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Na infância, a Barbie é a boneca preferida de boa parte das meninas. Muitas crianças, inclusive, sonham um dia se parecer com o brinquedo. Segundo o sítio britânico Daily Mail, as adolescentes Emily Pounde e Hannah Jagger, ambas com dezesseis anos de idade, tiveram a oportunidade de ser a Barbie por um dia.
As garotas, que moram na cidade de Crewkerne, no Reino Unido, chegaram ao baile de formatura do colégio vestidas e “embaladas” como a boneca. Elas foram transportadas à festa dentro de caixas de madeira por um caminhão, sob aplausos da população local.
A responsável pela criação do figurino e das embalagens
foi a mãe de Emily, Christine Pounde, que gastou cerca de 200
libras (o equivalente a 630 reais) para transformar sua filha e a
amiga dela em réplicas da Barbie.
Internet:
O Ensino Médio no Brasil está mudando. A consolidação do Estado democrático, as novas tecnologias e as mudanças na produção de bens, serviços e conhecimentos exigem que a escola possibilite aos alunos integrarem-se ao mundo contemporâneo nas dimensões fundamentais da cidadania e do trabalho.
Pensar um novo currículo para o Ensino Médio deve-se levar em consideração dois fatores: as mudanças estruturais que decorrem da chamada “revolução do conhecimento”, alterando o modo de organização do trabalho e as relações sociais; e o atendimento aos padrões de qualidade que se coadunem com as exigências dessa nova ordem social.
Levando-se em conta o texto apresentado e a importância de se repensar um novo Ensino Médio, é correto afirmar, exceto:
Deixe-me dar um exemplo com essas novas matérias inseridas no currículo do ensino médio - música, sociologia e filosofia. A lógica que norteou a decisão é que não seria justo que os alunos pobres fossem privados dos privilégios intelectuais de seus colegasricos. O que não é justo, a meu ver, é que a adição dessas disciplinas torna ainda mais difícil para os pobres se equiparar aos alunos mais ricos nas matérias que realmente vão ser decisivas em sua vida. A desigualdade entre os dois grupos tende a aumentar. A triste realidade é que, por viverem em ambientes mais letrados e com pais mais instruídos, alunos de famílias ricas precisam de menos horas de instrução para se alfabetizar. É pouco provável que um aluno rico saia da 1ª série sem estar alfabetizado, enquanto é muito provável que o aluno pobre chegue ao 3º ano nessa condição. O aluno rico pode, portanto, se dar ao luxo de ter aula de música. Para nivelar o jogo, o aluno pobre deveria estar usando essas horas para se recuperar do atraso, especialmente nas habilidades basilares: português, matemática e ciências. É o domínio dessas habilidades que lhe será cobrado quando ingressar na vida profissional. Se esses pensadores querem a escola como niveladora de diferenças, se a diferença que mais impacta a qualidade de vida das pessoas é a de renda, e se a fonte principal de renda é o trabalho, então precisamos de um sistema educacional que coloque ricos e pobres em igualdade de condições para concorrer no mercado de trabalho. (IOSCHPE, G. A utopia sufoca a educação de qualidade. Revista Veja, São Paulo, 2012).
Tomando como base o conceito de formação " omnilateral " e " sujeito total ", podemos interpretar do texto acima: