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Acerca da aposentadoria, disposta na Lei n.º 2.370/2002, analise as proposições abaixo e assinale (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso.
( ) Dar-se-á por invalidez permanente, sendo os proventos integrais ao tempo de contribuição quando decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificada em lei, e proporcionais nos demais casos.
( ) A voluntária ou por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato.
( ) A compulsória se dará aos sessenta e cinco anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição.
( ) A por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde, por período não excedente a 48 (quarenta e oito) meses.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Conforme disposto na Lei n.º 28/2003, compete ao Presidente da Comissão de Recursos Humanos, dentre outros,
I. convocar e presidir as reuniões, lavrando-se em ata as deliberações tomadas.
II. comunicar aos órgãos competentes da Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais, as deliberações da Comissão de Recursos Humanos para que sejam implementadas as medidas decorrentes.
III. exercer o voto de desempate, durante as reuniões da Comissão.
É correto o que se afirma em
Com base no balancete de verificação, extraído dos sistemas contábeis de uma determinada empresa, em 31/12/2018, responda à questão.
Descrições das Contas Contábeis Valores em Reais
Estoques 64.000,00
Fornecedores (67.900,00)
Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes 9.140,00
Reserva de Lucros (32.600,00)
Despesas Diversas 1.300,00
Ativo Imobilizado 166.000,00
Despesas Gerais e Administrativas 21.650,00
Devoluções de Vendas 8.500,00
Depósitos Judiciais de LP 7.600,00
Banco Depósitos à Vista 15.000,00
Salários a Pagar (27.500,00)
Caixa 2.500,00
Capital Social (70.000,00)
Despesas Antecipadas 2.400,00
Custo dos Produtos Vendidos 112.400,00
Impostos sobre Vendas 18.700,00
Receitas Financeiras (2.980,00)
Títulos a Receber de LP 22.500,00
Despesas de Vendas 17.290,00
Impostos a Recolher (29.000,00)
Contas a Receber de Clientes 25.000,00
Contas a Pagar (19.000,00)
Aplicações Financeiras de Curto Prazo 17.600,00
Despesas Financeiras 2.100,00
Empréstimos e Financiamentos de CP (22.500,00)
Benefícios Trabalhistas a Pagar (23.000,00)
Outras Receitas Operacionais (3.200,00)
Vendas de Produtos (216.000,00)
Note que o resultado do exercício deverá ser encerrado, não
havendo qualquer distribuição do lucro.
Uma pesquisa publicada recentemente revelou que os casais que fazem sexo pelo menos uma vez por semana são mais felizes com seu relacionamento que aqueles que o fazem com menos frequência. A explicação vai além do romance. O sexo aumenta a imunidade e o humor diminuindo os níveis de stress. Chegar a um orgasmo estimula ainda mais esses mecanismos, com a descarga de ocitocina e endorfina, substâncias ligadas ao prazer e ao relaxamento. E, no entanto, psicólogos e sexólogos tentam minimizar a relevância na quantidade de sexo. Há uma ideia consensual: a frequência boa é aquela em que os dois estão satisfeitos e ponto. Um casal pode funcionar bem se fizer sexo três vezes por semana. Outros combinam perfeitamente se as relações ocorrerem duas vezes por mês. O problema acontece quando cada parte do casal deseja uma rotina diferente – e daí surge a insatisfação.
Na equação da rotina sexual é preciso ter em mente determinadas variáveis que mudam as regras do jogo. A principal delas, fundamental: o tempo de relacionamento. Algumas pesquisas já mostraram que o período da paixão e da conquista acaba após cerca de dois anos, quando o fogo inaugural se apaga. Depois desse tempo, é preciso aprender a conciliar segurança e previsibilidade com o desejo. Essa conta nem sempre fecha se não houver esforço das duas partes. E o que as mulheres parecem desejar é a mudança dentro do quarto, a chance de reacenderem a flama. Nas ruas, nas últimas décadas, houve vitória parcial, e ela deve ser celebrada. No mercado de trabalho, apesar de ainda existir um fosso, o salário da mulher começa a se aproximar do recebido pelo homem. Movimentos feministas espalham-se como necessidade, jogando na lata de lixo da história polêmicas como a de Millôr Fernandes, que a certa altura, no início dos anos 1970, escreveu que “o melhor movimento feminino ainda é o dos quadris”. Há machismo, sim, mas a sociedade tem anticorpos para debelá-lo.
Enfim, na ágora pública a mulher de hoje não é a de ontem, e a lei está aí para defendê-la, para pô-la em pé de igualdade com o homem, como deve ser. Contudo, na intimidade, salvo exceções que confirmam a regra, as distâncias abissais permanecem. Caducou uma indagação clássica e centenária do pai da psicanálise, Sigmund Freud, repetida à exaustão, a ponto de ter perdido completamente o sentido: “Afinal, o que quer uma mulher?”. Quer – entre muitas outras vontades, como sempre puderam querer os homens – mais sexo.
(Revista Veja, 05.06.2019. Adaptado).
Analise as frases abaixo.
“Há machismo, sim, mas a sociedade tem anticorpos para ‘debelá-lo’”. “
Há uma ideia ‘consensual’...”
“Contudo, na intimidade, salvo exceções que confirmam a regra, as distâncias ‘abissais’ permanecem”.
Assinale a alternativa cujos termos apresentem, respectivamente, um sentido oposto ao das palavras acima destacadas.
Uma pesquisa publicada recentemente revelou que os casais que fazem sexo pelo menos uma vez por semana são mais felizes com seu relacionamento que aqueles que o fazem com menos frequência. A explicação vai além do romance. O sexo aumenta a imunidade e o humor diminuindo os níveis de stress. Chegar a um orgasmo estimula ainda mais esses mecanismos, com a descarga de ocitocina e endorfina, substâncias ligadas ao prazer e ao relaxamento. E, no entanto, psicólogos e sexólogos tentam minimizar a relevância na quantidade de sexo. Há uma ideia consensual: a frequência boa é aquela em que os dois estão satisfeitos e ponto. Um casal pode funcionar bem se fizer sexo três vezes por semana. Outros combinam perfeitamente se as relações ocorrerem duas vezes por mês. O problema acontece quando cada parte do casal deseja uma rotina diferente – e daí surge a insatisfação.
Na equação da rotina sexual é preciso ter em mente determinadas variáveis que mudam as regras do jogo. A principal delas, fundamental: o tempo de relacionamento. Algumas pesquisas já mostraram que o período da paixão e da conquista acaba após cerca de dois anos, quando o fogo inaugural se apaga. Depois desse tempo, é preciso aprender a conciliar segurança e previsibilidade com o desejo. Essa conta nem sempre fecha se não houver esforço das duas partes. E o que as mulheres parecem desejar é a mudança dentro do quarto, a chance de reacenderem a flama. Nas ruas, nas últimas décadas, houve vitória parcial, e ela deve ser celebrada. No mercado de trabalho, apesar de ainda existir um fosso, o salário da mulher começa a se aproximar do recebido pelo homem. Movimentos feministas espalham-se como necessidade, jogando na lata de lixo da história polêmicas como a de Millôr Fernandes, que a certa altura, no início dos anos 1970, escreveu que “o melhor movimento feminino ainda é o dos quadris”. Há machismo, sim, mas a sociedade tem anticorpos para debelá-lo.
Enfim, na ágora pública a mulher de hoje não é a de ontem, e a lei está aí para defendê-la, para pô-la em pé de igualdade com o homem, como deve ser. Contudo, na intimidade, salvo exceções que confirmam a regra, as distâncias abissais permanecem. Caducou uma indagação clássica e centenária do pai da psicanálise, Sigmund Freud, repetida à exaustão, a ponto de ter perdido completamente o sentido: “Afinal, o que quer uma mulher?”. Quer – entre muitas outras vontades, como sempre puderam querer os homens – mais sexo.
(Revista Veja, 05.06.2019. Adaptado).