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1

457941201236411
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Ciência Política | Política Doméstica | Trabalho, Transporte e Previdência Social | Questões Sociais
O ano de 2017 foi marcado por uma série de questões que foram muito debatidas pela sociedade brasileira. A alternativa a seguir, que apresenta o principal acontecimento em 2017 é:
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2

457941201178216
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Flexão de Voz Verbal
Texto associado

Uma andorinha não faz verão


No domingo de sol anterior ao Dia de Finados, evitei a praia lotada e subi para um refresco nas Paineiras. Morei dez anos em São Conrado e, na época, costumava fazer o trajeto com frequência, mas desisti do programa, depois de dar com dois corpos desovados pelo caminho. Agora só arrisco a visita nos feriados, quando o parque se enche de gente.

    A beleza do Rio é comparável à sua barbárie. No último mirante, depois da terceira queda d'água, o vento soprava forte, anunciando a virada de tempo na Guanabara. Dezenas de andorinhas aproveitavam a corrente de ar ascendente, impulsionando o voo num vertiginoso balé. Eu, conformada com as pernas, invejei a farra dos que nascem com asas. O espetáculo pontuou o fim do passeio.

    Uma semana depois, esperando o sinal abrir no cruzamento da Lagoa, ao lado do Clube do Flamengo, fui surpreendida por uma andorinha solitária, que cruzou o para-brisa do carro a toda. Depois de driblar o trânsito, arriscando a vida num rasante pela via expressa, ela se meteu no vão entre o verde e o vermelho do sinal de pedestres do outro lado da rua.

    Surpresa, percebi um resto de capim seco saindo da fresta do poste. Era um ninho em plena Avenida Epitácio Pessoa. Com tanta mata, tantas árvores e prédios altos na cidade, por que criar filhos num lugar tão desolado? Neurose urbana? Só pode ser.

    Chocar ovos requer um planejamento requintado. É preciso encontrar um parceiro disposto, um endereço seguro e esmerar-se para juntar a palha. Não é algo que pega uma ave de surpresa, como uma contração fora de hora que te obriga a parir na estrada.

    Que anomalia era aquela que fazia um casal de andorinhas trocar o êxtase das Paineiras pela tensão do asfalto? A solidão de uma esquina feia?

    O delírio da passarinhada do alto da Tijuca não tinha nada de humano. Era um estado natural, como o das plantas e o das pedras, sem consciência ou sentido em si. Mas o ser do sinal de pedestres da esquina na Rodrigo de Freitas era um indivíduo escarrado, um quase parente. Ao vê-lo, eu me reconheci na sofreguidão de seu retorno para casa, no esforço de criar os filhos num ambiente inóspito, no risco e na ansiedade.     A andorinha aculturada sou eu.

    Neste mês, o Brasil assassinou um rio e o El aterrorizou Paris. O mundo não anda nada hospitaleiro. Mesmo assim, ainda creio nos ninhos e nas revoadas.

Fernanda Torres. In: fernandatorresvejariol @gmail.com

O verbo da oração “FUI SURPREENDIDA por uma andorinha solitária" encontra-se na voz passiva analítica. Ao ser passado para a voz ativa, deve assumir a forma:
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3

457941200700511
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

Como surgiu a noite

No começo do mundo só havia o dia. A noite estava adormecida nas profundezas do rio com Boiúna, cobra grande que era senhora do rio. A filha de Boiúna, uma bela, tinha se casado com um rapaz de um vilarejo nas margens do rio. Seu marido, um jovem muito bonito, não entendia porque ela não queria dormir com ele. A filha de Boiúna respondia sempre:

– É porque ainda não é noite.

– Mas não existe noite. Somente dia! – ele respondia. Até que um dia a moça disse-lhe para buscar a noite na casa de sua mãe Boiúna. Então, o jovem esposo mandou seus três fiéis amigos ir pegar a noite nas profundezas do rio. Boiúna entregou-lhes a noite dentro de um caroço de tucumã*, como se fosse um presente para sua filha.

Os três amigos estavam carregando a tucumã quando começaram a ouvir barulho de sapinhos e grilos que cantam à noite. Curiosos, resolveram abrir a tucumã para ver que barulho era aquele. Ao abri-la, a noite soltou-se e tomou conta de tudo. De repente, escureceu.

A moça, em sua casa, percebeu o que os três amigos fizeram. Então, decidiu separar a noite do dia, para que esses não se misturassem. Pegou dois fios. Enrolou o primeiro, pintou-o de branco e disse:

– Tu serás cujubin, e cantarás sempre que a manhã vier raiando. Dizendo isso, soltou o fio, que se transformou em pássaro e saiu voando. Depois, pegou o outro foi, enrolou-o, jogou as cinzas da fogueira nele e disse:

– Tu serás coruja, e cantarás sempre que a noite chegar. Dizendo isso, soltou-o, e o pássaro saiu voando.

Então, todos os pássaros cantaram a seu tempo e o dia passou a ter dois períodos: manhã e noite. 

<http://www.portalsaofrancisco.com.br/folclore/como-surgiunoite>.Acesso 20 dez 2017.

(*) Tucumã: s.m. palmeira frutífera dos sertões de cujo fruto se faz vinho.

A partir do trecho “Então, decidiu separar a noite do dia, para que esses não se misturassem.” (6º parágrafo), a narrativa é contada apresentando ora elementos que representam o dia, período da manhã, ora os que representam a noite.

Estabeleça a correta correspondência dos elementos do texto registrados na coluna II com a coluna I onde se registraram os dois períodos do dia criados pela jovem moça.

Coluna I

(1) Manhã

(2) Noite

Coluna II

( ) “[...] jogou as cinzas da fogueira nele [...]”;

( ) “Enrolou o primeiro, pintou-o de branco [...]”;

( ) “Tu serás coruja [...]”;

( ) “Tu serás cujubin [...]”.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

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4

457941200430524
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Administração de Recursos MateriaisTemas: Transferência, Cessão e Incorporação de Bens | Gestão Patrimonial
A incorporação do material permanente ao patrimônio de uma organização é uma medida administrativa conhecida como:
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5

457941201382014
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Pontuação | Sintaxe | Emprego da Vírgula
Texto associado

Uma andorinha não faz verão

        No domingo de sol anterior ao Dia de Finados, evitei a praia lotada e subi para um refresco nas Paineiras. Morei dez anos em São Conrado e, na época, costumava fazer o trajeto com frequência, mas desisti do programa, depois de dar com dois corpos desovados pelo caminho. Agora só arrisco a visita nos feriados, quando o parque se enche de gente.

        A beleza do Rio é comparável à sua barbárie.

        No último mirante, depois da terceira queda d'água, o vento soprava forte, anunciando a virada de tempo na Guanabara. Dezenas de andorinhas aproveitavam a corrente de ar ascendente, impulsionando o voo num vertiginoso balé. Eu, conformada com as pernas, invejei a farra dos que nascem com asas. O espetáculo pontuou o fim do passeio.

        Uma semana depois, esperando o sinal abrir no cruzamento da Lagoa, ao lado do Clube do Flamengo, fui surpreendida por uma andorinha solitária, que cruzou o para-brisa do carro a toda. Depois de driblar o trânsito, arriscando a vida num rasante pela via expressa, ela se meteu no vão entre o verde e o vermelho do sinal de pedestres do outro lado da rua.

        Surpresa, percebi um resto de capim seco saindo da fresta do poste. Era um ninho em plena Avenida Epitácio Pessoa. Com tanta mata, tantas árvores e prédios altos na cidade, por que criar filhos num lugar tão desolado? Neurose urbana? Só pode ser.

        Chocar ovos requer um planejamento requintado. É preciso encontrar um parceiro disposto, um endereço seguro e esmerar-se para juntar a palha. Não é algo que pega uma ave de surpresa, como uma contração fora de hora que te obriga a parir na estrada. 

        Que anomalia era aquela que fazia um casal de andorinhas trocar o êxtase das Paineiras pela tensão do asfalto? A solidão de uma esquina feia? 

        O delírio da passarinhada do alto da Tijuca não tinha nada de humano. Era um estado natural, como o das plantas e o das pedras, sem consciência ou sentido em si. Mas o ser do sinal de pedestres da esquina na Rodrigo de Freitas era um indivíduo escarrado, um quase parente. Ao vê-lo, eu me reconheci na sofreguidão de seu retorno para casa, no esforço de criar os filhos num ambiente inóspito, no risco e na ansiedade.

        A andorinha aculturada sou eu.

        Neste mês, o Brasil assassinou um rio e o El aterrorizou Paris. O mundo não anda nada hospitaleiro. Mesmo assim, ainda creio nos ninhos e nas revoadas.

Fernanda Torres. In: fernandatorresvejario1@gmail.com

No trecho: “Eu, conformada com as pernas, invejei a farra dos que nascem com asas.”, as vírgulas foram corretamente empregadas para:
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6

457941200680785
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Substantivos | Morfologia
Texto associado

Texto para responder á questão.


Cidades Sustentáveis

Quando falamos de preservação do meio ambiente, além da preservação das florestas, oceanos e tudo o que faz parte da paisagem natural, é importante também pensarmos nas cidades, principalmente nas grandes cidades.

O ritmo acelerado de crescimento das cidades deixou muitos rastros de desrespeito às pessoas e ao meio ambiente.

Mas, atualmente, as cidades estão cada vez mais envolvidas no sentido de pensar em soluções sustentáveis para melhoria da qualidade de vida e respeito à natureza e é justamente daí que sai o conceito de cidades sustentáveis, ou seja, são aquelas cidades que adotam práticas eficientes voltadas para a melhoria da qualidade de vida da população e desenvolvimento econômico, sem se esquecer da preservação do meio ambiente. 


No trecho “O ritmo acelerado de crescimento das CIDADES deixou muitos RASTROS de desrespeito às PESSOAS e ao meio ambiente.” As palavras destacadas são substantivos e estão no plural. A alternativa em que todas as palavras destacadas também estão no plural é:
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7

457941201755410
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonologia | Segmentação Silábica
Texto associado

Texto para responder á questão.


Cidades Sustentáveis

Quando falamos de preservação do meio ambiente, além da preservação das florestas, oceanos e tudo o que faz parte da paisagem natural, é importante também pensarmos nas cidades, principalmente nas grandes cidades.

O ritmo acelerado de crescimento das cidades deixou muitos rastros de desrespeito às pessoas e ao meio ambiente.

Mas, atualmente, as cidades estão cada vez mais envolvidas no sentido de pensar em soluções sustentáveis para melhoria da qualidade de vida e respeito à natureza e é justamente daí que sai o conceito de cidades sustentáveis, ou seja, são aquelas cidades que adotam práticas eficientes voltadas para a melhoria da qualidade de vida da população e desenvolvimento econômico, sem se esquecer da preservação do meio ambiente. 


No fragmento “é importante também pensarmos nas cidades, principalmente nas grandes cidades", a palavra que apresenta o maior número de sílabas é:
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8

457941201333319
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Vocativo e Termos Acessórios da Oração | Termos Integrantes: Predicativo do Sujeito e do Objeto | Sintaxe
Texto associado

Uma andorinha não faz verão

        No domingo de sol anterior ao Dia de Finados, evitei a praia lotada e subi para um refresco nas Paineiras. Morei dez anos em São Conrado e, na época, costumava fazer o trajeto com frequência, mas desisti do programa, depois de dar com dois corpos desovados pelo caminho. Agora só arrisco a visita nos feriados, quando o parque se enche de gente.

        A beleza do Rio é comparável à sua barbárie.

        No último mirante, depois da terceira queda d'água, o vento soprava forte, anunciando a virada de tempo na Guanabara. Dezenas de andorinhas aproveitavam a corrente de ar ascendente, impulsionando o voo num vertiginoso balé. Eu, conformada com as pernas, invejei a farra dos que nascem com asas. O espetáculo pontuou o fim do passeio.

        Uma semana depois, esperando o sinal abrir no cruzamento da Lagoa, ao lado do Clube do Flamengo, fui surpreendida por uma andorinha solitária, que cruzou o para-brisa do carro a toda. Depois de driblar o trânsito, arriscando a vida num rasante pela via expressa, ela se meteu no vão entre o verde e o vermelho do sinal de pedestres do outro lado da rua.

        Surpresa, percebi um resto de capim seco saindo da fresta do poste. Era um ninho em plena Avenida Epitácio Pessoa. Com tanta mata, tantas árvores e prédios altos na cidade, por que criar filhos num lugar tão desolado? Neurose urbana? Só pode ser.

        Chocar ovos requer um planejamento requintado. É preciso encontrar um parceiro disposto, um endereço seguro e esmerar-se para juntar a palha. Não é algo que pega uma ave de surpresa, como uma contração fora de hora que te obriga a parir na estrada. 

        Que anomalia era aquela que fazia um casal de andorinhas trocar o êxtase das Paineiras pela tensão do asfalto? A solidão de uma esquina feia? 

        O delírio da passarinhada do alto da Tijuca não tinha nada de humano. Era um estado natural, como o das plantas e o das pedras, sem consciência ou sentido em si. Mas o ser do sinal de pedestres da esquina na Rodrigo de Freitas era um indivíduo escarrado, um quase parente. Ao vê-lo, eu me reconheci na sofreguidão de seu retorno para casa, no esforço de criar os filhos num ambiente inóspito, no risco e na ansiedade.

        A andorinha aculturada sou eu.

        Neste mês, o Brasil assassinou um rio e o El aterrorizou Paris. O mundo não anda nada hospitaleiro. Mesmo assim, ainda creio nos ninhos e nas revoadas.

Fernanda Torres. In: fernandatorresvejario1@gmail.com

Em: “SURPRESA, percebi um resto de capim seco saindo da fresta do poste”, o termo destacado exerce função de:
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9

457941200332055
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Termos Integrantes: Predicativo do Sujeito e do Objeto
Texto associado

Uma andorinha não faz verão


No domingo de sol anterior ao Dia de Finados, evitei a praia lotada e subi para um refresco nas Paineiras. Morei dez anos em São Conrado e, na época, costumava fazer o trajeto com frequência, mas desisti do programa, depois de dar com dois corpos desovados pelo caminho. Agora só arrisco a visita nos feriados, quando o parque se enche de gente.

    A beleza do Rio é comparável à sua barbárie. No último mirante, depois da terceira queda d'água, o vento soprava forte, anunciando a virada de tempo na Guanabara. Dezenas de andorinhas aproveitavam a corrente de ar ascendente, impulsionando o voo num vertiginoso balé. Eu, conformada com as pernas, invejei a farra dos que nascem com asas. O espetáculo pontuou o fim do passeio.

    Uma semana depois, esperando o sinal abrir no cruzamento da Lagoa, ao lado do Clube do Flamengo, fui surpreendida por uma andorinha solitária, que cruzou o para-brisa do carro a toda. Depois de driblar o trânsito, arriscando a vida num rasante pela via expressa, ela se meteu no vão entre o verde e o vermelho do sinal de pedestres do outro lado da rua.

    Surpresa, percebi um resto de capim seco saindo da fresta do poste. Era um ninho em plena Avenida Epitácio Pessoa. Com tanta mata, tantas árvores e prédios altos na cidade, por que criar filhos num lugar tão desolado? Neurose urbana? Só pode ser.

    Chocar ovos requer um planejamento requintado. É preciso encontrar um parceiro disposto, um endereço seguro e esmerar-se para juntar a palha. Não é algo que pega uma ave de surpresa, como uma contração fora de hora que te obriga a parir na estrada.

    Que anomalia era aquela que fazia um casal de andorinhas trocar o êxtase das Paineiras pela tensão do asfalto? A solidão de uma esquina feia?

    O delírio da passarinhada do alto da Tijuca não tinha nada de humano. Era um estado natural, como o das plantas e o das pedras, sem consciência ou sentido em si. Mas o ser do sinal de pedestres da esquina na Rodrigo de Freitas era um indivíduo escarrado, um quase parente. Ao vê-lo, eu me reconheci na sofreguidão de seu retorno para casa, no esforço de criar os filhos num ambiente inóspito, no risco e na ansiedade.     A andorinha aculturada sou eu.

    Neste mês, o Brasil assassinou um rio e o El aterrorizou Paris. O mundo não anda nada hospitaleiro. Mesmo assim, ainda creio nos ninhos e nas revoadas.

Fernanda Torres. In: fernandatorresvejariol @gmail.com

Em: “SURPRESA, percebi um resto de capim seco saindo da fresta do poste”, o termo destacado exerce função de:
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10

457941202048146
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Cacoal - RODisciplina: Geografia e História RegionalTemas: História e Geografia de Rondônia
Entre os estados a seguir, assinale a alternativa que apresenta o que possui divisas com Rondônia.
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