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Mercado volta a prever para 2017 inflação abaixo do piso de 3% da meta
Economistas dos bancos também voltaram a elevar a estimativa de crescimento do PIB neste ano, que passou de 0,89% para 0,91%. Previsões foram divulgadas pelo BC nesta segunda (11).
(Por Alexandro Martello, G1, Brasília 11/12/2017 08h28. Atualizado há 3 horas.)
PIB e juros – Para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2017, o mercado financeiro subiu, na semana passada, a estimativa de crescimento de 0,89% para 0,91%. Essa foi a segunda alta seguida no indicador. Para 2018, os economistas das instituições financeiras elevaram a estimativa de expansão da economia de 2,60% para 2,62%. Nesse caso, foi o quarto aumento seguido na previsão. O mercado financeiro também manteve sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 7% ao ano (atual patamar) para o fechamento de 2018.
(Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/mercado-volta-a-prever-inflacao-abaixo-do-piso-de-3-neste-ano.ghtml.)
Foi feito um empréstimo no valor de R$ 30.000,00 por 2 anos do qual se cobrou juros compostos de 7%, valor de mercado. O montante do citado empréstimo é:
Para uma manutenção correta de redes de água potável, utilizam-se diversos equipamentos e ferramentas. De acordo com o exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Tarraxa para PVC: utilizada para a confecção de roscas.
( ) Morsa: usada para segurar tubos e peças que venham a ser cortados ou serrados.
( ) Chave de grifo: usada para aperto e desaperto em tubulações com ponta e bolsa, apenas.
( ) Esquadro: usado para a verificação e a marcação de ângulos de 45° e 90°.
A sequência está correta em
Os quadros de energia das máquinas e equipamentos devem atender a alguns requisitos mínimos de segurança; analise-os.
I. Possuir proteção e identificação dos circuitos.
II. Ser mantidos em bom estado de conservação, limpos e livres de objetos e ferramentas.
III. Possuir porta de acesso, mantida permanentemente aberta para facilidade na manutenção.
IV. Possuir sinalização quanto ao perigo de choque elétrico e restrição de acesso por pessoas não autorizadas.
Estão corretas apenas as afirmativas
Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.
Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza.