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457941201362076
Ano: 2024Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: HRTN - MGDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Anatomia e Fisiologia Humana

O processo de recrutamento, proliferação e diferenciação de células-tronco mesenquimais em osteoblastos é conhecido como

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457941201535367
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: HRTN - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.


O Brasil registrou crescimento exponencial no número de mulheres presas. Entre 2000 e 2016, o encarceramento feminino passou de 6 mil para 42.355, impactantes 656% de aumento. Os dados foram compilados pelo Departamento Penitenciário Nacional, órgão ligado ao Ministério Extraordinário da Segurança Pública. Desse total, metade tem até 29 anos e 62% dos crimes estão relacionados ao tráfico de drogas.

“Há um crescimento industrial das prisões no país e, em geral, falamos dos presos homens. Os números alarmantes mostram a urgência em falar da condição da mulher no sistema carcerário”, afirmou Henrique Apolinário, advogado e assessor do programa de violência institucional da Conectas.

O Brasil é o quarto país que mais encarcera mulheres no mundo – atrás de Estados Unidos, China e Rússia. Divulgado na quinta-feira (10 de maio), o relatório foi retirado da página do Depen logo depois, apesar de o link para acessá-lo permanecer ativo. Por nota, o Ministério “confirma a necessidade de equilíbrio entre a priorização das políticas de alternativas penais e a construção e/ou reforma de unidades prisionais” diante do crescimento da população encarcerada. O impacto “afeta diretamente a possibilidade de oferta de serviços adequados, desde a falta de vagas até a oferta das assistências.”.

Os dados evidenciam a superlotação dos presídios. Em junho de 2016, havia apenas 27.029 vagas no sistema prisional para acomodar as mais de 42 mil detentas.

Seguindo o parâmetro do International Centre for Prision Studies, o número de mulheres encarceradas para cada grupo de 100 mil habitantes é maior no estado de Mato Grosso. Lá, são 113 mulheres presas para cada grupo de 100 mil. A média nacional é 40,6.

Há, ainda, uma disparidade entre o aprisionamento de mulheres brancas e negras. No país, o número de mulheres brancas presas é de 40 a cada 100 mil. Entre as negras, o total é de 62 para cada 100 mil.

Mais que um retrato do encarceramento feminino, o levantamento enumera as fragilidades do sistema. Quase metade das mulheres, 45%, estão detidas sem julgamento ou condenação – em 2014, eram 30,1%. No Amazonas, são 81%; em Sergipe, 79%; e, na Bahia, 71%. No Rio de Janeiro e em São Paulo, são 45% e 41%, respectivamente.

Na avaliação de especialistas, a mudança na política de combate às drogas, adotada em 2006, foi o combustível para o aumento das prisões femininas. A legislação mudou o jeito de lidar com usuários e traficantes. Enquanto o usuário tem pena alternativa ao invés de ser preso, o traficante é punido com prisão – na prática, afirmam, todos os casos passaram a ser enquadrados como tráfico. “A legislação é imprecisa, e usuárias ou mulheres em posições marginais no tráfico acabam encarceradas como traficantes em vez de terem a prisão preventiva substituída pela medida cautelar ou, em última instância, pela domiciliar” afirmou Roberta Canheo, pesquisadora do Instituto Terra, Trabalho e Cidadania no Programa Justiça Sem Muros.

A taxa de suicídio entre presas é 20 vezes maior que a média nacional. Muitos fatores influenciam o sofrimento psicológico atrás das grades. Entre eles, está a falta de informação sobre a situação prisional e o tempo da pena, a violência física e emocional a que são submetidas e o abandono da família e dos amigos. “É uma fonte inesgotável de angústia”, disse Canheo. Em nota, o Depen afirmou que “está construindo projeto específico para combate ao suicídio de mulheres nas cadeias brasileiras, incluindo também a população de mulheres trans.”

O relatório mostrou que três em cada quatro mulheres presas são mães. “As mulheres são arrimo de família. O encarceramento delas impacta filhos, avós”, afirmou Apolinário, da Conectas. E há ainda as gestantes. Nos estados de Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins não existem celas ou dormitórios adequados para grávidas. E apenas 14% das unidades prisionais femininas ou mistas têm berçário ou um centro de referência materno-infantil. O Depen afirmou que tem trabalhado pela implementação de penas alternativas e monitoramento eletrônico.

LAZZERI, Thais. The Intercept. Disponível em: < https://bit.ly/2Kp6La8 >. Acesso em: 22 maio 2018 (fragmento adaptado).

Com esse texto, a autora visa

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3

457941201113868
Ano: 2024Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: HRTN - MGDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Ortopedia e Traumatologia

Os nervos comumente lesados na fratura do úmero proximal são

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4

457941201740008
Ano: 2014Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: HRTN - MGDisciplina: Sistema Único de Saúde (SUS) e Saúde ColetivaTemas: Gestão e Planejamento em Saúde Pública

A portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011, define a organização de Redes de Atenção à Saúde (RAS) como estratégia para um cuidado integral e direcionado as necessidades de saúde da população. As RAS constituem-se em arranjos organizativos formados por ações e serviços de saúde com diferentes configurações tecnológicas e missões assistenciais, articulados de forma complementar e com base territorial, e têm diversos atributos, entre eles destaca-se: a atenção básica estruturada como primeiro ponto de atenção e principal porta de entrada do sistema, constituída de equipe multidisciplinar que cobre toda a população, integrando, coordenando o cuidado, e atendendo as suas necessidades de saúde.


Nesse sentido, a atenção básica deve cumprir algumas funções para contribuir com o funcionamento das redes de atenção à saúde, são elas, EXCETO: 

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5

457941201847993
Ano: 2024Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: HRTN - MGDisciplina: Farmacologia e SaúdeTemas: Farmácia Clínica e Comunitária

Sobre os sistemas de distribuição de medicamentos em farmácia hospitalar, analise afirmativas a seguir.


I. O sistema de distribuição automatizado é caracterizado pela distribuição de quantidade predefinida de medicamentos por unidade de internação ou serviço com apoio de sistema informatizado.

II. O sistema de distribuição coletivo envolve a reposição periódica de medicamentos por meio de requisições enviadas à farmácia e implica a formação de subestoques nas unidades de internação.

III. O sistema individualizado é caracterizado pela distribuição dos medicamentos por paciente, sendo mais seguro que o sistema coletivo, entretanto menos seguro que o sistema por dose unitária.


Estão corretas as afirmativas

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6

457941200221244
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: HRTN - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.


O Brasil registrou crescimento exponencial no número de mulheres presas. Entre 2000 e 2016, o encarceramento feminino passou de 6 mil para 42.355, impactantes 656% de aumento. Os dados foram compilados pelo Departamento Penitenciário Nacional, órgão ligado ao Ministério Extraordinário da Segurança Pública. Desse total, metade tem até 29 anos e 62% dos crimes estão relacionados ao tráfico de drogas.

“Há um crescimento industrial das prisões no país e, em geral, falamos dos presos homens. Os números alarmantes mostram a urgência em falar da condição da mulher no sistema carcerário”, afirmou Henrique Apolinário, advogado e assessor do programa de violência institucional da Conectas.

O Brasil é o quarto país que mais encarcera mulheres no mundo – atrás de Estados Unidos, China e Rússia. Divulgado na quinta-feira (10 de maio), o relatório foi retirado da página do Depen logo depois, apesar de o link para acessá-lo permanecer ativo. Por nota, o Ministério “confirma a necessidade de equilíbrio entre a priorização das políticas de alternativas penais e a construção e/ou reforma de unidades prisionais” diante do crescimento da população encarcerada. O impacto “afeta diretamente a possibilidade de oferta de serviços adequados, desde a falta de vagas até a oferta das assistências.”.

Os dados evidenciam a superlotação dos presídios. Em junho de 2016, havia apenas 27.029 vagas no sistema prisional para acomodar as mais de 42 mil detentas.

Seguindo o parâmetro do International Centre for Prision Studies, o número de mulheres encarceradas para cada grupo de 100 mil habitantes é maior no estado de Mato Grosso. Lá, são 113 mulheres presas para cada grupo de 100 mil. A média nacional é 40,6.

Há, ainda, uma disparidade entre o aprisionamento de mulheres brancas e negras. No país, o número de mulheres brancas presas é de 40 a cada 100 mil. Entre as negras, o total é de 62 para cada 100 mil.

Mais que um retrato do encarceramento feminino, o levantamento enumera as fragilidades do sistema. Quase metade das mulheres, 45%, estão detidas sem julgamento ou condenação – em 2014, eram 30,1%. No Amazonas, são 81%; em Sergipe, 79%; e, na Bahia, 71%. No Rio de Janeiro e em São Paulo, são 45% e 41%, respectivamente.

Na avaliação de especialistas, a mudança na política de combate às drogas, adotada em 2006, foi o combustível para o aumento das prisões femininas. A legislação mudou o jeito de lidar com usuários e traficantes. Enquanto o usuário tem pena alternativa ao invés de ser preso, o traficante é punido com prisão – na prática, afirmam, todos os casos passaram a ser enquadrados como tráfico. “A legislação é imprecisa, e usuárias ou mulheres em posições marginais no tráfico acabam encarceradas como traficantes em vez de terem a prisão preventiva substituída pela medida cautelar ou, em última instância, pela domiciliar” afirmou Roberta Canheo, pesquisadora do Instituto Terra, Trabalho e Cidadania no Programa Justiça Sem Muros.

A taxa de suicídio entre presas é 20 vezes maior que a média nacional. Muitos fatores influenciam o sofrimento psicológico atrás das grades. Entre eles, está a falta de informação sobre a situação prisional e o tempo da pena, a violência física e emocional a que são submetidas e o abandono da família e dos amigos. “É uma fonte inesgotável de angústia”, disse Canheo. Em nota, o Depen afirmou que “está construindo projeto específico para combate ao suicídio de mulheres nas cadeias brasileiras, incluindo também a população de mulheres trans.”

O relatório mostrou que três em cada quatro mulheres presas são mães. “As mulheres são arrimo de família. O encarceramento delas impacta filhos, avós”, afirmou Apolinário, da Conectas. E há ainda as gestantes. Nos estados de Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins não existem celas ou dormitórios adequados para grávidas. E apenas 14% das unidades prisionais femininas ou mistas têm berçário ou um centro de referência materno-infantil. O Depen afirmou que tem trabalhado pela implementação de penas alternativas e monitoramento eletrônico.

LAZZERI, Thais. The Intercept. Disponível em: < https://bit.ly/2Kp6La8 >. Acesso em: 22 maio 2018 (fragmento adaptado).

De acordo com o texto, pode-se afirmar que o número de presas aumentou porque

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7

457941200463947
Ano: 2024Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: HRTN - MGDisciplina: Sistema Único de Saúde (SUS) e Saúde ColetivaTemas: Saúde Ambiental
Quase metade das moradias no Brasil tem falta de saneamento básico

Pesquisa com base em dados do IBGE revela que cerca de 102 milhões de brasileiros enfrentam diariamente algum tipo de privação nesse setor.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/quase-metade-das-
moradias-no-brasil-tem-falta-de-saneamento-basico. 17 nov. 2023.
Acesso em: 13 maio 2024.

O saneamento básico é um direito do cidadão brasileiro e compreende serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos urbanos e drenagem de águas pluviais. Sua garantia é de responsabilidade do poder público e o investimento nesse setor pode trazer benefícios à qualidade de vida. Problemas de infraestrutura e ordenamento urbano que decorrem em alagamentos, o convívio próximo a esgoto ou lixo e o consumo de água não potável provocam uma série de riscos à população.

Diante dessa informação, assinale a alternativa que associa corretamente saneamento e problemas de saúde.
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8

457941201922099
Ano: 2019Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: HRTN - MGDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Urologia
Apesar de não se saber a causa exata da doença hemorroidária, vários fatores têm sido associados a essa afecção.


Assinale a alternativa que apresenta uma condição associada à doença hemorroidária.
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9

457941201373680
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: HRTN - MGDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Anatomia e Fisiologia Humana

Várias reações adversas podem ocorrer na vigência de uso de psicofármacos, por vezes levando o paciente ao serviço de urgência.

Considerando as possíveis manifestações, numere a coluna II de acordo com coluna I, associando os distúrbios do movimento a suas respectivas descrições..


COLUNA I


1. Distonia aguda

2. Parkinsonismo

3. Acatisia

4. Discinesia tardia


COLUNA II


( ) Sensação subjetiva de inquietação motora e ansiedade.

( ) Movimentos involuntários dos lábios, língua e mandíbula. Podem, ainda, ocorrer movimentos coreiformes ou atetoides de extremidades e tronco.

( ) Contrações musculares tônicas dolorosas, principalmente músculos do pescoço, mandíbula, língua e face.

( ) Rigidez muscular, hipersalivação, bradicinesia, e tremores finos de extremidades.


Assinale a sequência correta.

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10

457941200596744
Ano: 2013Banca: FUNDEPESOrganização: HRTN - MGDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Normas Regulamentadoras do Trabalho | Enfermagem Ocupacional
Com relação a NR-04, os hospitais têm por obrigação ter um SESMT. Dentre as alternativas abaixo, assinale a que apresenta o significado CORRETO da sigla SESMT.
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