesa do século XVII. É considerado uma arte marcial e pode ser praticado tanto por homens quanto mulheres. Não há objetos para essa prática, apenas o uso do próprio corpo.
Sobre o Judô, analise os itens:
I. O nome da vestimenta é judogui e é composto por três peças: Um casaco, de nome wagui, uma calça, de nome shitabaki, e uma faixa, de nome obi.
II. A conquista de pontos, feita ao levar o oponente ao chão e imobilizá-lo, fazendo com que suas costas ou seus ombros permaneçam tocando o tatame durante 10 segundos.
III. A sequência das cores das faixas, em ordem crescente, é: Branca, Cinza, Azul, Amarela Laranja, Verde, Roxa, Marrom e Preta.
IV. Pratica-se o judô em um tatame de forma quadrada, com medidas que variam de 14 a 16 metros.
V. O objetivo da luta é conquistar o ippon, que consiste na imobilização do oponente por 30 segundos.
VI. O ippon também pode ser conquistado de outras formas: o yuko, é considerado um ippon incompleto. Ocorre, por exemplo, quando o lutador imobiliza seu oponente com apenas um ombro no chão. Cada wazari vale meio ponto.
Estão CORRETAS as alternativas:
A cidade é atualmente o epicentro do surto, e estima-se que aproximadamente 150 mil pessoas podem estar em risco de exposição à “Varíola Dos Macacos.”
https://olhardigital.com.br/2022/07/31/medicina-e-saude/nova-york-decreta-estado-de-emergencia-por-causa-da-variola-dos-macacos/
A primeira Cidade que declarou estado de Emergência foi: