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457941200362956
Ano: 2025Banca: SECPLANOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Contabilidade: Teoria e PráticaTemas: Fundamentos de Contabilidade
A Contabilidade representa o retrato dos registros dos fatos contábeis, devidamente escriturados, e é identificada como um sistema de informação e avaliação destinada a dar subsídios para as decisões dos diversos usuários com demonstrações, relatórios e análises de natureza econômica, financeira, física e de produtividade, no que diz respeito à entidade objeto de contabilização. Considerando isso, a escrituração contábil advém de um fato contábil que representa um evento qualquer que possa modificar o patrimônio de uma empresa, seja de forma positiva ou negativa. Para tanto, os registros contábeis devem ser feitos observando as características qualitativas fundamentais da informação.
Essas características fundamentais são:
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2

457941201136956
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Educação Física e EsportesTemas: Diretrizes Curriculares de Educação Física | Educação Física Escolar
Uma das orientações dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) para a Educação Física é a de que todo e qualquer projeto de estímulo à atividade física deve ser proposto pelo professor e:
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3

457941201016952
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Informática BásicaTemas: Ferramentas de Segurança | Segurança da Informação | Microsoft Windows | Sistemas Operacionais
Um usuário deseja instalar em sua máquina, que possui um sistema operacional MS Windows 7 em português, um programa antivírus. O programa a ser instalado é o:
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4

457941200635948
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Adjetivos | Morfologia
Texto associado
    Na semana passada, um telejornal exibiu uma m a té ria so b re a “ m o rte ” das lâ m p a d a s incandescentes. O (ótimo) texto do repórter começava assim: “A velha e boa lâmpada incandescente, mais velha do que boa...”. Hábil com as palavras, o repórter desfez a igualdade que a conjunção aditiva “e” estabelece entre “velha" e “boa” e instituiu entre esses dois adjetivos uma relação de comparação de superioridade, que não se dá da forma costumeira, isto é, entre dois elementos (“A rua X é mais velha do que a Y”, por exemplo), mas entre duas qualidades (“velha" e “boa”) de um mesmo elemento (a lâmpada incandescente). Ao dizer “mais velha do que boa”, o repórter quis dizer que a tal lâmpada já não é tão boa assim. Agora suponhamos que a relação entre “velha” e “boa” se invertesse. Como diria o repórter: “A velha e boa lâmpada incandescente, mais boa do que velha...” ou “A velha lâmpada incandescente, melhor do que velha...”? Quem gosta de seguir os burros “corretores” ortográficos dos computadores pode se dar mal. O meu “corretor”, por exemplo, condena a forma “mais boa do que velha” (o “mestre” grifa o par “mais boa”). Quando escrevo “melhor do que boa”, o iluminado me deixa em paz. E porque ele age assim? Por que, para ele, não existe “mais bom”, “mais boa"; só existe “melhor”.

NETO, Pasquale Cipro. Folha de S. Paulo, 11 jul. 2013
Ao elaborar sua crítica, o autor do texto destacou a relação de sentido entre os adjetivos femininos: velha e boa, os quais projetam uma apreciação positiva à palavra lâmpada. Nesse fluxo de adjetivações, ao finalizar seu texto, faz referência à palavra “melhor”, um adjetivo em seu grau de comparação de superioridade. Sendo assim, dentre as alternativas a seguir, assinale a opção em que a palavra em destaque recebe a mesma classificação:
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5

457941201808534
Ano: 2025Banca: SECPLANOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
O bonde do tigrinho

Os números indicam que os brasileiros se tornaram usuários pesadíssimos das plataformas de apostas, as chamadas bets. Em 2022, ano da estatística mais recente disponível, o Brasil foi o campeão mundial.

O volume de apostas chegou a tal ponto que a economia está sentindo o baque. Empresário do setor alimentício disse que clientes de baixa renda estão comprando menos comida porque dedicam parte de seus ganhos aos aplicativos de apostas. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes relaciona a queda do faturamento do setor ao mesmo motivo. Além disso, cresceram os índices de inadimplência e o endividamento das famílias mais pobres.

Para provocar tamanho estrago, as bets movimentam uma máquina de propaganda de alta potência.

Em 2024, a ministra da Saúde anunciou que o vício em apostas era uma pandemia. Com a explosão das bets, triplicou o número de pessoas que procuram ajuda no Programa Ambulatorial do Jogo (Pro-Amjo) do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo. A necessidade de ampliar o acesso fará a equipe retomar a estratégia adotada durante o auge da crise do vício em bingos, em 1998: as sessões coletivas. Segundo um psiquiatra atuante nesse Instituto, era previsível que as bets causariam grande problema no país, tanto mais ao se associarem ao futebol, esporte onipresente na vida dos brasileiros. O psiquiatra explica, ainda, que as redes sociais são um convite à dependência, com o mecanismo das curtidas, o uso do algoritmo e a ferramenta de rolagem, que permite deslizar a tela infinitamente.

Todavia, diante da regulamentação do setor, da correria do governo e do alarido do Congresso para enfrentar os estragos da jogatina, o mercado publicitário on-line continua adotando a modalidade de cachês milionários para influenciadores digitais. 

Batista Jr., João e Medina, Alessandra. “O bonde do tigrinho. Como os influenciadores ganharam fortunas e ajudaram as bets a produzir a pandemia do vício”. In: Piauí. Edição 220, Janeiro 2025. Págs. 14-20. Excerto adaptado. Disponível para assinantes em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/obonde-do-tigrinho-bets/ 
Segundo o texto, algo que contribui para gerar a alta adesão às apostas on-line é: 
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6

457941200294913
Ano: 2025Banca: SECPLANOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Uso dos Conectivos | Análise Textual | Orações Subordinadas Adverbiais | Sintaxe | Compreensão e Interpretação Textual
Texto associado
O país dos não leitores

        São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

        Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

        O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância? Não sei.

        Só sei que fracassamos.
Ruy Castro
(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
“O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio” (4º parágrafo). As duas partes principais da frase são unidas pela expressão “à medida que” com o valor semântico de: 
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7

457941201882785
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Teoria e Prática Curricular | Teorias do Currículo | Teorias de Currículo | Complexidade do Conhecimento
Sobre currículo, leia as seguintes afirmativas.

I. O “currículo como fato" precisa ser considerado não como mera ilusão, camada superficial da prática escolar de alunos e professores, mas como uma realidade social, historicamente específica, expressando relações de produção particulares entre pessoas.
II. A ideia de “currículo como prática” pode se constituir em um elemento que favorece a distorção da realidade, uma vez que: reduz a realidade social de “curriculum” às intervenções e ações subjetivas de docentes e discentes, impedindo de entender o surgimento e persistência históricos de determinados conceitos, conhecimento e convenções (como, , as matérias escolares).
III. A ideia de um currículo em permanente elaboração, que necessita ser renegociado e reconceitualizado em conformidade com as necessidades exclusivas da escola a qual está submetido, nos conduz à compreensão de que a composição curricular é pedagógica.

Está correto apenas o que se afirma em:
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8

457941200339537
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Colocação Pronominal | Morfologia dos Pronomes
Texto associado

Texto 07

Zygmunt Bauman, o pensador da

modernidade liquida


Na época atual, o ritmo incessante das

transformações gera angústias e incertezas e dá

lugar a uma nova lógica, pautada pelo

individualismo e pelo consumo


     “Fluidez é a qualidade de líquidos e gases. (...) Os líquidos, diferentemente dos sólidos, não mantêm sua forma com facilidade. (...) Os fluidos se movem facilmente. Eles “fluem", “escorrem", “ esvaem-se”, “respingam”, “transbordam", “vazam”, “inundam" (...) Essas são razões para considerar “fluidez" ou “liquidez” como metáforas adequadas quando queremos captar a natureza da presente fase (...) na história da humanidade.

     ’’ O trecho acima faz parte do prefácio de Modernidade Líquida, uma das principais obras do polonês Zygmunt Bauman (1925-), professor emérito das universidades de Leeds (Inglaterra) e Varsóvia (Polônia) e um dos mais importantes sociólogos da atualidade. Com um olhar simples e crítico, Bauman lança um olhar crítico para as transformações sociais e econômicas trazidas pelo capitalismo globalizado.

       Conceito central do pensamento do autor, a "modernidade líquida” seria o momento histórico que vivemos atualmente, em que as instituições, as ideias e as relações estabelecidas entre as pessoas se transformam de maneira muito rápida e imprevisível: “Tudo é temporário, a modernidade (...)- tal como os líquidos - caracteriza-se pela incapacidade de manter a forma".

         Para melhor compreender a modernidade líquida, é preciso voltar ao período que a antecedeu, chamado por Bauman de modernidade sólida, que está associada aos conceitos de comunidade e laços de identificação entre as pessoas, que trazem a ideia de perenidade e a sensação de segurança. Na era sólida, os valores se transformavam em ritmo lento e previsível. Assim, tínhamos algumas certezas e a sensação de controle sobre o mundo - sobre a natureza, a tecnologia, a economia, por exemplo.

      Alguns acontecimentos da segunda metade do século XX, como a instabilidade econômica mundial, o surgimento de novas tecnologias e a globalização, contribuíram para a perda da ideia de controle sobre os processos do mundo, trazendo incertezas quanto a nossa capacidade de nos adequar aos novos padrões sociais, que se liquefazem e mudam constantemente. Nessa passagem do mundo sólido ao líquido, Bauman chama atenção para a liquefação das formas sociais: o trabalho, a família, o engajamento político, o amor, a amizade e, por fim, a própria identidade. Essa situação produz angústia, ansiedade constante e o medo líquido: temor do desemprego, da violência, do terrorismo, de ficar para trás, de não se encaixar nesse novo mundo, que muda num ritmo hiperveloz. Assim, duas das características da modernidade líquida são a substituição da ideia de coletividade e de solidariedade pelo individualismo; e a transformação do cidadão em consumidor. Nesse contexto, as relações afetivas se dão por meio de laços momentâneos e volúveis e se tornam superficiais e pouco seguras (amor líquido). No lugar da vida em comunidade e do contato próximo e pessoal privilegiam-se as chamadas conexões, relações interpessoais que podem ser desfeitas com a mesma facilidade com que são estabelecidas, assim como mercadorias que podem ser adquiridas e descartadas . Exemplos disso seriam os relacionamentos virtuais em redes.

A modernidade líquida, no entanto, não se confunde com a pós-modernidade, conceito do qual Bauman é crítico. De acordo com ele, não há pós-modernidade (no sentido de ruptura ou separação), mas sim uma continuação da modernidade (o núcleo capitalista se mantém) com uma lógica diferente - a fixidez da época anterior é substituída pela volatilidade, sob o domínio do imediato, do individualismo e do consumo.

Fonte: Revista Guia do Estudante, Atualidades, ed.23, Editora Abril. 1 “semestre 2016

A colocação pronominal proclítica é, em alguns casos, motivada; em outros, pode ser considerada opcional. A partir da análise do pronome nos fragmentos a seguir, assinale a alternativa correta:

1. “Essa situação produz angústia, ansiedade constante e o medo líquido: temor do desemprego, da violência, do terrorismo, de ficar para trás, de não SE encaixar nesse novo mundo, que muda num ritmo hiperveloz.”

2. “Na era sólida, os valores SE transformavam em ritmo lento e previsível."

3. “Tudo é temporário, a modernidade (...) - tal como os líquidos - caracteriza-SE pela incapacidade de manter a forma”.

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9

457941200960196
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Razões e Proporções | Aritmética
Uma família, constituída por 4 pessoas, usa de forma 3 racional a água. Utiliza 3/10 de água da chuva, que é armazenada em uma cisterna, e 7/10 de água tratada 10 fornecida por uma distribuidora. Se a família usa 1000 litros de água por semana, dentre as alternativas abaixo, qual é aquela que apresenta o valor de água utilizado pela família de água da chuva e da distribuidora por mês, em litros, respectivamente? Leve em consideração que um mês tem quatro semanas.
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10

457941201271021
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Presidente Kennedy - ESDisciplina: Língua InglesaTemas: Compreensão de Texto
Texto associado
Read the text below and answer the questions that follow:

Text 1:

Read Kate's blog:

The importance of doing what you love

When I was growing up, all I wanted to be was an artist. When I got to high school and could choose what classes to take, I took every art class that was available. Painting, drawing, photography, you name it - l took the class.

Then I took a chemistry class. I LOVED it. It was fun! And I was good at it. I started thinking: wouldn't I make more money if I went into the sciences instead of being a starving artist?

So I threw away the art school applications and went to study chemistry. College was fun, and when I graduated with my chemistry degree, I went to graduate school in Washington, D. C. to do a PhD program in chemistry! It was OK to start with, but after the first year, I was completely depressed. I hated the program. It was dry and boring. But I didn't know what to do about it.

So I quit. I spent the next month feeling bad about my failure, unsure what to do next. Finally, I went to an employment agency to get a job. Something - anything - that would pay money.

I got a temporary job filling envelopes at an NGO. One day they needed some graphic design and I volunteered. This was the major turning point in my career. Over the next few months, they gave me more and more design work. What began as a temporary job turned into a permanent job. I was finally doing something I loved, and I was making money doing it. It's been difficult at times, but I really love my job. Believe me, it is FAR more important that you are happy and get to do what you are passionate about every day and get paid less for it, than to dread getting up in the morning because you dislike what you do.

NGO = non-governmental organization

Taken from:
LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN, Clive. American English File. 2nd edition. Oxford, 2014. p.83.
In the second paragraph, when Kate said “I loved it” she meant that she loved:
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