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Se colocássemos a expressão “comigo mesmo” no plural, a forma correta seria:
Um campeonato de futebol foi disputado por 16 equipes em sistema de turno e returno, ou seja, cada equipe jogou duas vezes com cada uma das demais. Como sabemos, em cada jogo o vencedor faz 3 pontos e o perdedor não faz ponto algum; em caso de empate, cada equipe faz um ponto. Terminado o torneio, constatou-se que as equipes somaram um total de 635 pontos. Assim, se dividirmos o número de jogos do campeonato que terminaram empatados pelo número de jogos em que houve vencedor obtemos aproximadamente:
Um código em Javascript, para atribuir o valor “10” em um elemento qualquer com id = ‘Teste’ é como segue: document.getElementById( ‘Teste’ ).value = 10;. Em jQuery, este mesmo código é codificado como:
No Linux, são sistemas de arquivo e gerenciador de boot respectivamente:
No quadro a seguir, em cada linha o número da terceira coluna foi obtido a partir dos números que aparecem nas duas primeiras colunas seguindo-se uma mesma regra.
2 | 4 | 5 |
8 | 3 | 21 |
10 | 6 | 57 |
5 | 7 | ? |
Assim, a interrogação substitui o seguinte número:
“Quando me desespero, lembro-me que por toda a história, a verdade e o amor sempre vencem. Existiram assassinos e tiranos e, por um tempo, eles pareceram invencíveis. Mas, no fim, eles sempre caíram. Penso nisso, sempre”. (Gandhi)
Sobre o emprego das vírgulas nesse pensamento de Gandhi, a única afirmativa verdadeira é:
TEXT I
Breaking the habit: From oiloholics to e-totallers
What changes in driving habits and improved batteries might do to oil demand
It has been a bad couple of years for those hoping for the death of driving. In America, where cars are an important part of the national psyche, a decade ago people had suddenly started to drive less, which had not happened since the oil shocks of the 1970s. Academics started to talk excitedly about “peak driving”, offering explanations such as urbanisation, ageing baby-boomers, car-shy millennials, ride-sharing apps such as Uber and even the distraction of Facebook.
Yet the causes may have been more prosaic: a combination of higher petrol prices and lower incomes in the wake of the 2008-09 financial crisis. Since the drop in oil prices in 2014, and a recovery in employment, the number of vehicle-miles travelled has rebounded, and sales of trucks and SUVs, which are less fuel-efficient than cars, have hit record highs.
This sensitivity to prices and incomes is important for global oil demand. More than half the world’s oil is used for transport, and of that, 46% goes into passenger cars. But the response to lower prices has been partially offset by dramatic improvements in fuel efficiency in America and elsewhere, thanks to standards like America’s Corporate Average Fuel Economy (CAFE), the EU’s rules on CO2 emissions and those in place in China since 2012.
The IEA says that such measures cut oil consumption in 2015 by a whopping 2.3m b/d. This is particularly impressive because interest in fuel efficiency usually wanes when prices are low. If best practice were applied to all the world’s vehicles, the savings would be 4.3m b/d, roughly equivalent to the crude output of Canada. This helps explain why some forecasters think demand for petrol may peak within the next 10-15 years even if the world’s vehicle fleet keeps growing.
Occo Roelofsen of McKinsey, a consultancy, goes further. He reckons that thanks to the decline in the use of oil in light vehicles, total consumption of liquid fuels will begin to fall within a decade, and that in the next few decades driving will be shaken up by electric vehicles (EVs), self-driving cars and car-sharing. […]
(Dated Nov 24th, 2016. From https://www.economist.com/news/specialreport/21710635-what-changes-driving-habits-and-improved-batteries-might-dooil-demand-coming. Accessed July 18th, 2017)
In the first paragraph, one of the reasons provided for the fact that driving was reduced in America a decade ago is:
“Fazem-nos modernamente constituições para os povos como se fariam vestidos para as pessoas sem lhes tomar as medidas”. (Marquês de Maricá)
A afirmação correta sobre os componentes desse pensamento do Marquês de Maricá é:
“Um verdadeiro gastrônomo deveria estar sempre pronto para comer, assim como um soldado deveria estar sempre pronto para lutar”.
O termo ‘gastrônomo’ significa “aquele que segue as leis do estômago”, já que o radical ‘gastro’ significava “estômago” na língua grega. Em todas as palavras abaixo está presente o segundo elemento ‘onomo’, com valor de “princípio, lei, normas”. Assinale o vocábulo abaixo, todos de uso corrente, que mostra significado EQUIVOCADO:
No desenvolvimento de uma nova versão do banco de dados BDPPSAv22 em MySQL, surge a necessidade da exclusão da versão antiga BDPPSAv11. Nesse caso, o comando SQL a ser utilizado é: