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1

457941200058351
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: História Geral e do BrasilTemas: História do Brasil | Governos Lula e Dilma
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está aplicando vultuosos investimentos financeiros nas obras do PAC. Esta sigla significa:
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2

457941201148154
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: Código de Trânsito Brasileiro (CTB)Temas: Segurança Veicular: Normas e Equipamentos Obrigatórios
Qual dos equipamentos abaixo, NÃO é obrigatório em um veículo?
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3

457941201704911
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: Código de Trânsito Brasileiro (CTB)Temas: Normas do CONTRAN
Segundo a Resolução n° 11/98 do CONTRAN, a baixa do registro de veículos é obrigatória sempre que o veículo for retirado de circulação nas seguintes possibilidades, EXCETO:
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4

457941200417292
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: Código de Trânsito Brasileiro (CTB)Temas: Normas do CONTRAN | Formação em Legislação de Trânsito
Segundo a Resolução n° 300/08 do CONTRAN, o condutor condenado por delito de trânsito para que possa voltar a dirigir, deverá ser submetido e aprovado nos seguintes exames, EXCETO:
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5

457941201381925
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: Direito AdministrativoTemas: Gestão de Serviços Públicos | Definição e Classificação de Serviços Públicos
Com relação ao serviço público, é correto afirmar que:
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6

457941201595028
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: Código de Trânsito Brasileiro (CTB)Temas: Regras Gerais de Trânsito e Comportamento
Analise a situação: dois veículos transitam em duas vias diferentes. Em um dado momento cruzam-se em local não sinalizado. Segundo o CTB, quem tem a preferência de passagem é:
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7

457941201906613
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Ciências Econômicas | Economia Doméstica
A nação brasileira foi agraciada no início do século XXI com a possibilidade de aceleração do seu desenvolvimento econômico com:
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8

457941201375560
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: Informática BásicaTemas: Processadores de Texto - Microsoft Word e LibreOffice Writer | Microsoft Word
No Microsoft Office Word, é possível aplicar formatação facilmente para dar ao seu documento uma aparência consistente. Qual o recurso da opção de menu “Formatar” que, além de exibir a relação de formatações de um documento – tanto as criadas pelo usuário como as predefinidas pelo Word – permite aplicá-las num determinado texto do documento?
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9

457941201709596
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: Direito ConstitucionalTemas: Direito de Nacionalidade
Qual destes cargos pode ser exercido por um cidadão naturalizado brasileiro?
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10

457941201418550
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: DETRAN-SE Disciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Flexão de Modo Verbal

Lei seca no trânsito


    Gosto de beber, e confesso sem o menor sentimento de culpa. Álcool, de vez em quando, em quantidade pequena, dá prazer sem fazer mal à maioria das pessoas. Aos sábados e domingos, quando estou de folga, tomo uma cachaça antes do almoço, hábito adquirido com os carcereiros da antiga Casa de Detenção. Difícil é escolher a marca, o Brasil produz variedade incrível. Tomo uma, ocasionalmente duas, jamais a terceira. Essa é a vantagem em relação às bebidas adocicadas que você bebe feito refresco, sem se dar conta das consequências. Cachaça impõe respeito, o usuário sabe com quem está lidando: exagerou, é vexame na certa.

    Cerveja, tomo de vez em quando. O primeiro gole é um bálsamo para o espírito; no calor, depois de um dia de trabalho e horas no trânsito, transporta o cidadão do inferno para o paraíso. O gole seguinte já não é igual, infelizmente. A segunda latinha decepciona, deixa até um resíduo amargo; a terceira encharca. Uísque e vodca, só tenho em casa para oferecer às visitas.

    De vinho eu gosto, mas tomo pouco, porque pesa no estômago. Além disso, meu paladar primitivo não permite reconhecer notas de baunilha ou sabores trufados; não tenho ideia do que seja uma trava sutil de tanino, nem o aroma de cassis pisado, nem o frescor de framboesas do campo. Em meu embotamento olfato-gustativo, faço coro com os que admitem apenas três comentários diante de um copo de vinho: é bom, é ruim, e bebe e não enche o saco.

    Feita essa premissa, quero deixar claro ser a favor da chamada lei seca no trânsito.

    Sejamos sensatos, leitor, tem cabimento ingerir uma droga que altera os reflexos motores, o equilíbrio e a percepção espacial de objetos em movimento e sair por aí pilotando uma máquina na qual uma pequena desatenção pode trazer consequências fúnebres?

    Ainda que você não seja ridículo a ponto de afirmar que dirige melhor quando bebe, talvez possa dizer que meia garrafa de vinho, três chopes ou uísques não interferem na sua habilidade ao volante.

    Tudo bem: vamos admitir que, no seu caso, seja verdade, que você tenha maior resistência aos efeitos neurológicos e comportamentais do álcool e que seria aprovado em qualquer teste de resposta motora.

    Imagino, entretanto, que você tenha ideia da diversidade existente entre os seres humanos. Quantas mulheres e quantos homens cada um de nós conhece para os quais uma dose basta para transtorná-los? 

    Quantos, depois de duas cervejas, choram, abraçam os companheiros de mesa e fazem declarações de amizade inquebrantável? Está certo permitir que esses, fisiologicamente mais sensíveis à ação do álcool, saiam por aí colocando em perigo a vida alheia?

    Como seria a lei, então? Deveria avaliar as aptidões metabólicas e os reflexos de cada um para selecionar quem estaria apto a dirigir alcoolizado? O DETRAN colocaria um adesivo em cada carro estabelecendo os limites de consumo de álcool para aquele motorista? Ou viria carimbado na carteira de habilitação?

    Talvez você possa estar de acordo com a argumentação dos advogados que defendem os interesses dos proprietários de bares e casas noturnas: “A nova lei atenta contra a liberdade individual”.

    Aí começo a desconfiar de sua perspicácia. Restrições à liberdade de beber num país que vende a dose de pinga a R$0,50? Há escassez de botequins nas cidades brasileiras, por acaso? Existe sociedade mais complacente com o abuso de álcool do que a nossa?

    Mas pode ser que você tenha preocupações sociais com a queda de movimento nos bares e com o desemprego no setor.

    A julgar por essa lógica, vou mais longe. Como as estatísticas dos hospitais públicos têm demonstrado nos últimos fins de semana, poderá haver desemprego também entre motoristas de ambulâncias, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, agentes funerários, operários que fabricam cadeiras de rodas, sondas urinárias e outros dispositivos para deficientes físicos.

    No ano passado, em nosso país, perderam a vida em acidentes de trânsito 17 mil pessoas. Ainda que apenas uma dessas mortes fosse evitada pela proibição de beber e dirigir, haveria justificativa plena para a criação da lei agora posta em prática.

    Não é função do Estado proteger o cidadão contra o mal que ele faz a si mesmo. Quer beber até cair na sarjeta? Pode. Quer se jogar pela janela? Quem vai impedir?

    Mas é dever inalienável do Estado protegê-lo contra o mal que terceiros possam causar a ele.

Dráuzio Varela, Folha de São Paulo, 19 de julho de 2008.

Nos trechos abaixo, as duas ocorrências do verbo ser encontram-se flexionadas, respectivamente, nos modos:


“Sejamos sensatos, leitor, tem cabimento ingerir uma droga que altera os reflexos motores...”

“Ainda que você não seja ridículo a ponto de afirmar que dirige melhor quando bebe...” 

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