Camila comprou um produto que custava R$ 1.500,00 à vista.
Ela pagou um valor V no ato da compra e, um mês depois,
pagou R$ 1.100,00, quitando a compra. A taxa de juros mensal
que o vendedor aplicou foi de 10%.
Gerenciar os riscos refere-se a, dentre outros, implementar um
processo de gestão de continuidade de negócios para se preparar
e reduzir os efeitos de possíveis incidentes, sejam naturais ou
provocados pelo homem, que tenham o potencial de interromper
as atividades da organização. A organização utiliza os resultados
do processo de avaliação de riscos para definir a estratégia de
proteção e recuperação das suas atividades prioritárias em caso
de desastres. A estratégia deve ser desdobrada em planos de
continuidade que estabeleçam procedimentos e responsáveis, e
que sejam testados.
Quando ocorrem os desastres, são fundamentais para o sucesso
da execução dos planos de continuidade de negócios:
De acordo com o entendimento doutrinário, os atos administrativos
que indicam juízo de valor, dependendo, portanto, de
outros atos de caráter decisório classificam-se como:
Uma empresa vendeu mercadorias a prazo por R$ 50.000,00 com
vencimento para 10 meses. Com base em estimativas passadas, a
companhia projeta que 5% dessas vendas não serão cobradas.
Dessa forma, o contador deve contabilizar uma:
Recentemente, a 20 quilômetros da cidade de Frankfurt, Alemanha,
pesquisadores encontraram um sítio arqueológico de sete
mil anos, onde uma aldeia inteira teria sido exterminada por vizinhos
inimigos enquanto dormia. Além dos golpes fatais na cabeça de
cada um, havia, nesses restos mortais, sinais de torturas variadas
espalhados pelos corpos das vítimas. Para começar, todos tinham
as pernas quebradas, provavelmente para que não pudessem escapar
à tortura.
Como os agrupamentos humanos do neolítico não passavam
de algumas dezenas de pessoas, o número de mortos massacrados
a porrete, incluindo crianças, seria equivalente a algo em torno
de 40 milhões de brasileiros, se sofrêssemos hoje um ataque das
mesmas proporções. Diante disso, Hiroshima e Nagasaki não teriam
passado de um entrevero desimportante, sem maiores pretensões
e consequências.
Não deve ser, portanto, verdade que o homem nasce bom e se
torna mau, que nasce puro e a sociedade o corrompe com seus
hábitos, com seu desenvolvimento e progresso. Mesmo que não
existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua
violência. O bon sauvage que Jean-Jacques Rousseau, um precursor
da democracia moderna, anunciou no século XVIII, nunca
existiu. O homem sempre foi violento e essa violência nunca foi
provocada apenas por necessidades incontroláveis como a fome.
Na verdade, a violência apenas como fruto de necessidades é, ao
contrário, uma característica dos outros animais.
A violência é uma perversão da natureza humana. Ela está na
origem da espécie, em sua luta pela sobrevivência, mas também no
desejo de se impor ao outro. O homem é, por exemplo, o único
animal capaz de torturar um seu igual, o único a fazer da violência
uma manifestação cultural.
Grande parte dos crimes cometidos em nossas ruas é
provocada por um desejo incontrolável produzido por nós mesmos,
sem que a vítima tenha nada a ver com isso. Na maior parte das
vezes, esse desejo tem origem em nosso exibicionismo, na necessidade
de conquistarmos o que o outro já tem, fruto da propaganda
que nos fala todo dia das maravilhas que não estão a nosso alcance.
Só a educação pode evitar essa prática criminosa do desejo. Ou
a civilização.
A civilização, ao contrário do que certos naturistas querem,
inclusive alguns pais do Iluminismo, como o próprio Rousseau, é um
conjunto de arranjos impostos às relações humanas para evitar a
inevitável violência que não temos individualmente forças para conter.
É como se fossem regras restritivas e sucessivas, criadas pela
consciência humana por medo de sua própria violência. Um jeito de
conviver com seu semelhante, sem necessidade de se impor pelo
porrete.
É provável que nunca consigamos extinguir a violência entre
os homens; mas essa fatalidade não justifica sermos solidários ou
mesmo complacentes com ela. O papel da civilização será sempre o
de domesticar a violência, criar condições para que ela não seja
admissível e muito menos indispensável, seja na forma de guerras
coletivas, seja na de conflitos individuais. Nenhum de seus formatos
é justo, mesmo que exercido em nome de ideologias, de programas
políticos, de lutas pelo poder. Se as ideias exigem violência para se
concretizarem, elas devem estar erradas.
Cacá Diegues. O Globo, 30/08/2015. Fragmento.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/a-civilizacao-contra-porrete-17344948#ixzz3kiZVuJ3E
No quinto parágrafo, há um verbo e vários pronomes
flexionados na primeira pessoa do plural. Nesse contexto,
essa flexão abrange, além do autor:
XX, vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, consultou
sua assessoria a respeito da possibilidade de serem apresentados
projetos de decreto legislativo, observados os balizamentos
estabelecidos na Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro e os
requisitos regimentais, que tenham por objeto:
(1) propor ao Plenário a criação, a transformação e a extinção de
cargos, empregos ou funções da Câmara Municipal;
(2) responder aos requerimentos enviados à Mesa Diretora pelos
vereadores;
(3) aprovação dos nomes dos conselheiros do Tribunal de Contas
do Município; e
(4) convocação do prefeito para prestar informações sobre
matérias de sua competência.
A assessoria informou, corretamente, em relação aos possíveis objetos
dos projetos de decreto legislativo, previstos em 1, 2, 3 e 4, que:
Nas abordagens para a medição da eficácia organizacional, a
que avalia a habilidade da organização de ser inovadora e
funcionar rápida e responsavelmente, com o objetivo de melhorar
a tomada de decisão e aumentar o ritmo de inovação de
produtos, é a abordagem: