///
Explore grátis as questões de concursos e chegue mais preparado nas provas.
40 questões encontradas
Um escritório de arquitetura devidamente registrado no CAU-BR foi contratado para prestar serviços de Coordenação e Compatibilização de Projetos por uma empresa paulistana. Os projetos que iriam requerer aprovação legal já foram previamente submetidos aos órgãos competentes e os serviços contratados dizem respeito a refinamentos e revisões de projetos devido a colisões detectadas, que não implicam mudança no conteúdo dos diferentes projetos legalmente aprovados. Os produtos contratuais não serão divulgados ou publicados, apenas encaminhados para obra.
O Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) deverá ser efetuado
Um conjunto de serviços técnicos de engenharia será contratado pela SPTrans e discutem-se as exigências de qualificação técnica dos licitantes, à luz da legislação aplicável e do Regulamento Interno de Licitações e Contratos (RILC) da empresa. Para fins de discussão do tema, foram definidos três grupos de atividades descritas no Termo de Referência. O grupo I de atividades é considerado crítico para o sucesso do contrato, assim considerados os itens de maior relevância ou valor significativo do objeto da licitação. O grupo II é constituído de atividades que requerem qualificação técnico profissional em engenharia, porém são de menor relevância e de menor valor contratual. O grupo III é formado por atividades meio não caracterizadas como serviços de engenharia, além de apresentarem pequenos valores contratuais e pouca relevância para a consecução dos objetivos do contrato.
O instrumento convocatório deverá definir exigências relativas à capacitação técnica, limitadas à apresentação, pelas licitantes, de Certidão de Acervo Técnico – CAT, acompanhada do respectivo Atestado, por execução correspondente a até
Ao listar fatores associados a equipes de alto desempenho, o Guia PMBOK™ 7 descreve, dentre outros, capacidades de (i) adequar sua maneira de trabalhar ao ambiente e à situação e (ii) quando ocorrem problemas ou falhas, recuperar-se rapidamente. Na terminologia daquele guia, tais características correspondem, respectivamente, aos fatores denominados
Para implantar um projeto viário e de transporte público em um município brasileiro, uma empresa de transportes recebeu base cadastral de infraestrutura obtida junto a um órgão com atuação no município. Esse cadastro de infraestrutura tem como sistema de referência o SAD 69 e será utilizado na implantação do projeto, cujas bases cartográficas estão referenciadas ao sistema de referência SIRGAS 2000.
A conversão de coordenadas planimétricas entre os dois sistemas
A norma ISO 14001, acolhida pela normatização brasileira como NBRISO14001, define como fundamento de um sistema de gestão ambiental, base para a abordagem que o sustenta, o conceito denominado
Nos termos do Decreto Municipal nº 58.717/2019, o monitoramento da implementação do Plano Municipal de Segurança Viária ficará a cargo
Considerem-se os dados do 1º Inventário do Sistema de Mobilidade Urbana da cidade de São Paulo, elaborado por iniciativa da Secretaria Municipal de Transportes, como base para medidas do Plano Municipal de Mobilidade Urbana. Quando consideradas as quilometragens, medidas em veículo quilômetro (VKm), percorridas por automóveis, motocicletas, caminhões e ônibus, foram verificados, respectivamente, para esses tipos de veículos, percentuais de aproximadamente
Um projeto cicloviário na cidade de São Paulo identificou dificuldades ou, em alguns casos, impossibilidade, de implantação de ciclovias, ciclofaixas ou ciclorrotas em trechos das áreas do projeto. A partir dessa constatação, foi aventada a possibilidade, em diferentes trechos, de (i) criação de faixa exclusiva para circulação de bicicletas sobre a calçada, segregada, porém em nível com o restante do piso e, nos casos em que nem mesmo a situação (i) é possível, (ii) autorização para circulação de bicicletas no mesmo espaço comum com pedestres e cadeirantes, prevendo-se sinalização de segurança e prioridade para estes últimos.
Com relação à situação descrita, o Plano de Mobilidade de São Paulo (Decreto Municipal nº 56.834/2016 e alterações posteriores)
As avenidas de fundo de vale constituíram algumas das principais formas, talvez a principal, de modernização do sistema viário paulistano até as últimas décadas do século XX. A par do esgotamento dos fundos de vale a ocupar, pode-se afirmar que esse modelo passa a ter menor peso no planejamento viário do município em função de problemas técnicos apontados em estudos e planos setoriais do final do século XX e início do XXI, em especial
Nos termos do Plano Diretor do município de São Paulo (Lei Municipal nº 17.975/23), os meios de transporte autopropelidos, de forma elétrica ou não, criados para percorrer pequenas distâncias, nos termos de Resolução CONTRAN que trata da matéria, estão incluídos na definição de