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141 questões encontradas
Conforme preceitua a Resolução CFF n.º 586/2013, apenas não constitui uma das etapas do processo de prescrição farmacêutica:
A Resolução CFF n.º 585/2013 fixa as atribuições clínicas do farmacêutico relativas ao cuidado à saúde, nos âmbitos individual e coletivo, sendo elas, exceto:
Nos termos da Lei n.º 5.991/1973, a dispensação de medicamentos apenas não é privativa de:
De acordo com os conceitos previstos na Lei n.º 5.991/1973, relacione a 1ª Coluna com a 2ª Coluna e marque a alternativa com a sequência correta:
| 1ª Coluna | 2ª Coluna |
|---|---|
| I- Droga. | (...) produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico. |
| II- Medicamento. | (...) substância ou matéria-prima que tenha a finalidade medicamentosa ou sanitária. |
| III- Ervanaria. | (...) estabelecimento que realize dispensação de plantas medicinais. |
Um usuário deseja saber como se escreve o número 9.487.890 (nove milhões, quatrocentos e oitenta e sete mil, oitocentos e noventa) em língua inglesa. Para isso o que este deve digitar na janela de busca do sítio google para obter o resultado esperado?
Em um condomínio, os lotes são retangulares, tem medidas iguais e áreas de 800m². Observa-se que o comprimento de cada lote é 20 metros maior que a largura do terreno. Qual a medida do comprimento de cada lote?
Dados:
Área = C x L
Todas as palavras apresentam seus antônimos, exceto em:
Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.
- Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.
- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.
- ?
- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!
- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...
E por aí fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo. Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários. O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.
(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)
A tipologia textual de "O desastre" é:
Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.
- Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.
- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.
- ?
- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!
- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...
E por aí fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo. Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários. O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.
(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)
Sobre: "(...) disse-lhe com um tapa amigável (...)", não é correto afirmar que:
Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank, à espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.
- Esperando sua horinha, hein? - disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.
- É verdade. Espero pacientemente que me cantem o número e, enquanto espero, filosofo sobre os males que traz à vida a desonestidade dos homens.
- ?
- Sim, porque se não fosse a desonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da desonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipótese de falsificações ou abusos, e o reconhecimento de um dinheiro far-se-ia instantâneo. Ponho-me às vezes a imaginar como seriam as coisas cá na Terra se um sábio eugenismo desse combate à desonestidade por meio da completa eliminação dos desonestos. Que paraíso!
- Tem razão - concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete numa ideia - A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda espécie, burocracia e mil peias, tudo porque a desonestidade nas relações humanas constitui, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remédio...
E por aí fomos, no filosofar vadio de quem não possui coisa melhor a fazer e apenas procura apenas matar o tempo. Passamos depois a analisar vários tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azáfama peculiar aos negócios bancários. O meu amigo, frequentador que era de bancos, conhecia muito deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual.
(LOBATO, Monteiro. O Presidente Negro. Lafonte. p 19/20.)
O processo de formação da palavra "horinha" é: