///
Explore grátis as questões de concursos e chegue mais preparado nas provas.
30 questões encontradas
Segundo Smole; Diniz e Cândido (2007, p. 14), “A perspectiva metodológica da resolução de problemas se baseia na proposição e no enfrentamento de uma situação-problema”.
Para viabilizar o trabalho, a partir dessa perspectiva, é necessário
De acordo com Moreira e Caleffe (2006, p. 12), “A reflexão, a prática reflexiva e a pesquisa são consideradas elementos fundamentais no desenvolvimento profissional dos professores”.
Baseado na concepção dos referidos autores, pode-se afirmar que a prática reflexiva consiste
A pesquisa TIC Educação 2013, produzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br), mostra que aumentou o uso de recursos tecnológicos nas escolas brasileiras. Quase a totalidade das instituições tem computador e acesso à internet. [...] O principal local para uso pedagógico é o laboratório de informática (85%). A conexão sem fio – aspecto fundamental para a mobilidade – está presente em 71% das escolas. Outro destaque é o crescimento dos tablets: em 2012, apenas 2% das instituições públicas possuíam esse tipo de equipamento, em 2013, o número chegou a 11%. Foram entrevistados alunos, diretores e coordenadores pedagógicos de escolas públicas e particulares de centros urbanos.
Sobre os recursos tecnológicos nas escolas, é correto afirmar que eles
Censo da Mata Atlântica: 15.782 espécies vegetais catalogadas
Marcelo Gigliotti, Jornal do Brasil — 25/03/2010.
RIO — Quem mora no Rio de Janeiro convive com ela todo dia. Cobrindo os maciços, adornando o Corcovado, marcando presença e enchendo de vida toda a cidade. Porém, a Mata Atlântica, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta, e uma dádiva para o carioca, perdeu 89% por cento de sua cobertura original. Mesmo no Rio, são poucos os remanescentes virgens desta riqueza, uma vez que boa parte dela, como a Floresta da Tijuca, foi devastada e depois reflorestada. Esta situação levou cerca de 200 cientistas de todo o país a se mobilizarem para sua preservação. E o primeiro passo foi dado com a elaboração de um censo das espécies vegetais, o livro Plantas da Floresta Atlântica.
No Rio de Janeiro há remanescentes de Floresta Atlântica original nas encostas entre o Jardim Botânico e a Vista Chinesa, no Maciço da Pedra Branca, na Área de Proteção Ambiental de Gericinó-Mendanha e na Ilha da Marambaia, segundo o pesquisador Marcus Nadruz, do Jardim Botânico, um dos autores do livro.
Nada menos do que 15.782 espécies vegetais foram catalogadas no livro, um trabalho pioneiro, que reuniu informações que estavam dispersas em diversas instituições científicas. Este volume de plantas representa 5% da flora mundial.
[...] a Mata Atlântica é um dos cinco hotspots do mundo. O termo indica ecossistemas que concentram mais espécies endêmicas e que tiveram mais de 75% de sua área devastada.
É um conceito que une biodiversidade, endemismo e ameaça de extinção explica o pesquisador.
Os hotspots são considerados áreas prioritárias para conservação, ecossistemas que precisam ser estudados o quanto antes pela sua fragilidade.
Para esta preservação, há três etapas. A primeira é conhecer quais espécies ocorrem. A segunda é avaliar o estado de conservação e a quantidade delas. E a terceira é traçar metas para diminuir o grau de ameaça diz o cientista.
E este esforço é uma corrida contra o tempo. A Mata Atlântica surpreende os próprios cientistas. A cada semana, uma nova espécie é descoberta. Além disso, determinadas espécies ocorrem em locais restritos. Ou seja, podem sumir com a ocupação urbana, ou com o desmate para outro fim, sem que sejam sequer conhecidas pela ciência.
Nesta luta pela natureza, há outras frentes de combate. Uma delas é fazer o governo federal declarar as espécies como ameaçadas de extinção. Com este status oficial, elas ficam sob proteção da lei.
[...] Se a Mata Atlântica, junto com o ser humano, vai superar estes desafios, só o tempo dirá. [...] Espera-se que as futuras gerações colham estes frutos.
Sabemos que a Mata Atlântica contribui para a formação das chuvas no nosso estado. Para os alunos estudarem a formação da chuva, a professora realizou uma experiência, conforme a figura. Ela encheu um recipiente com água e colocou-o sobre um fogareiro aceso. A água entrou em ebulição e se transformou em vapor d’água. Foi colocado um prato com gelo por cima do vapor e começaram a cair pingos de água da parte de baixo do prato.
Marque a alternativa que indica o que aconteceu na realização do experimento.
Censo da Mata Atlântica: 15.782 espécies vegetais catalogadas
Marcelo Gigliotti, Jornal do Brasil — 25/03/2010.
RIO — Quem mora no Rio de Janeiro convive com ela todo dia. Cobrindo os maciços, adornando o Corcovado, marcando presença e enchendo de vida toda a cidade. Porém, a Mata Atlântica, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta, e uma dádiva para o carioca, perdeu 89% por cento de sua cobertura original. Mesmo no Rio, são poucos os remanescentes virgens desta riqueza, uma vez que boa parte dela, como a Floresta da Tijuca, foi devastada e depois reflorestada. Esta situação levou cerca de 200 cientistas de todo o país a se mobilizarem para sua preservação. E o primeiro passo foi dado com a elaboração de um censo das espécies vegetais, o livro Plantas da Floresta Atlântica.
No Rio de Janeiro há remanescentes de Floresta Atlântica original nas encostas entre o Jardim Botânico e a Vista Chinesa, no Maciço da Pedra Branca, na Área de Proteção Ambiental de Gericinó-Mendanha e na Ilha da Marambaia, segundo o pesquisador Marcus Nadruz, do Jardim Botânico, um dos autores do livro.
Nada menos do que 15.782 espécies vegetais foram catalogadas no livro, um trabalho pioneiro, que reuniu informações que estavam dispersas em diversas instituições científicas. Este volume de plantas representa 5% da flora mundial.
[...] a Mata Atlântica é um dos cinco hotspots do mundo. O termo indica ecossistemas que concentram mais espécies endêmicas e que tiveram mais de 75% de sua área devastada.
É um conceito que une biodiversidade, endemismo e ameaça de extinção explica o pesquisador.
Os hotspots são considerados áreas prioritárias para conservação, ecossistemas que precisam ser estudados o quanto antes pela sua fragilidade.
Para esta preservação, há três etapas. A primeira é conhecer quais espécies ocorrem. A segunda é avaliar o estado de conservação e a quantidade delas. E a terceira é traçar metas para diminuir o grau de ameaça diz o cientista.
E este esforço é uma corrida contra o tempo. A Mata Atlântica surpreende os próprios cientistas. A cada semana, uma nova espécie é descoberta. Além disso, determinadas espécies ocorrem em locais restritos. Ou seja, podem sumir com a ocupação urbana, ou com o desmate para outro fim, sem que sejam sequer conhecidas pela ciência.
Nesta luta pela natureza, há outras frentes de combate. Uma delas é fazer o governo federal declarar as espécies como ameaçadas de extinção. Com este status oficial, elas ficam sob proteção da lei.
[...] Se a Mata Atlântica, junto com o ser humano, vai superar estes desafios, só o tempo dirá. [...] Espera-se que as futuras gerações colham estes frutos.
A Mata Atlântica é um grande ecossistema. Pode-se simular um pequeno ambiente em sala de aula, montando um terrário. O terrário pode conter pedras, terra, água, mudas de plantas e pequenos animais. Deve ser coberto com plástico transparente e colocado em local iluminado. Em relação às plantas e aos animais, depois de alguns dias, será possível observar que eles continuarão vivos.
Isso acontecerá porque
Censo da Mata Atlântica: 15.782 espécies vegetais catalogadas
Marcelo Gigliotti, Jornal do Brasil — 25/03/2010.
RIO — Quem mora no Rio de Janeiro convive com ela todo dia. Cobrindo os maciços, adornando o Corcovado, marcando presença e enchendo de vida toda a cidade. Porém, a Mata Atlântica, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta, e uma dádiva para o carioca, perdeu 89% por cento de sua cobertura original. Mesmo no Rio, são poucos os remanescentes virgens desta riqueza, uma vez que boa parte dela, como a Floresta da Tijuca, foi devastada e depois reflorestada. Esta situação levou cerca de 200 cientistas de todo o país a se mobilizarem para sua preservação. E o primeiro passo foi dado com a elaboração de um censo das espécies vegetais, o livro Plantas da Floresta Atlântica.
No Rio de Janeiro há remanescentes de Floresta Atlântica original nas encostas entre o Jardim Botânico e a Vista Chinesa, no Maciço da Pedra Branca, na Área de Proteção Ambiental de Gericinó-Mendanha e na Ilha da Marambaia, segundo o pesquisador Marcus Nadruz, do Jardim Botânico, um dos autores do livro.
Nada menos do que 15.782 espécies vegetais foram catalogadas no livro, um trabalho pioneiro, que reuniu informações que estavam dispersas em diversas instituições científicas. Este volume de plantas representa 5% da flora mundial.
[...] a Mata Atlântica é um dos cinco hotspots do mundo. O termo indica ecossistemas que concentram mais espécies endêmicas e que tiveram mais de 75% de sua área devastada.
É um conceito que une biodiversidade, endemismo e ameaça de extinção explica o pesquisador.
Os hotspots são considerados áreas prioritárias para conservação, ecossistemas que precisam ser estudados o quanto antes pela sua fragilidade.
Para esta preservação, há três etapas. A primeira é conhecer quais espécies ocorrem. A segunda é avaliar o estado de conservação e a quantidade delas. E a terceira é traçar metas para diminuir o grau de ameaça diz o cientista.
E este esforço é uma corrida contra o tempo. A Mata Atlântica surpreende os próprios cientistas. A cada semana, uma nova espécie é descoberta. Além disso, determinadas espécies ocorrem em locais restritos. Ou seja, podem sumir com a ocupação urbana, ou com o desmate para outro fim, sem que sejam sequer conhecidas pela ciência.
Nesta luta pela natureza, há outras frentes de combate. Uma delas é fazer o governo federal declarar as espécies como ameaçadas de extinção. Com este status oficial, elas ficam sob proteção da lei.
[...] Se a Mata Atlântica, junto com o ser humano, vai superar estes desafios, só o tempo dirá. [...] Espera-se que as futuras gerações colham estes frutos.
A Mata Atlântica é, realmente, uma dádiva para os cariocas, pois a liberação de oxigênio é muito importante para a vida dos seres vivos.
O processo de oxidação dos alimentos por meio do qual o organismo obtém energia para a manutenção de seus processos vitais denomina-se
Censo da Mata Atlântica: 15.782 espécies vegetais catalogadas
Marcelo Gigliotti, Jornal do Brasil — 25/03/2010.
RIO — Quem mora no Rio de Janeiro convive com ela todo dia. Cobrindo os maciços, adornando o Corcovado, marcando presença e enchendo de vida toda a cidade. Porém, a Mata Atlântica, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta, e uma dádiva para o carioca, perdeu 89% por cento de sua cobertura original. Mesmo no Rio, são poucos os remanescentes virgens desta riqueza, uma vez que boa parte dela, como a Floresta da Tijuca, foi devastada e depois reflorestada. Esta situação levou cerca de 200 cientistas de todo o país a se mobilizarem para sua preservação. E o primeiro passo foi dado com a elaboração de um censo das espécies vegetais, o livro Plantas da Floresta Atlântica.
No Rio de Janeiro há remanescentes de Floresta Atlântica original nas encostas entre o Jardim Botânico e a Vista Chinesa, no Maciço da Pedra Branca, na Área de Proteção Ambiental de Gericinó-Mendanha e na Ilha da Marambaia, segundo o pesquisador Marcus Nadruz, do Jardim Botânico, um dos autores do livro.
Nada menos do que 15.782 espécies vegetais foram catalogadas no livro, um trabalho pioneiro, que reuniu informações que estavam dispersas em diversas instituições científicas. Este volume de plantas representa 5% da flora mundial.
[...] a Mata Atlântica é um dos cinco hotspots do mundo. O termo indica ecossistemas que concentram mais espécies endêmicas e que tiveram mais de 75% de sua área devastada.
É um conceito que une biodiversidade, endemismo e ameaça de extinção explica o pesquisador.
Os hotspots são considerados áreas prioritárias para conservação, ecossistemas que precisam ser estudados o quanto antes pela sua fragilidade.
Para esta preservação, há três etapas. A primeira é conhecer quais espécies ocorrem. A segunda é avaliar o estado de conservação e a quantidade delas. E a terceira é traçar metas para diminuir o grau de ameaça diz o cientista.
E este esforço é uma corrida contra o tempo. A Mata Atlântica surpreende os próprios cientistas. A cada semana, uma nova espécie é descoberta. Além disso, determinadas espécies ocorrem em locais restritos. Ou seja, podem sumir com a ocupação urbana, ou com o desmate para outro fim, sem que sejam sequer conhecidas pela ciência.
Nesta luta pela natureza, há outras frentes de combate. Uma delas é fazer o governo federal declarar as espécies como ameaçadas de extinção. Com este status oficial, elas ficam sob proteção da lei.
[...] Se a Mata Atlântica, junto com o ser humano, vai superar estes desafios, só o tempo dirá. [...] Espera-se que as futuras gerações colham estes frutos.
O texto sobre a Mata Atlântica descreve a variedade de animais que lá vivem. O mecanismo respiratório dos animais, muitas vezes, está relacionado com o meio em que vivem.
Pode-se afirmar que a minhoca, o peixe e o gafanhoto têm, respectivamente, os seguintes tipos de respiração:
Censo da Mata Atlântica: 15.782 espécies vegetais catalogadas
Marcelo Gigliotti, Jornal do Brasil — 25/03/2010.
RIO — Quem mora no Rio de Janeiro convive com ela todo dia. Cobrindo os maciços, adornando o Corcovado, marcando presença e enchendo de vida toda a cidade. Porém, a Mata Atlântica, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta, e uma dádiva para o carioca, perdeu 89% por cento de sua cobertura original. Mesmo no Rio, são poucos os remanescentes virgens desta riqueza, uma vez que boa parte dela, como a Floresta da Tijuca, foi devastada e depois reflorestada. Esta situação levou cerca de 200 cientistas de todo o país a se mobilizarem para sua preservação. E o primeiro passo foi dado com a elaboração de um censo das espécies vegetais, o livro Plantas da Floresta Atlântica.
No Rio de Janeiro há remanescentes de Floresta Atlântica original nas encostas entre o Jardim Botânico e a Vista Chinesa, no Maciço da Pedra Branca, na Área de Proteção Ambiental de Gericinó-Mendanha e na Ilha da Marambaia, segundo o pesquisador Marcus Nadruz, do Jardim Botânico, um dos autores do livro.
Nada menos do que 15.782 espécies vegetais foram catalogadas no livro, um trabalho pioneiro, que reuniu informações que estavam dispersas em diversas instituições científicas. Este volume de plantas representa 5% da flora mundial.
[...] a Mata Atlântica é um dos cinco hotspots do mundo. O termo indica ecossistemas que concentram mais espécies endêmicas e que tiveram mais de 75% de sua área devastada.
É um conceito que une biodiversidade, endemismo e ameaça de extinção explica o pesquisador.
Os hotspots são considerados áreas prioritárias para conservação, ecossistemas que precisam ser estudados o quanto antes pela sua fragilidade.
Para esta preservação, há três etapas. A primeira é conhecer quais espécies ocorrem. A segunda é avaliar o estado de conservação e a quantidade delas. E a terceira é traçar metas para diminuir o grau de ameaça diz o cientista.
E este esforço é uma corrida contra o tempo. A Mata Atlântica surpreende os próprios cientistas. A cada semana, uma nova espécie é descoberta. Além disso, determinadas espécies ocorrem em locais restritos. Ou seja, podem sumir com a ocupação urbana, ou com o desmate para outro fim, sem que sejam sequer conhecidas pela ciência.
Nesta luta pela natureza, há outras frentes de combate. Uma delas é fazer o governo federal declarar as espécies como ameaçadas de extinção. Com este status oficial, elas ficam sob proteção da lei.
[...] Se a Mata Atlântica, junto com o ser humano, vai superar estes desafios, só o tempo dirá. [...] Espera-se que as futuras gerações colham estes frutos.
Enquanto a América do Sul e a África tiveram as maiores perdas anuais de áreas verdes entre 2000 e 2001, a Ásia ganhou 2 200 000 de hectares ao ano na última década em função das ações de reflorestamento.
Abreviando a escrita do número destacado, tem-se
Censo da Mata Atlântica: 15.782 espécies vegetais catalogadas
Marcelo Gigliotti, Jornal do Brasil — 25/03/2010.
RIO — Quem mora no Rio de Janeiro convive com ela todo dia. Cobrindo os maciços, adornando o Corcovado, marcando presença e enchendo de vida toda a cidade. Porém, a Mata Atlântica, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta, e uma dádiva para o carioca, perdeu 89% por cento de sua cobertura original. Mesmo no Rio, são poucos os remanescentes virgens desta riqueza, uma vez que boa parte dela, como a Floresta da Tijuca, foi devastada e depois reflorestada. Esta situação levou cerca de 200 cientistas de todo o país a se mobilizarem para sua preservação. E o primeiro passo foi dado com a elaboração de um censo das espécies vegetais, o livro Plantas da Floresta Atlântica.
No Rio de Janeiro há remanescentes de Floresta Atlântica original nas encostas entre o Jardim Botânico e a Vista Chinesa, no Maciço da Pedra Branca, na Área de Proteção Ambiental de Gericinó-Mendanha e na Ilha da Marambaia, segundo o pesquisador Marcus Nadruz, do Jardim Botânico, um dos autores do livro.
Nada menos do que 15.782 espécies vegetais foram catalogadas no livro, um trabalho pioneiro, que reuniu informações que estavam dispersas em diversas instituições científicas. Este volume de plantas representa 5% da flora mundial.
[...] a Mata Atlântica é um dos cinco hotspots do mundo. O termo indica ecossistemas que concentram mais espécies endêmicas e que tiveram mais de 75% de sua área devastada.
É um conceito que une biodiversidade, endemismo e ameaça de extinção explica o pesquisador.
Os hotspots são considerados áreas prioritárias para conservação, ecossistemas que precisam ser estudados o quanto antes pela sua fragilidade.
Para esta preservação, há três etapas. A primeira é conhecer quais espécies ocorrem. A segunda é avaliar o estado de conservação e a quantidade delas. E a terceira é traçar metas para diminuir o grau de ameaça diz o cientista.
E este esforço é uma corrida contra o tempo. A Mata Atlântica surpreende os próprios cientistas. A cada semana, uma nova espécie é descoberta. Além disso, determinadas espécies ocorrem em locais restritos. Ou seja, podem sumir com a ocupação urbana, ou com o desmate para outro fim, sem que sejam sequer conhecidas pela ciência.
Nesta luta pela natureza, há outras frentes de combate. Uma delas é fazer o governo federal declarar as espécies como ameaçadas de extinção. Com este status oficial, elas ficam sob proteção da lei.
[...] Se a Mata Atlântica, junto com o ser humano, vai superar estes desafios, só o tempo dirá. [...] Espera-se que as futuras gerações colham estes frutos.
No Censo da Mata Atlântica, 15 782 espécies vegetais foram catalogadas no livro, um trabalho pioneiro, que reuniu informações que estavam dispersas em diversas instituições científicas. Esse volume de plantas representa 5% da flora mundial.
Quantas espécies vegetais correspondem ao volume total de plantas da flora mundial?
Censo da Mata Atlântica: 15.782 espécies vegetais catalogadas
Marcelo Gigliotti, Jornal do Brasil — 25/03/2010.
RIO — Quem mora no Rio de Janeiro convive com ela todo dia. Cobrindo os maciços, adornando o Corcovado, marcando presença e enchendo de vida toda a cidade. Porém, a Mata Atlântica, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta, e uma dádiva para o carioca, perdeu 89% por cento de sua cobertura original. Mesmo no Rio, são poucos os remanescentes virgens desta riqueza, uma vez que boa parte dela, como a Floresta da Tijuca, foi devastada e depois reflorestada. Esta situação levou cerca de 200 cientistas de todo o país a se mobilizarem para sua preservação. E o primeiro passo foi dado com a elaboração de um censo das espécies vegetais, o livro Plantas da Floresta Atlântica.
No Rio de Janeiro há remanescentes de Floresta Atlântica original nas encostas entre o Jardim Botânico e a Vista Chinesa, no Maciço da Pedra Branca, na Área de Proteção Ambiental de Gericinó-Mendanha e na Ilha da Marambaia, segundo o pesquisador Marcus Nadruz, do Jardim Botânico, um dos autores do livro.
Nada menos do que 15.782 espécies vegetais foram catalogadas no livro, um trabalho pioneiro, que reuniu informações que estavam dispersas em diversas instituições científicas. Este volume de plantas representa 5% da flora mundial.
[...] a Mata Atlântica é um dos cinco hotspots do mundo. O termo indica ecossistemas que concentram mais espécies endêmicas e que tiveram mais de 75% de sua área devastada.
É um conceito que une biodiversidade, endemismo e ameaça de extinção explica o pesquisador.
Os hotspots são considerados áreas prioritárias para conservação, ecossistemas que precisam ser estudados o quanto antes pela sua fragilidade.
Para esta preservação, há três etapas. A primeira é conhecer quais espécies ocorrem. A segunda é avaliar o estado de conservação e a quantidade delas. E a terceira é traçar metas para diminuir o grau de ameaça diz o cientista.
E este esforço é uma corrida contra o tempo. A Mata Atlântica surpreende os próprios cientistas. A cada semana, uma nova espécie é descoberta. Além disso, determinadas espécies ocorrem em locais restritos. Ou seja, podem sumir com a ocupação urbana, ou com o desmate para outro fim, sem que sejam sequer conhecidas pela ciência.
Nesta luta pela natureza, há outras frentes de combate. Uma delas é fazer o governo federal declarar as espécies como ameaçadas de extinção. Com este status oficial, elas ficam sob proteção da lei.
[...] Se a Mata Atlântica, junto com o ser humano, vai superar estes desafios, só o tempo dirá. [...] Espera-se que as futuras gerações colham estes frutos.
Em “Cerca de 200 cientistas se mobilizam ...” a concordância entre o sujeito e o predicado segue as regras da norma culta, como em: