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Para responder à questão, considere o relato a seguir.
A.F., 65 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de
diabete tipo 2 há cinco anos, em uso de medicação hipotensora, diurético e hipoglicemiantes orais, compareceu à unidade básica de saúde para consulta de enfermagem. Informou
que vinha fazendo uso regular da medicação, seguindo as
orientações alimentares recebidas anteriormente e fazendo
caminhadas de 15 minutos, duas a três vezes por semana.
Ao exame físico, o enfermeiro obteve temperatura = 36,8 ºC;
pulso = 82 batimentos por minuto; respiração = 16 movimentos por minuto; pressão arterial = 132 x 84 mmHg; peso =
81500 g; altura = 170 cm; circunferência abdominal = 92 cm.
Ao exame dos pés de A.F., constatou que as unhas dos halux
estavam quebradiças e havia úlcera em região do 1o
metatarso, medindo 1,2 x 0,8 cm, apresentando tecido de granulação com infecção e presença de exsudato seropurulento,
em quantidade moderada. Durante a consulta, o enfermeiro
calculou o índice de massa corporal de A.F., utilizou o escore
de Framingham para a estratificação de risco cardiovascular,
realizou o curativo na ferida, estabeleceu um plano de cuidados em conjunto com o usuário e realizou as orientações
necessárias.
Mulher, 72 anos, queixa-se de mal-estar geral, dispneia aos grandes esforços, perda de equilíbrio, fraqueza e dormência nas pernas e nos pés. Exame fisico: afebril, discretamente ictérica, hipocorada ++/4+, bulhas rítmicas a 2 tempos sem sopros, ausculta pulmonar normal, abdome indolor, ausência de visceromegalias. Exame neurológico: marcha atáxica, hipoestesia simétrica e paresia distal de MMII com arreflexia profunda. Exames laboratoriais: hematócrito = 28%; hemoglobina= 9,6%; VCM= 112, plaquetas = 98000/mm³, leucócitos= 4000/mm³, bilirrubina total = 3,2 mg/L, bilirrubina indireta = 2,6 mg/L.
A hipótese diagnóstica mais provável para esta paciente é: