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74 questões encontradas
Segundo a Lei Orgânica Municipal, Art. 31, é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto quando houver compatibilidade de horário a de:
I. dois cargos de professores.
II. um cargo de professor com outro técnico ou científico.
III. dois cargos privativos de médico.
IV. um cargo no legislativo e um no executivo.
V. um cargo bancário com um cargo no serviço municipal.
Quais estão INCORRETAS?
A investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas e títulos, ressalvadas as nomeações para cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração. O prazo de validade de concurso público será de até _____________ prorrogável ________ por igual período.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
São tributos da competência municipal, EXCETO imposto sobre:
Compete ao município no exercício de sua autonomia:
I. Administrar seus bens, adquiri-los, aliená-los, aceitar doações, legados, heranças e dispor de suas aplicações de acordo com os demais termos desta Lei Orgânica.
II. Desapropriar, por necessidade ou utilidade pública ou ainda por interesse social, nos casos previstos em lei.
III. Eleger os feriados nacionais, bem como horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais, bancários, industriais, de prestação de serviços e outros, de acordo com a legislação pertinente.
IV. Elaborar o plano diretor de desenvolvimento urbano, estabelecendo normas de edificações, loteamento e zoneamento, bem como diretrizes urbanísticas convenientes à ordenação de seu território.
Quais estão corretas?
A lei orçamentária anual NÃO compreenderá o orçamento
Quem disse que ciência e esporte não combinam? O matemático Laércio Vendite e a bióloga Denise Vaz, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, sabem que os dois combinam sim, e muito bem. Eles lideram estudos que usam a matemática e a tecnologia para melhorar o desempenho dos jogadores de dois times paulistas, Ponte Preta e Mogi Mirim.
A pesquisa de Vendite começou em 1996, quando ele resolveu usar estatísticas para avaliar a atuação da equipe da Ponte Preta – na época, esses estudos eram mais voltados para outros esportes, como vôlei e basquete. O cientista começou, então, a tomar nota de dados sobre passes, cruzamentos e outras jogadas, incluindo o momento e a posição em que elas ocorriam. O objetivo era fazer cálculos matemáticos e estatísticos para descrever o desempenho dos atletas.
Segundo o pesquisador, depois de identificar os padrões de atuação da equipe, é possível aperfeiçoar a ação do time. “Depois de uma partida, nós, junto com a comissão técnica, fazemos um relatório onde se define todos os problemas da equipe durante o jogo. Os treinamentos seguintes são baseados nas tentativas de corrigir esses erros”, explica.
Se a matemática ajuda o desempenho da Ponte Preta, a tecnologia é aliada do Mogi Mirim. Denise lidera um estudo que usa aparelhos de GPS e um software especial para registrar a movimentação dos jogadores em campo, o que permite avaliar o time e sugerir mudanças estratégicas.
O aparelho é bem pequeno e fica dentro de um bolso, costurado no calção dos jogadores para não atrapalhar. “Com o GPS, podemos ter uma ideia da distância percorrida por cada jogador durante os jogos, levando em consideração a velocidade do deslocamento”, explica Denise. Ela avalia de maneira especial as ações de alta intensidade, como corridas em alta velocidade, que desgastam mais os jogadores.
Assim, é possível definir o descanso necessário para cada atleta. Por exemplo, ao saber que um jogador titular está mais cansado, o técnico precisa planejar sua recuperação de modo a preparar a equipe para os jogos futuros.
Agora, os torcedores de plantão devem estar se perguntando: os métodos funcionam mesmo Bem, os dois times foram bem colocados no Campeonato Paulista, mas não foram campeões. Será que a ciência pode ajudá-los a alcançar o título no próximo ano?
Assinale a alternativa em que na palavra o ‘s’ destacado NÃO tem som de ‘z’.
Quem disse que ciência e esporte não combinam? O matemático Laércio Vendite e a bióloga Denise Vaz, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, sabem que os dois combinam sim, e muito bem. Eles lideram estudos que usam a matemática e a tecnologia para melhorar o desempenho dos jogadores de dois times paulistas, Ponte Preta e Mogi Mirim.
A pesquisa de Vendite começou em 1996, quando ele resolveu usar estatísticas para avaliar a atuação da equipe da Ponte Preta – na época, esses estudos eram mais voltados para outros esportes, como vôlei e basquete. O cientista começou, então, a tomar nota de dados sobre passes, cruzamentos e outras jogadas, incluindo o momento e a posição em que elas ocorriam. O objetivo era fazer cálculos matemáticos e estatísticos para descrever o desempenho dos atletas.
Segundo o pesquisador, depois de identificar os padrões de atuação da equipe, é possível aperfeiçoar a ação do time. “Depois de uma partida, nós, junto com a comissão técnica, fazemos um relatório onde se define todos os problemas da equipe durante o jogo. Os treinamentos seguintes são baseados nas tentativas de corrigir esses erros”, explica.
Se a matemática ajuda o desempenho da Ponte Preta, a tecnologia é aliada do Mogi Mirim. Denise lidera um estudo que usa aparelhos de GPS e um software especial para registrar a movimentação dos jogadores em campo, o que permite avaliar o time e sugerir mudanças estratégicas.
O aparelho é bem pequeno e fica dentro de um bolso, costurado no calção dos jogadores para não atrapalhar. “Com o GPS, podemos ter uma ideia da distância percorrida por cada jogador durante os jogos, levando em consideração a velocidade do deslocamento”, explica Denise. Ela avalia de maneira especial as ações de alta intensidade, como corridas em alta velocidade, que desgastam mais os jogadores.
Assim, é possível definir o descanso necessário para cada atleta. Por exemplo, ao saber que um jogador titular está mais cansado, o técnico precisa planejar sua recuperação de modo a preparar a equipe para os jogos futuros.
Agora, os torcedores de plantão devem estar se perguntando: os métodos funcionam mesmo Bem, os dois times foram bem colocados no Campeonato Paulista, mas não foram campeões. Será que a ciência pode ajudá-los a alcançar o título no próximo ano?
Em relação à ortografia, a palavra “ação” é grafada com ‘ç’, assim como:
Quem disse que ciência e esporte não combinam? O matemático Laércio Vendite e a bióloga Denise Vaz, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, sabem que os dois combinam sim, e muito bem. Eles lideram estudos que usam a matemática e a tecnologia para melhorar o desempenho dos jogadores de dois times paulistas, Ponte Preta e Mogi Mirim.
A pesquisa de Vendite começou em 1996, quando ele resolveu usar estatísticas para avaliar a atuação da equipe da Ponte Preta – na época, esses estudos eram mais voltados para outros esportes, como vôlei e basquete. O cientista começou, então, a tomar nota de dados sobre passes, cruzamentos e outras jogadas, incluindo o momento e a posição em que elas ocorriam. O objetivo era fazer cálculos matemáticos e estatísticos para descrever o desempenho dos atletas.
Segundo o pesquisador, depois de identificar os padrões de atuação da equipe, é possível aperfeiçoar a ação do time. “Depois de uma partida, nós, junto com a comissão técnica, fazemos um relatório onde se define todos os problemas da equipe durante o jogo. Os treinamentos seguintes são baseados nas tentativas de corrigir esses erros”, explica.
Se a matemática ajuda o desempenho da Ponte Preta, a tecnologia é aliada do Mogi Mirim. Denise lidera um estudo que usa aparelhos de GPS e um software especial para registrar a movimentação dos jogadores em campo, o que permite avaliar o time e sugerir mudanças estratégicas.
O aparelho é bem pequeno e fica dentro de um bolso, costurado no calção dos jogadores para não atrapalhar. “Com o GPS, podemos ter uma ideia da distância percorrida por cada jogador durante os jogos, levando em consideração a velocidade do deslocamento”, explica Denise. Ela avalia de maneira especial as ações de alta intensidade, como corridas em alta velocidade, que desgastam mais os jogadores.
Assim, é possível definir o descanso necessário para cada atleta. Por exemplo, ao saber que um jogador titular está mais cansado, o técnico precisa planejar sua recuperação de modo a preparar a equipe para os jogos futuros.
Agora, os torcedores de plantão devem estar se perguntando: os métodos funcionam mesmo Bem, os dois times foram bem colocados no Campeonato Paulista, mas não foram campeões. Será que a ciência pode ajudá-los a alcançar o título no próximo ano?
Qual das seguintes palavras está grafada no texto com letra maiúscula por motivo diferente das demais?
Quem disse que ciência e esporte não combinam? O matemático Laércio Vendite e a bióloga Denise Vaz, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, sabem que os dois combinam sim, e muito bem. Eles lideram estudos que usam a matemática e a tecnologia para melhorar o desempenho dos jogadores de dois times paulistas, Ponte Preta e Mogi Mirim.
A pesquisa de Vendite começou em 1996, quando ele resolveu usar estatísticas para avaliar a atuação da equipe da Ponte Preta – na época, esses estudos eram mais voltados para outros esportes, como vôlei e basquete. O cientista começou, então, a tomar nota de dados sobre passes, cruzamentos e outras jogadas, incluindo o momento e a posição em que elas ocorriam. O objetivo era fazer cálculos matemáticos e estatísticos para descrever o desempenho dos atletas.
Segundo o pesquisador, depois de identificar os padrões de atuação da equipe, é possível aperfeiçoar a ação do time. “Depois de uma partida, nós, junto com a comissão técnica, fazemos um relatório onde se define todos os problemas da equipe durante o jogo. Os treinamentos seguintes são baseados nas tentativas de corrigir esses erros”, explica.
Se a matemática ajuda o desempenho da Ponte Preta, a tecnologia é aliada do Mogi Mirim. Denise lidera um estudo que usa aparelhos de GPS e um software especial para registrar a movimentação dos jogadores em campo, o que permite avaliar o time e sugerir mudanças estratégicas.
O aparelho é bem pequeno e fica dentro de um bolso, costurado no calção dos jogadores para não atrapalhar. “Com o GPS, podemos ter uma ideia da distância percorrida por cada jogador durante os jogos, levando em consideração a velocidade do deslocamento”, explica Denise. Ela avalia de maneira especial as ações de alta intensidade, como corridas em alta velocidade, que desgastam mais os jogadores.
Assim, é possível definir o descanso necessário para cada atleta. Por exemplo, ao saber que um jogador titular está mais cansado, o técnico precisa planejar sua recuperação de modo a preparar a equipe para os jogos futuros.
Agora, os torcedores de plantão devem estar se perguntando: os métodos funcionam mesmo Bem, os dois times foram bem colocados no Campeonato Paulista, mas não foram campeões. Será que a ciência pode ajudá-los a alcançar o título no próximo ano?
Assinale a palavra que está com a sílaba tônica corretamente destacada.
Quem disse que ciência e esporte não combinam? O matemático Laércio Vendite e a bióloga Denise Vaz, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, sabem que os dois combinam sim, e muito bem. Eles lideram estudos que usam a matemática e a tecnologia para melhorar o desempenho dos jogadores de dois times paulistas, Ponte Preta e Mogi Mirim.
A pesquisa de Vendite começou em 1996, quando ele resolveu usar estatísticas para avaliar a atuação da equipe da Ponte Preta – na época, esses estudos eram mais voltados para outros esportes, como vôlei e basquete. O cientista começou, então, a tomar nota de dados sobre passes, cruzamentos e outras jogadas, incluindo o momento e a posição em que elas ocorriam. O objetivo era fazer cálculos matemáticos e estatísticos para descrever o desempenho dos atletas.
Segundo o pesquisador, depois de identificar os padrões de atuação da equipe, é possível aperfeiçoar a ação do time. “Depois de uma partida, nós, junto com a comissão técnica, fazemos um relatório onde se define todos os problemas da equipe durante o jogo. Os treinamentos seguintes são baseados nas tentativas de corrigir esses erros”, explica.
Se a matemática ajuda o desempenho da Ponte Preta, a tecnologia é aliada do Mogi Mirim. Denise lidera um estudo que usa aparelhos de GPS e um software especial para registrar a movimentação dos jogadores em campo, o que permite avaliar o time e sugerir mudanças estratégicas.
O aparelho é bem pequeno e fica dentro de um bolso, costurado no calção dos jogadores para não atrapalhar. “Com o GPS, podemos ter uma ideia da distância percorrida por cada jogador durante os jogos, levando em consideração a velocidade do deslocamento”, explica Denise. Ela avalia de maneira especial as ações de alta intensidade, como corridas em alta velocidade, que desgastam mais os jogadores.
Assim, é possível definir o descanso necessário para cada atleta. Por exemplo, ao saber que um jogador titular está mais cansado, o técnico precisa planejar sua recuperação de modo a preparar a equipe para os jogos futuros.
Agora, os torcedores de plantão devem estar se perguntando: os métodos funcionam mesmo Bem, os dois times foram bem colocados no Campeonato Paulista, mas não foram campeões. Será que a ciência pode ajudá-los a alcançar o título no próximo ano?
Qual das alternativas abaixo apresenta a relação correta de singular e plural?