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Há 28 anos um grupo de pessoas se reúne semanalmente na sede da ONG (organização não governamental) Anjos da Noite, em um sobrado no bairro de Artur Alvim, na Zona Leste de São Paulo. Os voluntários dedicam-se a aplacar as carências dos moradores de rua. Além de entregar cobertores e roupas, o grupo tem como principal incumbência a distribuição de refeições. Aos sábados, os colaboradores se organizam para preparar 200 quilos de comida. A distribuição de 800 marmitas tem início ao cair da noite. Anteriormente, os voluntários rodavam quatro horas pelas ruas da região central até entregar a última quentinha. Hoje, o trabalho é feito em menos de uma hora. Basta estacionar o carro, e um grupo de pessoas carentes faz fila para ganhar o alimento.
A experiência dos Anjos da Noite confirma a percepção que tem qualquer cidadão dos maiores centros urbanos brasileiros: o número de pessoas que vivem nas ruas elevou-se, e muito, nos últimos anos. As estatísticas são esporádicas e, por isso, não é fácil saber com exatidão a proporção desse crescimento.
(Giovanni Magliano. A rua como único refúgio. Veja, 6.12.2017. Adaptado)
Observe os termos destacados nas passagens:
– Os voluntários dedicam-se a aplacar as carências dos moradores de rua.
– ... o grupo tem como principal incumbência a distribuição de refeições.
– As estatísticas são esporádicas e, por isso, não é fácil saber com exatidão a proporção desse crescimento.
Esses termos podem ser substituídos, sem prejuízo de sentido e respectivamente, por:
Detentos fazem a terceira rebelião, nesta sexta-feira, 5 de janeiro deste ano, em complexo prisional. O motim começou por volta das 4h30 na Penitenciária Odenir Guimarães (POG), unidade de regime fechado do complexo, quando tiros começaram a ser ouvidos no local. Segundo a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP), o Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope), com apoio da Polícia Militar, invadiu o presídio e constatou focos de incêndio. A primeira rebelião ocorreu na última segunda-feira, 1º, quando nove presos foram assassinados e 14 ficaram feridos durante um confronto entre detentos do regime semiaberto. Os presos do prédio do Complexo Agroindustrial do Regime Semiaberto fizeram na noite de quinta-feira, 4 de janeiro, o segundo motim. Segundo a polícia, a situação foi controlada e não houve mortos ou feridos.
(Ana Paula Niederauer. Estadão. http://goo.gl/5bQrQT. 05.01.2018. Adaptado)
A rebelião apresentada ocorreu no estado