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457941201505509
Ano: 2019Banca: IDIBOrganização: CREMERJDisciplina: Direito FinanceiroTemas: Orçamento: Conceitos Gerais | Integração Orçamento e Planejamento | Estrutura Orçamentária

Não é correto afirmar:

I. O orçamento anual é uma lei de iniciativa do Poder Executivo, a qual estima a despesa e fixa a receita da Administração Pública;

II. Os créditos destinados ao atendimento de amortização de dívidas públicas e os para atender o pagamento das despesas pensionistas e inativos estão contemplados, respectivamente, no orçamento de investimento e da seguridade social;

III. O ciclo orçamentário é composto das seguintes etapas: elaboração do projeto; apreciação, aprovação, sanção e publicação; execução; e acompanhamento e avaliação;

IV. O ciclo orçamentário não corresponde a um exercício financeiro;

V. O modelo orçamentário brasileiro é composto por quatro instrumentos: Planejamento Estratégico, Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual.

Assinale a alternativa em que se encontram as citações incorretas.  

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457941201671444
Ano: 2021Banca: IDIBOrganização: CREMERJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

TEXTO I


Quem quer viver para sempre?  


    Eu já deveria estar morto. Ou a caminho de. Para alguns leitores, nunca uma frase soou tão verdadeira. Mas eu falo da história, não de afetos. Se tivesse nascido em Portugal, cem anos atrás, já haveria lápide e caixão. Dá para acreditar que, em inícios do século XX, a esperança média de vida para os homens portugueses rondasse os 35-40 anos? Hoje, andará pelos oitenta. O que significa que, com sorte e algum bom humor do Altíssimo, eu estou apenas a meio da viagem. Se juntarmos os progressos da medicina no futuro próximo, é possível que a viagem seja alargada mais um pouco. Cem anos, cento e tal. Nada mau.  

    Um artigo recente da Nature, aliás, promete revoluções para a minha pobre carcaça. O segredo está no hipotálamo cerebral e numa proteína do dito cujo que regula o envelhecimento humano. Não entro em pormenores, até porque eu próprio não os entendo. Mas eis o negócio: se a proteína é estimulada, os ratinhos morrem mais depressa. Se a proteína é inibida, acontece o inverso. Falamos de ratos, por enquanto, o que significa que a descoberta só terá aplicação imediata entre a classe política. Mas o leitor entende onde quero chegar.  

    E eu quero chegar à maior promessa de todas: o dia em que seremos finalmente imortais. Na história da cultura ocidental, esse dia pode estar no passado distante (ler Hesíodo, ler a Bíblia). Ou pode estar no futuro, como garantem os “trans-humanistas”. Falo de uma corrente bioética perfeitamente respeitável que se dedica a essa causa: o destino da humanidade não está em morrer aos cem. Está em viver indefinidamente depois dos cem, através dos avanços da tecnologia. Porque só a tecnologia permitirá aos homens suplantar a sua infantil condição mortal. O nosso corpo é apenas a primeira casca de todas as cascas que estarão por vir. E quem não gostaria de viver para sempre? 

    Curiosamente, há quem não queira. O filósofo Roger Scruton, em ensaio recente, dedica um capítulo específico aos transhumanistas. O livro intitula-se The Uses of Pessimism and the Dangers of False Hope. Segundo sei, será publicado no Brasil em breve. Recomendo. Primeiro, porque é uma súmula perfeita do pensamento de Scruton, escrito com elegância habitual do autor. Mas sobretudo porque é a mais brilhante refutação do pensamento utópico, e em particular do pensamento utópico trans-humanista de autores como Ray Kurzweil ou Max More, que me lembro de ter lido. Isso se deve, em grande parte, ao fato corajoso de Scruton ter sido capaz de virar o debate do avesso e perguntar: por que motivo a doença e a morte devem ser vistas como males intoleráveis que devemos erradicar? Não será possível olhar para eles como bens necessários?

    Certo, certo: ninguém ama a doença e, tirando casos extremos, ninguém deseja morrer. Mas sem a doença e a morte, a vida não teria qualquer valor em si mesma. Os projetos que fazemos; as viagens com que sonhamos; os amores que temos, perdemos, procuramos; e até a descendência que deixamos – tudo isso parte da mesma premissa: o fato singelo de não termos todo o tempo do mundo. Vivemos, escolhemos, amamos – porque temos urgência em viver, escolher e amar. Se retirarmos a urgência da equação, podemos ainda viver eternamente. Mas viveremos uma eternidade de tédio em que nada tem sentido porque nada precisa ter sentido. Sem importância do efêmero, nada se torna importante. 

    Os trans-humanistas sonham com um mundo pós-humano. É provável que esse mundo seja possível no futuro, quando a técnica suplantar a nossa casca primitiva. Mas esse mundo, até pela sua própria definição, será um filme diferente. Não será um filme para seres humanos tal como os conhecemos e reconhecemos.

    Viver até os cem? Agradeço. Cento e vinte também serve. Mas se me dissessem hoje mesmo que o meu futuro duraria uma eternidade, eu seria o primeiro a pular da janela sem hesitar.

COUTINHO, João Pereira. Vamos ao que interessa: cem crônicas da era da brutalidade. São Paulo: Três Estrelas, 2015.

De acordo com o autor do TEXTO I,
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3

457941200186208
Ano: 2019Banca: IDIBOrganização: CREMERJDisciplina: Desenvolvimento e Arquitetura de SoftwareTemas: Arquitetura Cliente/Servidor

A arquitetura cliente-servidor surgiu como um contraponto ao modelo monolítico que centraliza o poder computacional em mainframes. A respeito da arquitetura cliente-servidor e da forma como os aplicativos dos usuários se utilizam dela, analise as opções abaixo e marque a alternativa correta.


1. Um dos conceitos básicos dessa arquitetura é que o servidor aguarda as requisições dos clientes. Uma vez feita a requisição o servidor processa o pedido feito e retorna à informação para o cliente que fez a requisição.

2. Aplicações que possuem clientes realizando consultas a um servidor de banco de dados presente em uma mesma rede de computadores são exemplos típicos de aplicações clienteservidoras.

3. Em situações eventuais de indisponibilidade do servidor, a arquitetura cliente-servidor comporta cenários em que um cliente poderá, temporariamente, realizar requisições para outros clientes.

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4

457941200592766
Ano: 2019Banca: IDIBOrganização: CREMERJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Ética em Pesquisa, Ética Médica e Medicina Legal
A pesquisa em qualquer área do conhecimento, envolvendo seres humanos deverá observar as seguintes exigências, exceto:
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5

457941201027650
Ano: 2011Banca: FDCOrganização: CREMERJDisciplina: Orçamento e Finanças PúblicasTemas: Transparência e Controle | Gestão da Dívida Pública | Lei Complementar nº 101/2000 - Lei de Responsabilidade Fiscal
Após aprovação e promulgação da Lei Orçamentária Anual e distribuição das dotações às diversas unidades, a execução orçamentária se processa cronologicamente por meio das seguintes fases da despesa:
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6

457941201708593
Ano: 2018Banca: IDIBOrganização: CREMERJDisciplina: Contabilidade PúblicaTemas: Princípios de Contabilidade no Setor Público | Introdução à Contabilidade Pública
Leia atentamente as afirmativas a seguir, analisando se estão corretas (C) ou não (E). ( ) Em atenção ao princípio da Prudência, quando tivermos duas alternativas igualmente válidas para mensurar o ativo e o passivo de uma organização, pública ou privada, devemos optar pelo maior valor para o ativo e o menor valor para o passivo;

( ) Os componentes de uma sociedade ao subtraírem recursos do caixa para pagar dívidas particulares, ou mesmo desviarem bens pertencentes a organização para uso próprio encontram respaldo no princípio da Entidade;
( ) A tempestividade e integridade na escrituração e divulgação da informação contábil-financeira, contribuindo para a apresentação de dados atualizados para as tomadas de decisões, obedece ao princípio da Oportunidade;
( ) Em obediência ao princípio da Competência, a escrituração das receitas e despesas de uma organização é realizada na data da ocorrência do fato gerador, independentemente da movimentação financeira (recebimento e pagamento).
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457941201075250
Ano: 2011Banca: FDCOrganização: CREMERJDisciplina: Código de Trânsito Brasileiro (CTB)Temas: Regras Gerais de Trânsito e Comportamento
Numa via em que o limite de velocidade é de 120 km/h, a velocidade do veículo NÃO poderá ser inferior, em km/h, a:
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8

457941201195633
Ano: 2019Banca: IDIBOrganização: CREMERJDisciplina: Informática BásicaTemas: Hardware - Armazenamento, Memórias e Periféricos
Considere a seguinte definição:

“É um conjunto de linhas de comunicação que permitem a interligação entre dispositivos de um sistema de computação (CPU, Memória Principal, HD e outros periféricos), ou entre vários sistemas de computação.”

A definição apresentada traz o conceito de  
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457941201865205
Ano: 2019Banca: IDIBOrganização: CREMERJDisciplina: BiblioteconomiaTemas: Linguagens de Indexação | Processos Técnicos | Indexação em Biblioteconomia
Analise atentamente as duas afirmativas abaixo:

I. Taxonomias se propõem a prioritariamente classificar, baseada nas características intrínsecas do conceito, determinado domínio.
II. Enquanto as ontologias também o fazem necessariamente, apresentando a pretensão primeira de descrever um domínio específico, também centrada no conceito.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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10

457941200957798
Ano: 2011Banca: FDCOrganização: CREMERJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal
Texto associado

TEXTO 1 – SAÚDE: UMA QUESTÃO DE CONFIANÇA

Hans Dohmann. O Globo, 20/11/2010

    Prevenção é a palavra de ordem para quem trabalha com riscos e deveria funcionar dessa forma também para a Saúde. Deixar para tratar a população quando já está doente é uma estratégia cara e arriscada, e vai contra qualquer lógica, seja econômica ou médica. No Rio de Janeiro, houve investimentos maciços durante anos em hospitais, mas se deixou de investir na atenção primária.

    Os serviços de saúde realizam pelo menos 70% dos atendimentos no campo da baixa complexidade, da atenção primária. Dessa forma, é importante para o sucesso de todo investimento do SUS – Sistema Único de Saúde – o fortalecimento de unidades básicas e do atendimento primário, garantindo qualidade quando necessários serviços de alta complexidade.

    Essa reviravolta é possível e depende apenas de gestão. E gerir não é somente fazer escolhas, mas essencialmente colocá-las em execução com eficiência.


“...quando necessários serviços de alta complexidade". A frase que estaria mal estruturada, seguindo-se o modelo dessa frase do texto, é:
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