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415 questões encontradas
Uma boa prática em serviços onde exista energia elétrica é o trabalho seguro, no qual se utilize técnicas e proteções para que o risco de acidentes seja minimizado. Assinale a definição correta de tensão de segurança.
A conversão de bases numéricas é utilizada frequentemente em sistemas digitais para processamento de informações.
A equação 42F16 – 37A16 possui resposta em binário (base 2) representada na alternativa:
Os tiristores são uma família “grupo” de componentes com aplicações em circuitos de controle de potência e, também, retificadores controlados. Neste grupo de semicondutores, destacam-se o SCR e o TRIAC. Nesse contexto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Uma das formas de disparo do TRIAC por tensão aplicada em MT1 e MT2.
( ) O TRIAC é um dispositivo bidirecional.
( ) Após realizar um pulso no GATE de um SCR, este irá permanecer conduzindo, mesmo que novos pulsos sejam aplicados ao GATE.
( ) O SCR é um dispositivo unidirecional.
A sequência está correta em
“Há dois anos, os primeiros estrangeiros bolsistas começaram a chegar aos municípios onde atuariam. O programa federal propunha aumentar o número de profissionais atuando na rede de atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS) em regiões carentes desses profissionais. Hoje, há mais de 18 mil desses profissionais atuando no programa, sendo cerca de 11.500 cubanos contratados via convênio com a Organização Pan-americana da Saúde (Opas), aproximadamente 1.500 formados no exterior e mais de 5 mil brasileiros.” Trata-se do programa:
O Conselho de Estado da Itália, última instância da justiça administrativa do país europeu, decidiu em setembro de 2015 pela extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, que foi condenado pela Justiça brasileira por envolvimento no escândalo conhecido por:
Em setembro de 2015, o presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, anunciou que admitia conceder anistia aos prisioneiros do grupo extremista islâmico que raptou cerca de 200 jovens em 2014 se este concordasse em libertar todas as meninas de Chibok, fato que comoveu o mundo. Este grupo que vem aterrorizando parte da Nigéria, uma das nações mais ricas e populosas da África, é denominado:
Sabemos muito pouco sobre os povos indígenas brasileiros. Dá pra dizer que justamente por isso sabemos pouco sobre o Brasil. Esse conhecimento fica de antropólogos e alguns historiadores. Eles também são poucos e o assunto é imenso. Temos, portanto, o dever de olhar para a vida desses povos com mais respeito ainda, o respeito de quem é ignorante. Não podemos pensar que o Brasil seja apenas o resultado da colonização europeia e que o passado ligado aos povos tradicionais que aqui habitavam (e onde muitos ainda habitam) seja menos importante. Vivemos sob a ideologia de que o Brasil é algo novo, mas o que chamamos de ‘novo’ é só uma parte da história. Dizer 500 anos de Brasil (hoje, 515) é algo que vale para a teoria da história e o fazer historiográfico, mas é uma inverdade se levarmos em conta nossa história subterrânea. A história que não temos como conhecer por que vivemos colonizados, pensando que a história que vale é a dos nossos ancestrais europeus e da colônia na qual fomos criados.
A atual população indígena brasileira, segundo resultados preliminares do Censo Demográfico realizado pelo IBGE em 2010, é de 817.963 indígenas, dos quais 502.783 vivem na zona rural e 315.180 habitam as zonas urbanas brasileiras. Este censo revelou que em todos os Estados da Federação, inclusive no Distrito Federal, há populações indígenas. A unidade federada que concentra a maior população indígena do Brasil chama-se:
Sabemos muito pouco sobre os povos indígenas brasileiros. Dá pra dizer que justamente por isso sabemos pouco sobre o Brasil. Esse conhecimento fica de antropólogos e alguns historiadores. Eles também são poucos e o assunto é imenso. Temos, portanto, o dever de olhar para a vida desses povos com mais respeito ainda, o respeito de quem é ignorante. Não podemos pensar que o Brasil seja apenas o resultado da colonização europeia e que o passado ligado aos povos tradicionais que aqui habitavam (e onde muitos ainda habitam) seja menos importante. Vivemos sob a ideologia de que o Brasil é algo novo, mas o que chamamos de ‘novo’ é só uma parte da história. Dizer 500 anos de Brasil (hoje, 515) é algo que vale para a teoria da história e o fazer historiográfico, mas é uma inverdade se levarmos em conta nossa história subterrânea. A história que não temos como conhecer por que vivemos colonizados, pensando que a história que vale é a dos nossos ancestrais europeus e da colônia na qual fomos criados.
Sobre a atual situação dos povos indígenas no Brasil é correto afirmar, EXCETO:
Sabemos muito pouco sobre os povos indígenas brasileiros. Dá pra dizer que justamente por isso sabemos pouco sobre o Brasil. Esse conhecimento fica de antropólogos e alguns historiadores. Eles também são poucos e o assunto é imenso. Temos, portanto, o dever de olhar para a vida desses povos com mais respeito ainda, o respeito de quem é ignorante. Não podemos pensar que o Brasil seja apenas o resultado da colonização europeia e que o passado ligado aos povos tradicionais que aqui habitavam (e onde muitos ainda habitam) seja menos importante. Vivemos sob a ideologia de que o Brasil é algo novo, mas o que chamamos de ‘novo’ é só uma parte da história. Dizer 500 anos de Brasil (hoje, 515) é algo que vale para a teoria da história e o fazer historiográfico, mas é uma inverdade se levarmos em conta nossa história subterrânea. A história que não temos como conhecer por que vivemos colonizados, pensando que a história que vale é a dos nossos ancestrais europeus e da colônia na qual fomos criados.
Quando trata da “história que não temos como conhecer...” o autor está enfatizando que o Brasil
Menos divulgada pela mídia brasileira, mas tão importante quanto a operação Lava Jato, a Zelotes é uma operação iniciada em 2015, pela Polícia Federal para investigar denúncia de corrupção