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457941200043450
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Direito AdministrativoTemas: Improbidade Administrativa - Leis 8.429/1992 e 14.230/2021
A prática de ato de improbidade pode ser levada a conhecimento da autoridade administrativa por meio de representação apresentada:
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2

457941201721314
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Epidemiologia
Um teste diagnóstico foi aplicado a um grupo de pessoas: 100 eram doentes e 100 saudáveis. Dos 100 doentes, 80 tiveram o teste positivo. Sobre este teste diagnóstico, marque a alternativa correta.
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3

457941201222253
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Gastroenterologia Clínica
Mulher jovem, 22 anos, sem antecedentes clínicos ou cirúrgicos, foi encaminhada a um consultório por dor epigástrica pós-prandial com 8 meses de evolução, sensação de saciedade, mal-estar geral após as refeições e perda de peso moderada. No exame físico, encontraram-se frêmito na região epigástrica e sopro abdominal mais acentuado à expiração.

Assinale a alternativa correta que contém, respectivamente, exame complementar e diagnóstico compatíveis com o caso clínico apresentado.
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4

457941201477145
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Medicina Respiratória
Aproximadamente 20% da população asmática é sensível à aspirina e outros anti-inflamatórios não esteroidais. A asma induzida por aspirina (AIA) é uma doença comum e frequentemente subdiagnosticada, que pode ser tratada com o uso de:
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5

457941201953401
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Gastroenterologia Clínica
Um paciente de 50 anos, alcoólatra, é admitido no pronto-socorro com forte dor abdominal, “em barra”, no andar superior do abdômen. No exame físico, observam-se máculas violáceas na região periumbilical e em flancos. Das opções a seguir, a hipótese diagnóstica mais provável é:
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6

457941201707444
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Legislação Municipal (Rio de Janeiro)Temas: Legislação Municipal de Araruama | Lei nº 548/1986 - Regime Jurídico dos Servidores Públicos de Araruama
Segundo a Lei Municipal nº 548/1986 (Regime Jurídico dos Funcionários Públicos de Araruama), o funcionário será aposentado:
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7

457941200878204
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Estatística e ProbabilidadeTemas: Funções de Massa e Densidade de Probabilidade | Teoria das Probabilidades
Suponha que X ~Normal (0,3). E seja F (x) = P (X ≤ x) a função de distribuição de X. Tem-se que F (0) é igual a:
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8

457941201067541
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Advérbios | Análise Textual | Morfologia
Texto associado

Texto para responder à questão.


Restos de Carnaval


    Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval.Até que viesse o outro ano. E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.
    No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé da escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.
    E as máscaras? Eu tinha medo, mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério.Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.
    [...]
    Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com as quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira.
    [...]
    Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa.
    Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei. No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge – minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa – mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. Aalegria dos outros me espantava.
LISPECTOR, Clarice. Felicidade clandestina . Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 25-28
No período “Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão EXTREMAMENTE vazia que se segue ao carnaval.”, o termo em destaque só teria prejuízo para o sentido original do texto, se fosse substituído por:
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9

457941201311877
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Medicina Respiratória
Um paciente com dispneia, hipoxemia, em pós-operatório de Artrodese de coluna, apresenta as seguintes alterações eletrocardiográficas: presença de onda S na derivação D1 e onda Q na derivação D3, onda T invertida na derivação D3 (padrão de McGuinn - White). O diagnóstico provável para esse quadro é:
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10

457941200910109
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Araruama - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sentido Literal e Figurado | Análise Textual
Texto associado

Texto para responder à questão.


Restos de Carnaval


    Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval.Até que viesse o outro ano. E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.
    No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé da escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.
    E as máscaras? Eu tinha medo, mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério.Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.
    [...]
    Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com as quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira.
    [...]
    Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa.
    Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei. No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge – minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa – mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. Aalegria dos outros me espantava.
LISPECTOR, Clarice. Felicidade clandestina . Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 25-28
Em qual alternativa produz-se evidente equívoco de leitura, quando se afirma que o fragmento transcrito do texto foi usado em sentido denotativo?
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