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1

457941200287966
Ano: 2024Banca: Instituto ConsulplanOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Ginecologia e Obstetrícia
De acordo com as Diretrizes do Ministério da Saúde para rastreamento de câncer de colo uterino, são recomendações para pacientes com diagnóstico de AGC, EXCETO:
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2

457941200794672
Ano: 2024Banca: Instituto ConsulplanOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Direito SanitárioTemas: Sistema Único de Saúde (SUS) | Saúde Coletiva
As doenças crônicas compõem o conjunto de condições crônicas. Em geral, estão relacionadas a causas múltiplas, são caracterizadas por início gradual, de prognóstico usualmente incerto, com longa ou indefinida duração. Apresentam curso clínico que muda ao longo do tempo, com possíveis períodos de agudização, podendo gerar incapacidades. Sobre o papel da Atenção Primária à Saúde (APS) no cuidado de pacientes com condições crônicas não transmissíveis, assinale a afirmativa correta.
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3

457941201746121
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Colocação Pronominal | Morfologia dos Pronomes
Texto associado

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Conforme as regras de colocação e uso dos pronomes, a reescrita da frase “... porque saltamos à água para socorrer ALGUÉM”, substituindo a palavra em destaque por um pronome oblíquo átono, seria:
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4

457941201020127
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Administração de Fármacos | Cálculo de Dosagem e Soluções
Urn técnico de enfermagem, para administrar 380 mg de urn antibiótico, deverá aspirar, de urn frasco de 1,0 g que está diluído em 20 mL de solução,
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5

457941201898731
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Orçamento e Finanças PúblicasTemas: Modalidades e Técnicas Orçamentárias | Orçamento Público em Administração Financeira e Orçamentária
Dentre os diversos tipos de orçamentos públicos existentes, um deles, se caracteriza por enfatizar os resultados e por ser o tipo orçamentário mais moderno e atual. Identifique-o nas alternativas abaixo.
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6

457941201155935
Ano: 2014Banca: FUNCABOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Ortopedia e Traumatologia
Qual o mecanismo de movimento mais comum na entorse do tornozelo?
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7

457941200993548
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia | Flexão de Modo Verbal | Substantivos | Flexão de Tempo Verbal | Morfologia Verbal
Texto associado
Texto para responder a questão.

133. “Não pensar mais em si" 

    Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105
Analise as afirmativas a seguir sobre o fragmento: “O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência..."

I. NOS e NOSSA são pronomes adjetivos.
II. Os verbos tocar e fazer estão flexionados no presente do indicativo e no futuro do pretérito, respectivamente.
III. A palavra OUTRO, no contexto, é um substantivo.

Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s): 
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8

457941200867705
Ano: 2024Banca: Instituto ConsulplanOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Gastroenterologia Clínica | Farmacologia e Anestesiologia Clínica
Texto associado
O caso clínico hipotético contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 20 anos, com quadro de diarreia mucossanguinolenta, com, aproximadamente, sete episódios ao dia, há cerca de três meses, além de perda de peso e febre esporádica. Refere lesão em região perianal com saída de pus. Ao exame físico, paciente hipocorada ++/4, lesões perianais sugestivas de fístulas e presença de lesões arredondadas, eritematosas e dolorosas em membros inferiores. Realizada a colonoscopia com biópsia que detectou a presença de granulomas. Deu entrada no pronto-socorro com taquicardia (FC: 110) e hipotensão (PAM: 60). 
Considerando a gravidade da doença e, após a exclusão de quadro infeccioso associado, qual o tratamento mais adequado a ser instituído?
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9

457941201724485
Ano: 2024Banca: Instituto ConsulplanOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Colocação Pronominal | Morfologia dos Pronomes
Texto associado
Abaixo a norma curta do português!


   “Norma curta” é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral.

  Repare que não falo da norma culta, registro da língua de fato usado pelas camadas de maior escolaridade da população. Esta tem papel social imprescindível e deveria ser ensinada com mais eficiência – não menos – na escola.

   Me refiro à norma curta, que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim, e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela. No fim das contas, sua inimiga, pois transforma o estudo da língua portuguesa em território hostil para uma imensa maioria da população.

   “Ai, como é difícil a nossa língua!”, dizemos quase todos. Difícil nada, ou não teríamos aprendido a falá-la na primeira infância. Tem seus caprichos, como toda língua, e desvelá-los carinhosamente deveria ser um prazer. Insana de tão difícil é a norma curta, que tira seu sustento dessa dificuldade.

   Reacionária a ponto de fazer um gramático conservador como Napoleão Mendes de Almeida parecer às vezes um Marcos Bagno, amante do é-porque-é, a norma curta tem, infelizmente, imenso poder.

   É ela que move a indústria do português concurseiro e dos consultórios gramaticais da internet. É ela que, via Enem, obriga adolescentes a encher suas redações de “outrossim” e outros entulhos juridiquentos.

   A norma curta não quer saber se você consegue ler e interpretar um texto. Que importância tem isso? Fundamental é que recite a lista das “figuras de linguagem” em ordem alfabética enquanto equilibra uma bola no nariz. Vai me dizer que não manja de zeugma?

   Os estudantes capazes de memorizar os truques e evitar as armadilhas que a norma curta chama de provas de português entram para um grupo privilegiado de norma-curtistas.

   Seu esforço é então recompensado e eles, mesmo os que são incapazes de interpretar um parágrafo simples, ganham o direito de oprimir outros falantes e humilhar quem não alcançou o paraíso do norma-curtismo.

   A norma curta é inculta. Nunca leu Graciliano Ramos, Rubem Braga, Rachel de Queiroz e tantos outros estilistas do brasileiro que, ao longo do século passado, moldaram um jeito de escrever que soa como música aos ouvidos de quem nasceu aqui. Os autores contemporâneos também brilham pela ausência. A norma curta nunca leu nada.

  Leram por ela, é verdade. Isso foi muito tempo atrás: um Alexandre Herculano aqui, um Almeida Garrett acolá. Todos portugueses. Nesses clássicos, leitores mortos desde o pré-modernismo pinçaram arbitrariamente só o que confirmava seus dogmas. Estavam prontas – pela eternidade – as tábuas da lei.

   A norma curta engana muita gente com sua pose de defensora do “bom português”. Tudo mentira. Ela ignora mais de um século de conhecimento teórico e prático sobre a matéria, desprezando grandes gramáticos e zombando de nossos maiores escritores.

   Ontem me deparei com um caso demencial de norma-curtismo: na página internética de “dicas de português”, o cartum de traço fofo mostra o rapaz se declarando para a moça (“Te amo!”) e sendo corrigido por ela: “Não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”. Sim, ela queria ouvir um “Amo-te!” lusitano, acredite quem quiser. A página tem quase um milhão de seguidores. Me parece que estamos lascados.


(RODRIGUES, Sérgio. Abaixo a norma curta do português! Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado.)
No enunciado “Te amo!” (13º§), a posição do pronome em relação ao verbo configura um caso de próclise. Em que passagem ocorre o mesmo caso de colocação pronominal?
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10

457941200661376
Ano: 2014Banca: FUNCABOrganização: FUNASG - RJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Endocrinologia
Paciente feminina, 54 anos, apresenta nódulo tireoidiano de 2,5 cm em lobo esquerdo. O resultado da punção aspirativa por agulha fina (PAAF) foi Bethesda III (atipia de significado indeterminado). Neste caso, recomenda-se:
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