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457941201364915
Ano: 2023Banca: IBGPOrganização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional | Regulamentação da Educação de Jovens e Adultos
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de educação destinada às pessoas que não tiveram acesso ou não deram continuidade aos estudos nas idades consideradas adequadas. Essa modalidade representa, entre outras coisas, a oportunidade de garantia do direito à educação para todos, abrangendo as funções de reparação, equalização e qualificação. Em conformidade com as Diretrizes Curriculares da Educação Básica para a Educação de Jovens e Adultos – anos finais do município de Uberaba, são esperadas a construção de habilidades e competências. Considerando as referidas diretrizes para a EJA, analise as competências listadas a seguir:

1. Dominar instrumentos complexos e científicos da cultura letrada, que lhes permitam melhor compreender e atuar no mundo escolar.
2. Ter acesso a outros graus ou modalidades de ensino básico e profissionalizante, assim como a outras oportunidades de desenvolvimento cultural.
3. Incorporar-se ao mundo do trabalho com melhores condições de desempenho e participação na distribuição da riqueza produzida.
4. Conhecer e valorizar a diversidade cultural brasileira, respeitar diferenças de gênero, geração, raça e credo, fomentando atitudes de não-discriminação.
5. Ignorar os conhecimentos científicos e históricos, assim como a produção literária e artística como patrimônios culturais da humanidade.
6. Exercitar sua autonomia pessoal com responsabilidade, aperfeiçoando a convivência em diferentes espaços sociais.

Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmações CORRETAS: 
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2

457941201446935
Ano: 2016Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: Biomedicina: Análises ClínicasTemas: Hematologia Biomédica | Métodos Hematológicos Manuais e Automatizados
Analise, no quadro a seguir, os resultados obtidos após um exame hematológico.

Resultados Normalidade Unidade
Hemoglobina: 8,7 11,5 – 16,0 g/dL
HCM: 20,2 27,0 – 32,0 pg
VCM: 64,5 75,0 – 92,0 fl
Leucócitos: 7,7 4,0 – 11,0 x 109 /L
Plaquetas: 556,0 150,0 – 400,0 x 109 /L
Ferritina: 10,0 12,0 – 200,0 mg/L
Ferro sérico: 6,0 11,0 – 32,0 mmol/L
C T L F e (TIBC): 90,0 42,0 – 80,0 mmol/L
Vit. B12: 221,0 > 150 ng/L
Folatos: 8,2 > 2,0 mg/L

Disponível em: <http://www.ciencianews.com.br/index.php/publicacoes/casos-clinicos/casos-hematologicos/casoshematologicos-caso-1/>
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3

457941200867020
Ano: 2016Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: Nutrição e DietéticaTemas: Terapia Nutricional | Nutrição e Diabetes

Analise o caso clínico a seguir.

Paciente, sexo feminino, 55 anos de idade, portadora do DM tipo 2 desde os 20 anos de idade, foi internada devido a fraqueza, anúria e edema. Ao exame bioquímico apresentou ureia de 110 mg/dL (VR: 10 a 40 mg/dL) e de creatinina: 2 mg/dL (VR: 0,7 a 1,3 mg/dL); volume urinário: 400 mL/24 horas. Diagnóstico clínico: DRC. Estado nutricional: sobrepeso.

Nesse caso, a dieta dessa paciente deverá ser:

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4

457941200450848
Ano: 2016Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: BiblioteconomiaTemas: Gestão de Bibliotecas e Centros de Informação | Programas Culturais e Educacionais
Considere as seguintes afirmativas sobre a formação de leitores.

I. É seguro afirmar que a leitura é fundamental para o desenvolvimento dos indivíduos, das organizações e das nações, pois a leitura pode levar à apropriação da informação.
II. É necessário que as instituições voltadas à leitura, à informação e ao conhecimento estejam atentas e busquem o quanto possível enfocar não apenas o acesso à informação e aos documentos, mas também a formação de leitores autônomos, críticos e participantes ativos na sociedade.
III. O ideal é que a formação do leitor se inicie no ambiente familiar.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
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5

457941200683338
Ano: 2016Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Estrutura Textual
Relacione a COLUNA II à COLUNA I, associando os tipos de coesão sequencial aos elementos que os caracterizam.

COLUNA I

1.
Sequenciação parafrásica
2.Sequenciação frástica

COLUNA II
(   )Repetição lexical
(   )
Progressão temática
(   )Paralelismo e paráfrase
(   )
Encadeamento por justaposição
(   )Recorrência de tempo verbal

A sequência
CORRETAé:
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6

457941202069516
Ano: 2016Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Eventos Contemporâneos de 2015 | Desastres Naturais e Antropogênicos Contemporâneos
Assinale a alternativa que apresenta o nome da bacia hidrográfica que foi atingida por rejeitos, após o rompimento de duas barragens em um município de Minas Gerais, em novembro de 2015.
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7

457941200648980
Ano: 2016Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: Segurança do Trabalho e Normas Regulamentadoras (NRs)Temas: Normas Regulamentadoras do Trabalho | NR 33 - Espaços Confinados

Analise as afirmativas a seguir sobre as obrigações do empregador em ambientes com espaços confinados, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas
( ) Acompanhar a implementação das medidas de segurança e saúde dos trabalhadores das empresas contratadas.
( ) Utilizar adequadamente os meios e equipamentos fornecidos pela empresa.
( ) Cumprir os procedimentos e orientações recebidos nos treinamentos com relação aos espaços confinados.
( ) Fornecer às empresas contratadas informações sobre os riscos nas áreas onde desenvolverão suas atividades e exigir a capacitação de seus trabalhadores
. Assinale a sequência CORRETA.

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8

457941201667856
Ano: 2023Banca: IBGPOrganização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

TEXTO 6

“As pessoas de uma mesma língua não se comunicam da mesma forma o tempo todo e também não falam sempre do mesmo jeito, os registros são realizados de maneira diferente, pois dependem da situação ou local, das pessoas envolvidas e, por isso, o falante tem sua expressão específica de acordo com a sua realidade” (pág. 228)


BARROS L. F.; TEDESCO, M. T.; NORMANDIA, C. Aspectos da referenciação em textos orais de idosos do sítio urbano do Rio de Janeiro. In Estudos em variação linguística nas línguas românicas. Universidade de Aveiro, Portugal. 2018

Ao analisar o texto identifica-se como temática central:
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9

457941200494603
Ano: 2016Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: Farmacologia e SaúdeTemas: Validação de Métodos Analíticos | Análise Físico-Química | Gestão da Qualidade Industrial
Uma indústria farmacêutica com certificado de boas práticas de fabricação para medicamentos sólidos de uso oral deverá apresentar infraestrutura para realizar os seguintes testes de controle de qualidade, EXCETO:
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10

457941201839617
Ano: 2019Banca: IBGPOrganização: Prefeitura de Uberaba - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Estrutura Textual
Texto associado

Cem anos de perdão


    Quem nunca roubou não vai me entender. E quem nunca roubou rosas, então é que jamais poderá me entender. Eu, em pequena, roubava rosas.

      Havia em Recife inúmeras ruas, as ruas dos ricos, ladeadas por palacetes que ficavam no centro de grandes jardins. Eu e uma amiguinha brincávamos muito de decidir a quem pertenciam os palacetes. “Aquele branco é meu.” “Não, eu já disse que os brancos são meus.” “Mas esse não é totalmente branco, tem janelas verdes.” Parávamos às vezes longo tempo, a cara imprensada nas grades, olhando.

      Começou assim. Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo. No fundo via-se o imenso pomar. E, à frente, em canteiros bem ajardinados, estavam plantadas as flores.

      Bem, mas isolada no seu canteiro estava uma rosa apenas entreaberta cor-de-rosa-vivo. Fiquei feito boba, olhando com admiração aquela rosa altaneira que nem mulher feita ainda não era. E então aconteceu: do fundo de meu coração, eu queria aquela rosa para mim. Eu queria, ah como eu queria. E não havia jeito de obtê-la. Se o jardineiro estivesse por ali, pediria a rosa, mesmo sabendo que ele nos expulsaria como se expulsam moleques. Não havia jardineiro à vista, ninguém. E as janelas, por causa do sol, estavam de venezianas fechadas. Era uma rua onde não passavam bondes e raro era o carro que aparecia. No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume.

      Então não pude mais. O plano se formou em mim instantaneamente, cheio de paixão. Mas, como boa realizadora que eu era, raciocinei friamente com minha amiguinha, explicando-lhe qual seria o seu papel: vigiar as janelas da casa ou a aproximação ainda possível do jardineiro, vigiar os transeuntes raros na rua. Enquanto isso, entreabri lentamente o portão de grades um pouco enferrujadas, contando já com o leve rangido. Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar. E, pé ante pé, mas veloz, andava pelos pedregulhos que rodeavam os canteiros. Até chegar à rosa foi um século de coração batendo.

      Eis-me afinal diante dela. Paro um instante, perigosamente, porque de perto ela ainda é mais linda. Finalmente começo a lhe quebrar o talo, arranhando-me com os espinhos, e chupando o sangue dos dedos.

      E, de repente – ei-la toda na minha mão. A corrida de volta ao portão tinha também de ser sem barulho. Pelo portão que deixara entreaberto, passei segurando a rosa. E então nós duas pálidas, eu e a rosa, corremos literalmente para longe da casa.

      O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

      Levei-a para casa, coloquei-a num copo d’água, onde ficou soberana, de pétalas grossas e aveludadas, com vários entretons de rosa-chá. No centro dela a cor se concentrava mais e seu coração quase parecia vermelho.

       Foi tão bom.

      Foi tão bom que simplesmente passei a roubar rosas. O processo era sempre o mesmo: a menina vigiando, eu entrando, eu quebrando o talo e fugindo com a rosa na mão. Sempre com o coração batendo e sempre com aquela glória que ninguém me tirava.

      Também roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensanguentados. Colhia várias que ia comendo ali mesmo, umas até verdes demais, que eu jogava fora.

      Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de rosas e de pitangas tem 100 anos de perdão. As pitangas, por exemplo, são elas mesmas que pedem para ser colhidas, em vez de amadurecer e morrer no galho, virgens.

LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. p. 408-410.

Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo.


A frase em destaque nesse trecho apresenta o RECURSO coesivo denominado:
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