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457941200426287
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe
Identifique qual das sentenças a seguir apresenta desvio de concordância nominal. 
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2

457941201364343
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional
Gabriela e Rafael estavam estudando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para uma prova. Gabriela afirmou que é dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade, conforme estabelece a LDB. Rafael discordou, dizendo que a obrigatoriedade de matrícula começa a partir dos 6 (seis) anos de idade. Quem está correto? 
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3

457941200892987
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Fundamentos de Arte e Cultura
Tem origem na religião, e nas culturas negras. Em uma espécie de liturgia dançada, os reis do Congo eram eleitos pelo povo e acompanhados por grupos de negros, após o que eram coroados nas igrejas. Em seguida, organizavam o batuque em homenagem à santa padroeira, geralmente Nossa Senhora do Rosário, padroeira dos homens negros. Com o tempo, a tradição religiosa se enfraqueceu e o grupo convergiu para o carnaval, mas conservou elementos particulares em relação a outros blocos.


O texto acima se refere ao
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4

457941201821082
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Temas Pedagógicos
Castro e Regattieri descrevem alguns tipos de propostas de interação escola-família, em que é possível discernir o foco, os objetivos, as estratégias e os resultados de cada tipo de proposta. Em conformidade com a perspectiva das referidas autoras, observe a seguinte estratégia: “articulação com conselho tutelar para cuidar dos casos de infrequência e evasão”. A estratégia anteriormente descrita possui qual dos focos a seguir?
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5

457941201464508
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Formação das Palavras | Morfologia

Considere as palavras I. enlouquecer, II. apaziguar e III. entardecer. As palavras dadas são formadas pelo processo de:

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6

457941200179282
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Matemática FinanceiraTemas: Fundamentos de Matemática Financeira
Daniel irá comprar uma TV que custa R$ 1100,00 e para isso fez alguns orçamentos. Ele pretende comprar a prazo e a melhor opção que encontrou foi a seguinte: 1 + 11 de R$ 135,60. Sabendo que o regime usado no orçamento é o de juros simples, a taxa de juros a.m. aplicada nesse orçamento está entre:
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7

457941200771377
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Formação das Palavras | Morfologia
Texto associado

Texto para responder às questões de 1 a 10.


Fones a todo volume prejudicam para sempre sua audição


Uma jovem vai de metrô para o trabalho. Em suas mãos, um celular reproduz sua playlist favorita pelos fones de ouvido. O vagão se enche de gente e ela aumenta o volume para abafar o barulho. Então a música se espalha pelo vagão e retumba em seu ouvido interno, produzindo um dano irreversível que ela não percebe. Essa jovem representa o “ouvinte médio” dos dispositivos de reprodução de música, segundo a análise mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS): uma pessoa acostumada a ouvir música pelos fones de ouvido com um volume entre 75 e 100 decibéis. Esta prática se tornou um problema global de saúde pública, alertam os especialistas, porque um volume a partir dos 80 decibéis é perigoso.

Segundo a OMS, aproximadamente 50% dos jovens (entre 12 e 35 anos) corre o risco de perder audição por seus hábitos de escuta com fones de ouvido: pouco mais de um bilhão de pessoas, principalmente de países desenvolvidos. Além disso, aproximadamente 40% se expõem a ruídos muito altos em locais de entretenimento, como bares e discotecas. A menos que sejam implementadas políticas eficazes de saúde pública, a organização estima que uma de cada dez pessoas sofrerá de perda auditiva incapacitante até o ano 2050, o dobro de agora.

Os sons fortes podem causar surdez ou perda de audição porque danificam células especializadas da cóclea, uma parte muito sensível do ouvido interno. “Cada um de nós nasce com um total de 20.000 a 30.000 células receptoras do som, e com essas temos de viver a vida inteira”, explica Isabel Varela-Nieto, especialista em neurobiologia da audição do Instituto Alberto Sols (CSIC-UAM) e líder de grupo do centro de pesquisa Ciberer, dedicado a doenças raras.

Quanto mais alto estiver o volume e maior for a duração do som, pior será a deterioração. Por isso, os especialistas recomendam limitar tanto a intensidade como o tempo de escuta. “Quem ouve 15 minutos de música a 100 decibéis por um reprodutor pessoal sofre uma exposição semelhante à de um trabalhador industrial que escuta 85 decibéis durante uma jornada de oito horas”, explica o documento da OMS. Em fevereiro, a mesma organização emitiu, juntamente com a União Internacional de Telecomunicações, novas diretrizes para os fabricantes de reprodutores de música, destinadas a proteger os usuários.

“Recomendamos que sejam incorporadas a celulares e dispositivos funções que informem ao usuário sobre os decibéis que ele está escutando e quanto som consumiu no dia e na semana”, explica Shelly Chadha, otorrinolaringologista e responsável pelo programa da OMS para a prevenção de surdez e perda auditiva. (...)

Existe, no entanto, um problema de percepção de risco: os ouvintes de música geralmente não têm noção do perigo. (...) O doutor Luís Lassaletta, chefe do serviço de otorrinolaringologia do Hospital Universitário La Paz, vive essa realidade: “Quando jovens vêm se consultar, é porque foram a uma discoteca ou a um show e ouvem um apito que vai e vem, não repercute no teste de audiometria”. Esses incidentes isolados e reversíveis dão uma falsa sensação de segurança, mas deveriam ser “um sinal de alarme”, diz Lassaletta. Se essa exposição se repete, costuma ter consequências a longo prazo.

Proteção e prevenção

As análises epidemiológicas são escassas e não encontram fortes correlações entre a perda auditiva em jovens e sua exposição à música alta. Isso porque os sintomas podem demorar para aparecer e porque a perda de audição depende de outros fatores, como a genética. Os especialistas concordam que o risco é real e está aumentando. (...) Há opções para se proteger. Vários especialistas citam a regra 60-60: não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% — os reprodutores costumam chegar a 105 decibéis. É fácil seguir essa regra em casa e em lugares tranquilos, mas não em ambientes barulhentos. Nestas situações, Chadha recomenda headphones com cancelamento de ruído. Embora os fones intra-auriculares não sejam intrinsecamente piores para a saúde auditiva do que os que cobrem toda a orelha, eles proporcionam um isolamento acústico menor, e por isso o especialista desaconselha seu uso.


El País. (Adaptado).

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/07/actualida d/1567883413_452359.html

Dentre as palavras a seguir, retiradas do texto, aquela formada pelo processo de composição por justaposição é:

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8

457941201940353
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional
Em conformidade literal com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, marque a alternativa que traz uma informação imprecisa em relação às características e às especificidades da educação especial.
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9

457941200698352
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Classificação Verbal
Texto associado

Texto para responder às questões de 1 a 9.


Contato de povos da Amazônia com idioma espanhol mudou concepção de cores


Muitos membros da sociedade indígena Tsimane, moradora da Amazônia boliviana, aprenderam o espanhol como segunda língua. Com isso, eles começaram a classificar as cores usando mais palavras, segundo revela uma pesquisa publicada em 31 de outubro na revista Psychological Science.

O estudo conduzido por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, sugere que aprender uma segunda língua pode influenciar nosso idioma materno, aprimorando as descrições que damos às cores que enxergamos na natureza. A população Tsimane que aprendeu espanhol, por exemplo, começou a distinguir cores que não são usadas nos diálogos dos membros monolíngues de sua comunidade.

Gibson destaca que os indígenas bilíngues começaram a usar seus próprios termos da língua Tsimane para começar a dividir o espaço de cores de maneira mais semelhante ao espanhol. Eles adotaram, por exemplo, palavras de seu idioma nativo para descrever azul e verde, em vez de usarem palavras hispânicas para essas duas cores. Além disso, os Tsimanes bilíngues se tornaram mais precisos na descrição do amarelo e vermelho. Os falantes monolíngues tendem a descrever essas cores englobando-as em muitos tons além do que um falante de espanhol ou inglês incluiria.


O “surgimento” do verde e azul


Há alguns anos, em um estudo com mais de 100 línguas, incluindo a língua Tsimane, Gibson e colegas perceberam que os falantes tendem a dividir a parte “quente” do espectro de cores em mais palavras do que as regiões “frias”, que incluem azul e verde. Na língua Tsimane, isso é um pouco diferente. São usadas apenas três palavras de cores, que correspondem a preto, branco e vermelho. Enquanto isso, somente dois termos (“shandyes” e “yushñus”) são aplicados de forma intercambiável para qualquer matiz que se enquadre em azul ou verde.

Como parte do novo estudo, os pesquisadores pediram que indígenas Tsimane realizassem duas tarefas: na primeira, eles mostraram aos participantes 84 fichas de diferentes cores, uma a uma, e perguntaram qual palavra eles usariam para descrever a cor; na segunda, os voluntários viram o conjunto completo de fichas e foram convidados a agrupá-las por palavras de cores. Os indivíduos bilíngues tiveram que fazer as tarefas duas vezes, sendo uma vez em Tsimane e outra em espanhol. Com isso, os pesquisadores descobriram que, ao realizarem a tarefa nesse outro idioma, os indígenas classificavam as fichas coloridas nas palavras de cores tradicionais da língua espanhola.

Já ao fazerem isso em sua língua nativa, os indígenas bilíngues foram muito mais precisos do que os monolíngues: de forma surpreendente, eles começaram a usar palavras separadas para azul e verde, mesmo que sua língua não faça essa distinção. O grupo começou a aplicar exclusivamente “yushñus” para descrever azul e “shandyes” para a cor verde. Embora os pesquisadores tenham observado que as distinções entre azul e verde apareceram apenas nos Tsimane que aprenderam espanhol, eles dizem que é possível que esse uso se espalhe na população monolíngue.

Outra possibilidade, essa mais provável, é que mais pessoas se tornem bilíngues à medida que têm mais contato com as aldeias de fala espanhola próximas.

Os pesquisadores agora esperam estudar se outros conceitos, como referências temporais, podem se espalhar do espanhol para os falantes de Tsimane que se tornam bilíngues. MalikMoraleda espera ver se os resultados poderão ser replicados em outras populações remotas, especificamente no caso dos Gujjar, uma comunidade nômade que vive nas montanhas do Himalaia.


Revista Galileu. (Adaptado).

(https://revistagalileu.globo.com/sociedade/noticia/2023/11/contato-de-povos-da-amazoniacom-idioma-espanhol-mudou-concepcao-de-cores.ghtml)

Assinale a alternativa em que o excerto “Os indivíduos bilíngues tiveram que fazer as tarefas duas vezes, sendo uma vez em Tsimane e outra em espanhol.” é reescrito correta e completamente na voz passiva.

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10

457941200577578
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Águas de Lindóia - SPDisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Política Social | Direitos Humanos e Sociais
De acordo a Constituição Federal. Analise os itens a seguir.


I –O ensino religioso, de matrícula obrigatória, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental.

II –As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
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