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457941201428603
Ano: 2023Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: Legislação Municipal (Rio Grande do Norte)Temas: Legislação Municipal de Jardim do Seridó | Lei nº 1.144/2019 - Instituto de Previdência de Jardim do Seridó (JARDIMPREV)
De acordo com a Lei Municipal n.º 1.144/2019, que instituiu o Regime Próprio de Previdência do Município de Jardim do Seridó, à segurada que adotar uma criança de 5 (cinco) anos de idade é devido saláriomaternidade pelo período de
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457941200984110
Ano: 2023Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: Geografia Geral e HumanaTemas: Cartografia | Sistemas de Coordenadas Geográficas
A cartografia pode ser compreendida como a representação geométrica plana, simplificada e convencional de toda a superfície terrestre ou de parte desta, apresentada por meio de mapas, cartas ou plantas. A partir dos conhecimentos cartográficos, é correto afirmar que
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457941200882708
Ano: 2023Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: Contabilidade PúblicaTemas: Classificação da Despesa Orçamentária | Receita Pública: Orçamentária e Extraorçamentária | Receitas e Despesas Públicas | Despesa Pública: Orçamentária e Extraorçamentária
De acordo com o Art. 98 da Lei 4.320/64, a dívida que compreende os compromissos de exigibilidade superior a doze meses, contraídos para atender a desequilíbrio orçamentário ou a financeiro de obras e serviços públicos, denomina-se dívida
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457941201428247
Ano: 2023Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: Geografia Geral e HumanaTemas: Fitogeografia | Geografia Física
Em 1988, o ecólogo inglês Norman Myers, propôs o termo Hotspot de Biodiversidade, quando publicou um artigo na revista Environmentalist. Na ocasião, 10 localidades em florestas tropicais foram enquadradas como Hotspots. Essa proposição considerou algumas características quantitativas para classificar um determinado ambiente como um Hotspot, o qual deve
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457941201367933
Ano: 2023Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: Legislação Municipal (Rio Grande do Norte)Temas: Legislação Municipal de Jardim do Seridó
Com relação ao Processo Administrativo estabelecido no Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos da Prefeitura Municipal de Jardim do Seridó, é correto afirmar que
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457941201029774
Ano: 2023Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: Fisioterapia e ReabilitaçãoTemas: Fisioterapia em Ortopedia e Reumatologia | Fisioterapia em Ortopedia e Traumatologia
Nas cirurgias ortopédicas, a fisioterapia em traumatologia e ortopedia possui um papel fundamental na reabilitação, acompanhando passo a passo a evolução do paciente. As intervenções propostas auxiliam na cicatrização da estrutura lesada e mantêm a movimentação. Assim, evitam-se os efeitos deletérios da imobilização, como a fraqueza muscular e a hipotrofia, deixando o paciente totalmente apto para o retorno das suas atividades diárias. Ao tecido formado por células osteogênicas que revestem as cavidades dos ossos esponjosos, o canal medular, os canais de Havers e os de Volkmann denomina-se 
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457941201322140
Ano: 2023Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfossintaxe da Palavra 'QUE' | Morfossintaxe da Palavra 'QUE'
Texto associado

A questão refere-se ao texto a seguir.



Como frear os massacres nas escolas


 Alexandre Carvalho


     Luz, câmeras do circuito interno preparadas… e ação! Um adolescente de 17 anos saca uma arma de fogo e dispara contra ex-colegas. Segundos depois, seu cúmplice, de 25, usa um machado para atingir vítimas já caídas no chão. Cinco alunos, uma coordenadora pedagógica e uma inspetora do colégio foram assassinados. Antes do ataque, um dos atiradores fez questão de se exibir na internet: publicou 20 fotos suas no Facebook, alternando entre o rosto zangado à mostra e coberto com uma máscara de caveira – a mesma que ele usou no que ficaria conhecido como o “Massacre de Suzano”.


      As cenas registradas na escola da Região Metropolitana de São Paulo, em março de 2019, foram exibidas à exaustão nos portais de internet e telejornais. Os espectadores assistiram às armas apontadas, aos golpes de machado em cabeças com a imagem distorcida – para não ferir (ainda mais) a sensibilidade da audiência. Viram as crianças pulando o muro da escola em desespero; ouviram seus gritos, choros e ligações para o celular dos pais, implorando socorro. Uma edição de cenas idênticas às dos filmes de ação mais eletrizantes. Mas era um terror real.


      Eis que um salto de quatro anos nos leva à tragédia do dia 28 de março agora. Um adolescente assassinou com facadas sua professora de 71 anos numa escola da Vila Sônia, zona oeste paulistana. Também feriu colegas até ser imobilizado e desarmado por duas mulheres. Em depoimento à polícia, o garoto confessou: “Fui inspirado pelo Massacre de Suzano”. Não à toa, usava a mesma máscara com imagem de caveira que um de seus ídolos ostentava na internet. E seguiu o padrão de se gabar. Horas antes do ataque, publicou no Twitter: “Irá acontecer hoje, esperei por esse momento a vida inteira”. Em seu perfil nessa rede social, usava o sobrenome de um dos atiradores de Suzano.


      A influência por trás desse adolescente assassino se encaixa na descrição do “efeito copycat”: o interesse de alguém no sensacionalismo em torno de crimes violentos (ou suicídios) a ponto de cometer atos semelhantes. No caso de criminosos em potencial, é gente que quer a mesma celebridade de seus malvados favoritos.


      Mas por que a publicidade de crimes geraria mais crimes? A resposta passa primeiro pela nossa própria essência: a linha entre civilização e barbárie é mais tênue do que Homo sapiens modernos tendem a crer. Freud tinha uma explicação para isso. Ele afirmava que a pressão civilizatória para a vida em sociedade trouxe um mal-estar para o que se esconde no nosso cérebro primitivo, confortável com o comportamento violento. Afinal, a humanidade passou o grosso de sua história lidando com assassinatos como parte do dia a dia. O psicólogo Steven Pinker, que estudou as razões do declínio da violência através dos tempos, escreveu: “Até recentemente, a maioria das pessoas não achava que havia algo particularmente errado com elas”.


      A sociedade mudou, mas bem mais rapidamente do que o funcionamento do órgão que temos na caixa craniana. Lá no fundo, esse instinto homicida ainda existe e quer se manifestar – e nem sempre à sombra do olhar da Justiça. Afinal, a notoriedade de um assassinato pode ser favorável a quem quer ser temido ou aceito pelo grupo (pense em grupos que dominavam outros à base da força). E, até hoje, acaricia o ego dos que desejam pôr a cabeça para fora da maioria.


      Veja o caso da morte de John Lennon. O beatle teve de escrever muitas das melhores composições da música pop para se estabelecer como um superstar. Seu assassino só precisou de cinco disparos para ter seu rosto estampado pelo mundo, e ver seu nome se tornar quase tão conhecido quanto o de sua vítima.


      O massacre da Columbine High School, de 1999, no qual dois adolescentes mataram 13 pessoas a tiros e se suicidaram em seguida, tornou os rostos e nomes dos assassinos conhecidos mundialmente. Virou filme, documentário. E levou a uma corrente de atos parecidos mundo afora. Só nos EUA, houve 377 ataques em escolas desde então.


      Com as redes sociais, o estrelato psicótico ficou ainda mais acessível. E a própria evolução no número de massacres americanos mostra isso. Em 2000, um ano após Columbine, e com a internet ainda na infância, aconteceram 12 tiroteios em escolas. Em 2018, o ano em que o TikTok se tornou o app mais baixado dos EUA, foram 30 ataques com armas de fogo. No ano passado, 46 – o recorde até agora. Um estudo da Temple University (EUA) vai ao encontro dessa ligação entre os massacres e a ascensão das redes: mostrou que adolescentes se tornam cinco vezes mais propensos a cometer crimes se sabem que seus colegas estão vendo.


      No mundo pré-internet, era mais difícil para alguém com pendor para a prática criminosa encontrar grupos com interesses idênticos. Com redes sociais é diferente: aqueles com tendências violentas acham seus semelhantes com facilidade, mesmo que estejam em cidades, estados ou países diferentes. E um agressor em potencial mais ousado estimula o outro.


      Há caminhos para minimizar essa tendência. Se o descontrole no acesso ao conteúdo está na essência das redes sociais, um relatório do Crest, consultoria britânica especializada em crime e Justiça, traz algumas recomendações. Estamos falando de treinamento de crianças como espectadores de mídia social, para orientá-las sobre como identificar (e dar um alerta) se algo parecer levar à violência. Outra seria criar uma escala de classificação para plataformas de rede social, indicando o quão seguras elas são para crianças – já que isso pressionaria as próprias redes a abolir conteúdo impróprio de forma mais eficiente. No Brasil, o Ministério da Justiça anunciou a ampliação de 10 para 50 o número de policiais do grupo de monitoramento da dark web, a terra sem lei onde comunidades de criminosos se sentem em casa.


      Mas talvez a mais importante das iniciativas seja algo simples. E que está começando a ser defendida (e posta em prática) no Brasil com ênfase depois que, poucos dias após o assassinato na Vila Sônia, um homem de 25 anos invadiu uma creche em Blumenau (SC) e matou quatro crianças com uma machadinha. É não dar o que alguns desses matadores mais querem: a celebridade.


      No mesmo dia do massacre dessas meninas e meninos, William Bonner anunciou no Jornal Nacional que os nomes e as imagens de autores de ataques, assim como vídeos dos crimes, não seriam mais divulgados na Globo. Outros órgãos de imprensa adotaram a mesma abordagem. E é o que fizemos neste artigo, incluindo casos do passado. Glamourizar assassinos, afinal, equivale a pedir por mais assassinatos.



Disponível em:< https://super.abril.com.br/sociedade>. Acesso em 25 jun. 2023.

A questão refere-se ao trecho reproduzido a seguir.


      O psicólogo Steven Pinker, que estudou as razões do declínio da violência através dos tempos, escreveu que “até recentemente, a maioria das pessoas não achava que havia algo particularmente errado com elas”.


Sobre as ocorrências da palavra “que”, nesse trecho, é correto afirmar:
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8

457941200864824
Ano: 2023Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: História Mundial | Idade Média Europeia
Leia o texto a seguir:


Em outras palavras, as mulheres foram acusadas

de bruxaria porque a reestruturação da Europa

rural no início do capitalismo destruiu seus meios

de sobrevivência e a base de seu poder social,

deixando-as sem nenhum recurso além da

dependência da caridade de quem estava em

melhores condições. Isso em uma época de

desintegração dos laços comunais e de

cristalização de uma nova moralidade – que

criminalizava o ato de pedir esmolas e

desprezava a caridade, que no mundo medieval

fora um caminho conhecido para a salvação

eterna.


(FEDERICI, Silvia. Mulheres e caça às bruxas: da Idade Média aos dias atuais. Traduzido por Heci Regina Candiani. 1° ed. São Paulo:Boitempo, 2019. P.62)


 Ao analisar a caça às bruxas no início da Idade Moderna sob o ponto de vista social, a autora propõe uma abordagem que contempla
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457941201385277
Ano: 2023Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética | Unidades de Medida
A densidade demográfica corresponde à medida expressa pela razão entre a população e a superfície do território. Na cidade de Jardim do Seridó/RN, essa medida equivale a 32,6 hab/km2 . De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população estimada, nesse munícipio, em 2021, foi, aproximadamente, 12 mil habitantes. Sendo assim, a área superficial aproximada do território da cidade corresponde a
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457941201472508
Ano: 2019Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Jardim do Seridó - RNDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Saúde Feminina | Cuidados de Enfermagem no Pré-Natal
O Pré-natal é um acompanhamento de saúde multiprofissional que a gestante recebe durante a gravidez. Para direcionar as ações voltadas para esse público, o Ministério da Saúde disponibilizou o Carderno de Atenção ao Pré-natal de baixo risco, que descreve ações que devem ser realizadas durante um Pré-natal de baixo risco de qualidade na Atenção Básica. Sobre as consultas de pré-natal, é correto afirmar:
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