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Texto II para responder a questão.
A divisão do trabalho social cria a solidariedade
[...]
Bem diverso [da solidariedade mecânica] é o caso da solidariedade produzida pela divisão do trabalho. Enquanto a precedente implica que os indivíduos se assemelham, esta supõe que eles diferem uns dos outros. A primeira só é possível na medida em que a personalidade individual é absorvida na personalidade coletiva; a segunda só é possível se cada um tiver uma esfera de ação própria, por conseguinte, uma personalidade. É necessário, pois, que a consciência coletiva deixe descoberta uma parte da consciência individual, para que nela se estabeleçam essas funções especiais que ela não pode regulamentar; e quanto mais essa região é extensa, mais forte é a coesão que resulta dessa solidariedade. De fato, de um lado, cada um depende tanto mais estreitamente da sociedade quanto mais dividido for o trabalho nela e, de outro, a atividade de cada um é tanto mais pessoal quanto mais for especializada. Sem dúvida, por mais circunscrita que seja, ela nunca é completamente original; mesmo no exercício de nossa profissão, conformamo‐ nos a usos, a práticas que são comuns a nós e a toda a nossa corporação. Mas, mesmo nesse caso, o jugo que sofremos é muito menos pesado do que quando a sociedade inteira pesa sobre nós, e ele proporciona muito mais espaço para o livre jogo de nossa iniciativa. Aqui, pois, a individualidade do todo aumenta ao mesmo tempo que a das partes; a sociedade torna‐se mais capaz de se mover em conjunto, ao mesmo tempo em que cada um de seus elementos tem mais movimentos próprios. Essa solidariedade se assemelha à que observamos entre os animais superiores. De fato, cada órgão aí tem sua fisionomia especial, sua autonomia, e contudo a unidade do organismo é tanto maior quanto mais acentuada essa individualização das partes. Devido a essa analogia, propomos chamar de orgânica a solidariedade devida à divisão do trabalho.
[...]
(DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.)
A inclusão é um ato democrático de cidadania porque atinge a todos e deflagra uma urgência na modificação de nós mesmos para:
I. A aceitação da pessoa com necessidades educacionais especiais não como ser limitado, mas como indivíduo produtivo.
II. A compreensão plena de suas afetividades e desejos.
III. Admitir sua capacidade intelectual de forma a incitá‐la ao convívio social.
Estão corretas as afirmativas
Leia um trecho do texto do professor Sírio Possenti (A fonte completa foi omitida propositadamente).
“Saber falar significa saber uma língua. Saber uma língua significa saber uma gramática. [...] As crianças, por exemplo, não estudam sintaxe da colocação antes de ir à escola, mas, sempre que falam sequências que envolvem, digamos, um artigo e um nome, dizem o artigo antes e o nome depois [...]”
(POSSENTI, Sírio.)
Acerca do trecho lido, pode‐se afirmar que as considerações feitas refletem características da
“Desertificação é o empobrecimento dos ecossistemas áridos ou subúmidos em virtude do efeito combinado das atividades humanas e da seca. A desertificação está associada às mudanças verificadas no clima: escassez hídrica, redução das precipitações com a consequente alteração do balanço hídrico. Também contribui para o processo de ação antrópica, o mau uso do solo, a prática de queimada, o desmatamento e derrubada da mata nativa, as quais reduzem a retenção de umidade no solo.”
(CONTI, José Bueno. Mudanças climáticas globais, 1998.)
Usualmente a desertificação manifesta‐se por meio de, EXCETO: