Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!
Avalie as seguintes afirmativas sobre a análise da função do ventrículo direito (VD) e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O grau de dilatação do VD é melhor avaliado nos cortes apical ou subcostal de quatro câmaras, para comparação com o ventrículo esquerdo.
( ) O índice de performance miocárdica do VD pode ser medido pelo Doppler tecidual, valores maiores que 0,43 indicam disfunção sistólica.
( ) O TAPSE (excursão sistólica do plano do anulo tricuspídeo) reflete especialmente a função longitudinal do VD.
( ) Os parâmetros que mais interferem na função sistólica do VD são a pressão e a resistência na artéria pulmonar.
Assinale a sequência correta.
As síndromes respiratórias agudas provocadas por diversos agentes etiológicos, em especial a influenza e o coronavírus, têm trazido demandas urgentes aos serviços de saúde.
Sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir.
I. A transmissão direta (pessoa a pessoa) é mais comum e ocorre por meio de gotículas expelidas pelo indivíduo infectado com o vírus ao falar, espirrar e tossir.
II. Uma das estratégias para prevenir as síndromes respiratórias é alertar a população sobre a necessidade de manter a residência livre de lixo e resíduos.
III. Nos casos graves da síndrome respiratória aguda, o sinal característico é a hipertensão arterial.
IV. A vigilância epidemiológica pode identificar grupos de maior risco de adoecimento e de evolução para formas graves das doenças de transmissão respiratória.
Estão corretas as afirmativas
Paixão, amor, casamento...
Você já se imaginou vivendo 10, 20 ou 50 anos com a mesma pessoa? Sentindo sempre o mesmo prazer em sua companhia, o mesmo conforto em seus braços? Se a perspectiva parece interessante, agradeça ao seu cérebro (e se não agrada, a culpa é dele, também). De certa forma, é curioso que laços afetivos fortes, como os amorosos, sejam tão importantes para nossa espécie. Tecnicamente, viver em sociedade, ou mesmo em pares, não é obrigatório para a sobrevivência de nenhum animal. Observem-se tantos mamíferos, aves e outros bichos que procuram um par somente para o acasalamento e, imediatamente depois, segue cada um o seu caminho.
Se gostamos de formar pares a ponto de investir boa parte de nossa energia, tempo e esforços cognitivos em convencer um belo exemplar do sexo interessante de que nós somos a pessoa mais sensacional e desejável na face da Terra, é porque o sistema cerebral humano, como o de outros animais sociais, é capaz de atribuir um valor positivo à companhia alheia. Isso é função do sistema de recompensa, conjunto de estruturas no centro do cérebro especializadas em detectar quando algo interessante acontece, premiar-nos com uma sensação física inconfundível de prazer e satisfação e ainda associar esse prazer com o que levou a ele – o que pode ser uma ação, uma situação, um objeto ou... alguém.
À medida que o prazer se repete na companhia dessa pessoa, o valor positivo que atribuímos a ela é reforçado, enquanto torcemos para que o mesmo aconteça no cérebro dela, associando um valor cada vez mais positivo à nossa própria companhia, claro. É o que fazemos no período de namoro, quando conversas interessantes, passeios agradáveis, boa música, boa comida e carinho oferecem prazeres que vão sendo associados à companhia do outro. Se “rolar” sexo, melhor ainda: o prazer do orgasmo funciona como uma cola extraordinária para o sistema de recompensa, que atribui (corretamente!) a satisfação incrível àquela pessoa específica (mas é verdade que isso não funciona tão bem em alguns cérebros...).
Com a repetição, o sistema de recompensa vai aprendendo a ficar ativado não apenas em resposta, mas também em antecipação à presença daquela pessoa. Esse prazer antecipado é a motivação, que nos dá forças para alterar compromissos, abrir espaço na agenda e ficar acordado madrugada adentro. Essa é a paixão, estado de motivação enorme em que se faz tudo em nome de mais tempo na presença do ser amado.
Quando vira amor? Essa questão é complicada, mas existe ao menos uma definição operacional curiosa: passado o ardor da paixão, descobre-se que se ama alguém quando o fato de pensar no que seria da vida sem a pessoa causa angústia sincera e profunda. O amor é esse laço que faz o cérebro achar que a felicidade está vinculada à presença e à felicidade do outro e que fazê-lo feliz dá novo sentido à vida. Nesse estado, desejar o casamento é apenas natural.
Se é para sempre? Depende de vários fatores, alguns deles fora de nosso alcance, como ser traído (e não apenas sexualmente). A boa notícia da neurociência sobre a longevidade dos relacionamentos amorosos é que eles não estão necessariamente fadados ao esgotamento: é, sim, possível se sentir apaixonado décadas a fio pela mesma pessoa. E não é mero acaso de sorte: você pode fazer sua parte. É uma questão de continuar inventando e descobrindo novos prazeres a dois. Tudo para manter o sistema de recompensa do outro interessado em você...
(Herculano-Houzel, S., Scientific American - Cérebro e Mente, out/2010.
Analise o seguinte caso clinico.
Durante o pré-natal, a mãe de um recém-nascido apresentou sífilis, que foi adequadamente tratada (queda maior ou igual a duas diluições em três meses do VDRL após a conclusão do tratamento). O VDRL materno no momento do parto foi de 1:16. Na investigação do recém-nascido, que nasceu a termo, com peso adequado para idade gestacional e apresenta boa evolução clínica, sem sintomas, foram encontrados os seguintes resultados: VDRL sanguíneo de 1:8; radiografia de ossos longos normal; rotina de liquor com leucócitos de 5/mm3, proteína de 120 mg/dL e VDRL (liquor) negativo; hemograma normal.
A conduta mais apropriada para esse recém-nascido, além do seguimento clínico, conforme orientação do Ministério da Saúde, é
As frases a seguir foram redigidas para compor um folheto informativo para pacientes que chegam a uma clínica de radiologia.
Assinale a alternativa que está de acordo com as regras de concordância da norma padrão.