A indústria X, licenciada pelo estado Y, causou um
derramamento de óleo em um rio do município Z. O Ministério
Público solicitou que a União e o estado Y cumprissem seu dever
de fiscalização ambiental, de modo a conter o dano em
andamento, no entanto, não tomaram qualquer providência.
O município Z não teve ciência do problema ambiental.
Nessa situação hipotética, assinale a opção correta, acerca da
responsabilidade civil ambiental da administração pública
conforme jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Um dos grandes problemas na estrutura urbana é a presença dos chamados terrenos baldios. São terrenos sem
construção que, muitas vezes, servem como depósitos de lixo e de resíduos indesejáveis, atraem animais nocivos e
peçonhentos ou tornam-se até refúgio para criminosos e infratores em geral. Sendo assim, de quem é a
responsabilidade e a obrigação legal de fazer a limpeza do terreno?
A Constituição Federal de 1988 (CF/88) estabelece a
existência de um meio ambiente ecologicamente equilibrado,
trazendo-o a um patamar de direito fundamental, com
regulamentação tanto na Constituição como na legislação
infraconstitucional. Com base na assertiva, marque a opção
correta.
Uma determinada empresa, situada às margens do Rio dos Sinos, no limite do
município de Sapucaia do Sul, despejou, por acidente, óleo no leito do rio, causando extenso dano
ambiental. A União, por intermédio de seu órgão ambiental competente, multou a empresa em
R$ 100.000,00, sendo o valor quitado pela autuada. Duas semanas depois, o Município de Sapucaia
do Sul, pelo mesmo fato, autuou e multou a mesma empresa em R$ 300.000,00. Diante disso, a
empresa ajuizou ação anulatória, ao fundamento de que já teria sido punida administrativamente pela
União, razão pela qual a nova multa imposta representaria bis in idem. Diante do caso concreto
apresentado, assinale a alternativa correta.
Considere que no caso que está sendo julgado, há prova de
que os réus extraíram 5 m3 de areia do leito de um arroio, sem
autorização. Consta dos autos que o arroio em comento vinha
sendo alvo constante de inúmeras ações de pequenos exploradores dos seus recursos minerais. O juiz da causa entendeu
que: “seja pelo reduzido valor patrimonial a ser usurpado da
União, seja pelo mínimo dano ambiental que a retirada de 5
m³ de areia poderia causar, reconheço que inexiste razão para
efetivação da reprimenda penal”. A decisão mencionada está