Entre os princípios do direito tributário está o da legalidade, que
impede a criação ou o aumento de imposto sem que se faça por
meio de lei. Quanto ao aumento, está submetido a tal princípio o
imposto sobre
Zélia contribuiu para o Regime Geral de Previdência
Social como segurada empregada por cinco anos e quatro meses,
quando então pediu demissão e ficou sem contribuir para o
RGPS por um período de um ano e três meses. A partir daí, Zélia
passou a contribuir como contribuinte individual e permanece
nessa condição há nove meses. Em recente exame médico,
constatou-se um grave problema renal e Zélia terá que se
submeter a uma cirurgia que a incapacitará para o trabalho por
um período de aproximadamente três meses.
Considerando-se essa situação hipotética, é correto afirmar que
Zélia
De acordo com o magistério de Castro & Lazzari, “é
segurado da Previdência Social, nos termos dos art. 12 e
parágrafos da Lei n.º 8.212, de 1991, e dos art. 11 e parágrafos da
Lei n.º 8.213, de 1991, de forma obrigatória, a pessoa física que
exerce atividade remunerada, efetiva ou eventual, de natureza
urbana ou rural, com ou sem vínculo de emprego, a título
precário ou não, bem como aquele que a lei define como tal,
observadas, quando for o caso, as exceções previstas no texto
legal, ou exerceu alguma atividade das mencionadas acima, no
período imediatamente anterior ao chamado ‘período de graça’.
Também é segurado aquele que, sem exercer atividade
remunerada, se filia facultativa e espontaneamente à Previdência
Social, contribuindo para o custeio das prestações sem estar
vinculado obrigatoriamente ao Regime Geral de Previdência
Social – RGPS ou a outro regime previdenciário qualquer (art. 14
da Lei de Custeio e art. 13 da Lei de Benefícios).”
Carlos Alberto Pereira de Castro; João Batista Lazzari.
Manual de direito previdenciário. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2022, p. 157.
Com relação à filiação ao RGPS ou a outro tipo de regime
previdenciário, assinale a opção correta.
Após o falecimento de João da Silva de Castro, 45 anos
de idade, servidor público de cargo efetivo do estado do Pará,
quatro pessoas protocolaram pedido de pensão por morte
alegando serem seus dependentes: Júlia Matos de Castro, 32 anos
de idade, afirmando que é divorciada do servidor há quatro anos
e que recebeu, quando da partilha de bens, um apartamento de
dois quartos, o que, segundo alega, prova dependência
econômica de João da Silva de Castro; Ana Silveira, 28 anos de
idade, que declara ter mantido união estável com o servidor há
três anos, anexando como prova documentos que, segundo ela,
demonstram que havia coabitação com o falecido; Sofia Silveira
de Castro, 14 anos de idade, representada por sua mãe, que
apresentou Certidão de nascimento na qual consta o nome do
servidor como pai; e Maria da Silva de Castro, que juntou
documentos com que prova ser genitora do falecido, declarando
ainda que não possui renda própria e que era mantida pelo
servidor, o qual, segundo alega, pagava o seu aluguel, conforme
documentos apresentados.
Considerando-se a situação hipotética descrita e à luz do Regime
Próprio de Previdência Social dos servidores públicos do estado
do Pará (LC n.º 39/2002), é correto afirmar que a pensão por
morte será concedida
Assinale a opção em que há correta correspondência entre o ato
especificado e o prazo estipulado no Regimento Interno do
Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará
(Ato n.º 23/2020), contado da distribuição dos processos ao
servidor e observadas as prescrições fixadas pelo Plano Anual de
Fiscalização e a natureza do processo.