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457941201597222
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Contabilidade PúblicaTemas: Demonstrações Financeiras
A representação gráfica dos estados patrimoniais que indica a existência de Passivo a Descoberto é:
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457941200471140
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Contabilidade: Teoria e PráticaTemas: Fundamentos de Contabilidade | Demonstração do Balanço Patrimonial
O balancete de verificação da empresa ABC Comercial apresenta as seguintes contas e respectivos saldos em 31/12/2017.

Mercadorias em Estoque 4.500,00
Móveis e Utensílios 2.750,00
Estoque de Material de Consumo 800,00
Contas a Pagar 4.250,00
Receita de Aluguel 1.700,00
Duplicatas e Receber 1.250,00
Despesas Financeiras 1.150,00
Impostos a Recolher 1.350,00
Capital Social 3.400,00
Prejuízos Acumulados 250,00
Com base, exclusivamente nas informações acima, pode-se afirmar com segurança que, em 31/12/2017, a empresa ABC Comercial tinha um Capital Próprio no valor de:
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3

457941200825866
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Termos Essenciais da Oração
Texto associado

Medos à beira do abismo


                "De que a senhora tem medo?", foi a pergunta bastante original numa dessas entrevistas recentes. 

               Pensei e disse: morro de medo de muita coisa, mas acho que, com o tempo, passei a ser mais corajosa (e achei, eu mesma, graça do que dizia). Principalmente, medo de qualquer mal que possa acontecer a pessoas que eu amo. Acidente, assalto, doença. Sei o que é sentir-se impotente quando algo gravíssimo acontece com alguma delas. No fundo mais fundo da mente, vem a indagação insensata e tola, mas pungente: como não pude proteger meu filho adulto de uma morte súbita no mar que ele amava? 

           Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política, ninguém levando porrada – como diria Fernando, o Pessoa. Empregamos palavras grandiosas, até solenes, que usamos como tapa-olhos ou máscaras para que a verdade não nos cuspa na cara, e nos defendemos do rumor que nos ameaça botando fones de ouvido enquanto caminhamos na esteira, para ficarmos em forma. 

                 Mas, individualmente, temos medo e solidão; como país, presenciamos escândalos nunca antes vistos. A violência é cotidiana, o narcotráfico nos ameaça, mais pessoas foram assassinadas por aqui do que nas guerras ao redor do mundo nos últimos anos. Andamos encolhidos dentro de casa. Estão cada vez mais altos os muros do medo e do silêncio. 

                  A gente se lamenta, dá palpites e entrevistas, organiza seminários. Resultado? Parece que nenhum. Eleições? Melhor não saber. Mas sou da tribo (não tão pequena) dos que não se conformam. Não acredito em revolução a não ser pessoal. Em algumas coisas, sou antipaticamente individualista. Quando reuniões, comissões, projetos e planos não resolvem – é o mais comum –, pode-se tentar o mais simples. Às vezes, ser simples é original: começar pela gente mesmo. Em casa. Com as drogas, por exemplo, por que não?

                  Cada vez que, seja por trágica dependência, seja por aquilo que minha velha mãe chamava "fazer-se de interessante", um de nós consome uma droga qualquer (mesmo o cigarrinho de maconha dividido com a turma), está botando no cano de uma arma a bala – perdida ou não – que vai matar uma criança, uma mãe de família, um trabalhador. Nosso filho, quem sabe.

               Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política.

               Há quem me deteste por essas afirmações, dizendo que sou moralista, radical. Não sou. Apenas observo, acompanho, muito drama desnecessário, talvez evitável – mas a gente preferia ignorar o abismo. Há muitos anos, visitei várias vezes uma famosa clínica de reabilitação em São Paulo. Alguém muito querido de amigos meus estava lá internado, e voltava com frequência. O que vi, senti, me disseram e eu mesma presenciei nunca vai me deixar. 

              Num jantar, há muitos anos, um conhecido desabafou com grande culpa que costumava fazer-se de pai amigão fumando maconha com os filhos adolescentes, para estar mais próximo deles. Um dos meninos sofreu gravíssimos problemas de adicção pelo resto da vida, morreu de overdose e nem todo o amor dos pais, dos irmãos, ajudou em nada. 

         Sim, a vida pode ser muito cruel. Nas tragédias familiares, só há vítimas, embora alguns devam ser mais responsáveis do que outros. Não tem graça nenhuma brincar na beira do abismo. 


Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2018/09/medos-abeira-do-abismo-cjmmrnsma00w301pilpj8qa05.html Acesso em 11 nov. 2018

Há oração sem sujeito em: 
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4

457941200745361
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Contabilidade PúblicaTemas: Demonstrações Fiscais
Nos termos previstos no artigo 53, da Lei de Responsabilidade Fiscal, acompanharão o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, demonstrativos relativos a:
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5

457941200493356
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Segurança da Informação e CriptografiaTemas: Backup de Segurança da Informação
Considerando os tipos de backup que podem ser utilizados em uma organização, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO: 
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6

457941200344870
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Contabilidade: Teoria e PráticaTemas: Regulamentação Contábil | Fundamentos de Contabilidade
Nos termos do que dispõe o artigo 177, da Lei nº 6.404/76, a escrituração da companhia será mantida em registros permanentes, com obediência aos preceitos da legislação comercial e desta Lei (Lei 6.404/76) e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos, devendo observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar as mutações patrimoniais segundo o regime de competência. Assim sendo, leia atentamente as afirmativas e assinale a INCORRETA.
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7

457941201538445
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

Medos à beira do abismo


                "De que a senhora tem medo?", foi a pergunta bastante original numa dessas entrevistas recentes. 

               Pensei e disse: morro de medo de muita coisa, mas acho que, com o tempo, passei a ser mais corajosa (e achei, eu mesma, graça do que dizia). Principalmente, medo de qualquer mal que possa acontecer a pessoas que eu amo. Acidente, assalto, doença. Sei o que é sentir-se impotente quando algo gravíssimo acontece com alguma delas. No fundo mais fundo da mente, vem a indagação insensata e tola, mas pungente: como não pude proteger meu filho adulto de uma morte súbita no mar que ele amava? 

           Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política, ninguém levando porrada – como diria Fernando, o Pessoa. Empregamos palavras grandiosas, até solenes, que usamos como tapa-olhos ou máscaras para que a verdade não nos cuspa na cara, e nos defendemos do rumor que nos ameaça botando fones de ouvido enquanto caminhamos na esteira, para ficarmos em forma. 

                 Mas, individualmente, temos medo e solidão; como país, presenciamos escândalos nunca antes vistos. A violência é cotidiana, o narcotráfico nos ameaça, mais pessoas foram assassinadas por aqui do que nas guerras ao redor do mundo nos últimos anos. Andamos encolhidos dentro de casa. Estão cada vez mais altos os muros do medo e do silêncio. 

                  A gente se lamenta, dá palpites e entrevistas, organiza seminários. Resultado? Parece que nenhum. Eleições? Melhor não saber. Mas sou da tribo (não tão pequena) dos que não se conformam. Não acredito em revolução a não ser pessoal. Em algumas coisas, sou antipaticamente individualista. Quando reuniões, comissões, projetos e planos não resolvem – é o mais comum –, pode-se tentar o mais simples. Às vezes, ser simples é original: começar pela gente mesmo. Em casa. Com as drogas, por exemplo, por que não?

                  Cada vez que, seja por trágica dependência, seja por aquilo que minha velha mãe chamava "fazer-se de interessante", um de nós consome uma droga qualquer (mesmo o cigarrinho de maconha dividido com a turma), está botando no cano de uma arma a bala – perdida ou não – que vai matar uma criança, uma mãe de família, um trabalhador. Nosso filho, quem sabe.

               Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política.

               Há quem me deteste por essas afirmações, dizendo que sou moralista, radical. Não sou. Apenas observo, acompanho, muito drama desnecessário, talvez evitável – mas a gente preferia ignorar o abismo. Há muitos anos, visitei várias vezes uma famosa clínica de reabilitação em São Paulo. Alguém muito querido de amigos meus estava lá internado, e voltava com frequência. O que vi, senti, me disseram e eu mesma presenciei nunca vai me deixar. 

              Num jantar, há muitos anos, um conhecido desabafou com grande culpa que costumava fazer-se de pai amigão fumando maconha com os filhos adolescentes, para estar mais próximo deles. Um dos meninos sofreu gravíssimos problemas de adicção pelo resto da vida, morreu de overdose e nem todo o amor dos pais, dos irmãos, ajudou em nada. 

         Sim, a vida pode ser muito cruel. Nas tragédias familiares, só há vítimas, embora alguns devam ser mais responsáveis do que outros. Não tem graça nenhuma brincar na beira do abismo. 


Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2018/09/medos-abeira-do-abismo-cjmmrnsma00w301pilpj8qa05.html Acesso em 11 nov. 2018

Sobre o título do texto, é correto afirmar, EXCETO que
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8

457941201142219
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Administração Pública: Fundamentos e Servidores
A remuneração do servidor público pode ser objeto de penhora?
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9

457941200204427
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado

SEJA GENTIL

Lya Luft

    De volta ao Brasil para votar, depois de muito necessárias férias, que há séculos não tirávamos, entrei num turbilhão que, de longe, mesmo com internet, não me parecia tão nocivo. Mas foi pior do que eu pensava: raiva, ódio, insultos, calúnias, intolerância absoluta, mentiras, dissolução de laços bem bonitos e dignos entre amigos e família – por causa da política. Dos políticos. De nós mesmos, que nos tornamos raivosos, intolerantes, capazes das mais loucas afirmações. Expressamos nessa batalha muito de nossas mágoas e frustrações.

    Mas, inesperadamente, no Face, encontro uma imagem linda, comovente, quase irreal neste mundo que anda pra lá de besta: uma camiseta, um elefante (meu bicho preferido), com flores atrás de uma orelha, óculos coloridos, e a legenda (estou traduzindo): “NUM MUNDO EM QUE VOCÊ PODE SER QUALQUER COISA, SEJA GENTIL”. Ou, se quiserem, seja bondoso. Tolerante. Humano. 

    A violência desde sempre me assusta: não precisa ser a física, de um tapa, um empurrão, uma voz alterada, mas a emocional, da acusação injusta, da invencionice maligna, da desconsideração com humanidade, cortesia, e democracia – ah, a palavra tão usada, mal usada, abusada.

    Os que a defendem são muitas vezes os mais intolerantes, arrogantes e ignorantes que não conhecem nem medem o peso das palavras (dizia meu pai, “o pior burro é o burro falante”): correto é só o que eu penso, bom é só o que eu faço, o resto é tudo bandido, fascista, maldoso, ignorante, explorador de pobres e desvalidos, pisa em cima da cultura, despreza a saúde etc, etc, etc. (Poderia ser uma linha inteira de etcs.)

    Basta refletir um pouco, abrir olhos e orelhas, ver que estamos numa situação-limite. Este pobre país nunca esteve tão por baixo, com tantos miseráveis, doentes não atendidos, podridão em vez de saneamento (sem falar na podridão moral), desrespeito, precariedade em vez de infraestrutura, cultura muito esquisita, e a maioria sem saber o que pensar. Ou começando a pensar, o que é bom. Pois andam acontecendo mudanças no país, e há quem comece a respirar: será mesmo, será?

    Então resolvi hoje falar dessa camiseta, desse elefantinho, dessa gentileza que deveria ser o habitual, e acho que não é. Na maioria das vezes, em família, amigos, trabalho, não acontece muito e, quando ocorre, até nos admiramos: olha só, que cara educado, bondoso, camarada. A gente se sente bem com ele, e não é artificial, nem imposto. O beijo de bom-dia em casa, alguma indagação sobre como foi a noite, ou a festa, ou como poderá ser a prova na escola, o novo amigo, ou o ombro que ontem doía tanto. Pequenas, miúdas coisas que fazem a vida, uma vida boa, uma vida humana como deveria ser: pausas para respirar, para se olhar, para escutar... para reencontrar com prazer.

    Claro que a vida não é esse mar de rosas e risos. Mas pode ser, muito mais vezes do que tem sido. Podemos tentar viver e conviver, e votar, e torcer, e trabalhar, estudar, viajar, comer, dormir, sem o incrível estresse da raiva, do xingamento, do insulto, e dos maus desejos e da desinformação fatal.

    Viva o elefantinho que nos propõe: neste vasto mundo em que você pode fazer tantas coisas, seja bondoso, seja gentil. Be kind.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2018/10/seja-gentil-cjn6v2p4a04so01pi6ynu3w4v.html Acesso em 11 nov. 2018 

Todos os sentimentos estão presentes no texto, EXCETO:
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10

457941201074484
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Pedro Leopoldo - MGDisciplina: Geral e Variados
No âmbito da Câmara Municipal, proposição por meio da qual se sugere ao prefeito ou a outra autoridade municipal a realização de medida de interesse público constitui
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