Logo
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

Logoquestionei.com
  1. Início/
  2. Questões

Questões

Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!

Filtros

Disciplina
Tema
Cargo
Dificuldade
Banca
Ano
Organização

Excluir questões:

Filtrar por:

Seus filtros aparecerão aqui.

10 por página

1

457941202024388
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Legislação Federal

Todas as definições conceituais, bem como a estrutura organizacional dos Parâmetros Curriculares Nacionais, foram pautadas nos Objetivos Gerais do Ensino Fundamental que estabelecem as capacidades relativas aos aspectos cognitivo, afetivo, físico, ético e estético de atuação e de inserção social de forma a expressar a formação básica necessária para o exercício da cidadania. Analise as afirmativas abaixo e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:


( ) Os documentos das áreas têm uma estrutura comum: iniciam com a exposição da Concepção de Área para todo o ensino fundamental.

( ) Os Objetivos Gerais do Ensino Fundamental e os Objetivos Gerais de Área para o Ensino Fundamental foram formulados de modo a respeitar a diversidade social e cultural e são suficientemente amplos e abrangentes para que possam conter as especificidades locais.

( ) Os PCNs não são regras a respeito do que devem ou não fazer, mas são diretrizes que pretendem auxiliar os professores na reflexão sobre suas práticas e na elaboração do projeto educativo de sua escola.

( ) Os Critérios de Avaliação explicitam as aprendizagens fundamentais a serem realizadas em cada ciclo e se constituem em indicadores para a reorganização do processo de ensino e de aprendizagem. Vale reforçar que tais critérios não devem ser confundidos com critérios de aprovação e de reprovação de alunos.


A sequência correta é

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

2

457941200701907
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Direito Constitucional

Considera-se adolescente, para efeitos do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal n. 8.069 de 1993), a pessoa entre

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

3

457941200106432
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Farmacologia e SaúdeTemas: Legislação Farmacêutica

Em relação às políticas de saúde, correlacione a primeira coluna com a segunda:

COLUNA I

COLUNA I

I- Lei nº 8080 de 20 de setembro de 1990

( ) Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Tem como um dos principais eixos estratégicos a manutenção e a qualificação dos serviços de assistência farmacêutica nos diferentes níveis de atenção.

II- Portaria n.º 3.916 de 30 de outubro de 1998

( ) Política nacional de medicamentos. O seu propósito precípuo é o de garantir a necessária segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos, a promoção do uso racional e o acesso da população àqueles considerados essenciais.

III- Resolução nº 338 de 06 de maio de 2004

( ) Política Nacional de Promoção à saúde. Tem como principal objetivo promover a qualidade de vida e reduzir vulnerabilidade e riscos à saúde relacionados aos seus determinantes e condicionantes – modos de viver, condições de trabalho, habitação, ambiente, educação, lazer, cultura, acesso a bens e a serviços essenciais.

IV- Portaria nº 687 de 30 de março de 2006

( ) Lei Orgânica da Saúde. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços de saúde.

A sequência correta é

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

4

457941200710659
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional | Lei nº 9.394/1996 - LDBEN | Temas Pedagógicos

Os caminhos passíveis de serem percorridos em cursos de formação de professores são variados e dependem do entendimento da instituição formadora e de seus mestres sobre o que venha a ser educação básica. Quanto aos currículos que compõem a formação dos professores de educação básica, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases, NÃO se pode afirmar que

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

5

457941200181584
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual

INSTRUÇÃO: As questões de (01) a (10) devem ser respondidas com base no texto 1. Leia-o atentamente, antes de responder a elas.


Texto 1


Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos

Márcia Tiburi


[1º§] No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.

[2º§] O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.

[3º§] A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.

[4º§] Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]

[5º§] Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.

[6º§] Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.

[7º§] Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]

[8º§] A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?


Fonte: Revista Cult, disponível em:< http://revistacult.uol.com.br/home/2015/08/c onsumismo-da-linguagem-sobre-o-rebaixamento- dos-discursos/21/08/2015 >Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)

INSTRUÇÃO: Leia o texto 2, a seguir, para responder às questões (06) a (08).


Texto 2


O discurso não é a língua, embora seja com ela que se fabrique discurso e que este, num efeito de retorno, modifique-a. A língua é voltada para sua própria organização, em diversos sistemas que registram os tipos de relação que se instauram entre as formas (morfologia), suas combinações (sintaxe) e o sentido, mais ou menos estável e prototípico de que essas formas são portadoras segundo suas redes de relações (semântica). Descrever a língua é, de um modo ou de outro, descrever regras de conformidade, a serem repertoriadas em gramáticas e em dicionários.

Já o discurso está sempre voltado para outra coisa além das regras de uso da língua. Resulta da combinação das circunstâncias em que se fala ou escreve (a identidade daquele que fala e daquele a quem este se dirige, a relação de intencionalidade que os liga e as condições físicas da troca) com a maneira pela qual se fala. É, pois, a imbricação das condições extradiscursivas e das realizações intradiscursivas que produzem sentido.


CHARAUDEAU, Patrick. “Informação como discurso”. _ Discurso das mídias. Tradução Ângela S. M. Corrêa. 2ed. São Paulo: Contexto, 2012 – p. 40 (fragmento de texto adaptado).


A partir do texto 2, depreende-se que discurso é uma prática de linguagem

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

6

457941200955312
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Engenharia Civil: Construção e InfraestruturaTemas: Construção Civil | Materiais de Construção

No mercado brasileiro, há diversos tipos de cimento, formados a partir da mistura do clínquer e do gesso a outros materiais, como escórias de alto-forno, pozolanas, fíleres etc. Assim, surgiram os diversos tipos de cimentos com propriedades e características específicas para serem utilizados em diferentes situações. Citam-se:


I- Cimento Portland Comum (CP I) - São adequados para o uso em construções de concreto em geral quando não há exposição a substâncias químicas agressivas presentes no solo (sulfatos) ou em águas subterrâneas e não são exigidas propriedades especiais do cimento.

II- Cimento Portland Composto com Escória (CP II-E) - Com adição de escória granulada de alto-forno, evita que a estrutura de concreto fissure por causa da alta temperatura de reação. Também permite produzir um concreto com resistência maior do que aquele feito com o cimento Portland comum.

III- Cimento Portland de Alto-Forno (CP III) - A adição de escória de alto-forno confere maior impermeabilidade e durabilidade ao concreto, além de reduzir o calor de reação e proporcionar maior resistência química ao produto.

IV- Cimento Portland de Alta Resistência Inicial (CP V-ARI) - Usado para fabricar concretos que precisam adquirir resistência com rapidez. Com pouco mais de um dia de idade, o concreto feito com o CP

V-ARI atinge a resistência à compressão que os concretos comuns levam até quatro semanas para alcançar.


Estão corretas as afirmativas

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

7

457941201786180
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Psicologia GeralTemas: Psicologia Educacional

Toda e qualquer ação humana é sempre e necessariamente política, pessoal, social e histórica. A nossa ação (profissional), portanto, está sempre comprometida, tenhamos consciência disso ou não, com um projeto de sociedade. Desse modo, necessária se faz a reflexão crítica constante sobre a nossa atuação. Assim,

“as perguntas críticas que os psicólogos devem se formular a respeito do caráter de sua atividade e, portanto, a respeito do papel que está desempenhando na sociedade, não devem centrar-se tanto no onde, mas no a partir de quem; não tanto em como se está realizando algo, quanto em benefício de quem; e assim, não tanto sobre o tipo de atividade que se pratica (clínica, escolar, industrial, comunitária ou outra), mas sobre quais são as consequências históricas concretas que essa atividade está produzindo (MARTIN- BARÓ apud ZANELLA, 2009, p.225, 226).


Considerando-se estas questões e que a função do psicólogo não é somente técnica, analise as afirmações abaixo:


I- A prática do psicólogo baseia-se, fundamentalmente, na clínica, no psicodiagnóstico e no diagnóstico institucional.

II- A atuação focada no aluno e nas famílias deve ser prioritária, enfatizando-se o contexto e o ambiente familiar.

III- Tem como papel atuar e refletir com os indivíduos para conscientizar- se junto a eles das reais dificuldades da sua sociedade.

IV- Contribuir com a análise e com o redimensionamento das relações sociais que se estabelecem no contexto educacional.

V- O fazer psicológico, no contexto escolar, caracteriza-se como ação pautada pela indignação em relação a toda e qualquer forma de violência, como ação que se opõe aos processos de exclusão social e, nesse sentido, ao fracasso escolar.



Estão corretas as afirmativas

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

8

457941200598271
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Tipos Textuais | Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

Texto 1


Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos


                                                                                                              Márcia Tiburi


      [1º§] No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.

      [2º§] O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem. 

      [3º§] A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.

      [4º§] Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]

      [5º§] Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.

      [6º§] Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.

      [7º§] Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]

      [8º§] A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?


Fonte: Revista Cult, disponível em:

NÃO se constitui uma estratégia argumentativa utilizada no texto 1:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

9

457941201927081
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Temas Pedagógicos | Didática e Ensino-Aprendizagem

O comportamento bullying pode ser identificado em qualquer faixa etária e nível de escolaridade. Entre 3 e 4 anos de idade, podese perceber um comportamento abusivo, manipulador, dominador e, por outro lado, passivo, submisso e indefeso.


São intervenções de combate ao bullying que podem ser feitas pelo professor, exceto:

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

10

457941201305850
Ano: 2016Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Barbacena - MGDisciplina: Contabilidade Pública

Relacione os tipos de balanços exigidos pela legislação que estabelece as normas gerais para elaboração e controle dos orçamentos e dos balanços das entidades públicas com os objetivos apresentados.


1. Balanço Financeiro

( ) Demonstrar as receitas e as despesas previstas em confronto com as realizadas.

2. Balanço Orçamentário

( ) Demonstrar a situação patrimonial da entidade, evidenciando seu ativo, passivo e patrimônio líquido.

3. Balanço Patrimonial

( ) Demonstrar o déficit ou o superávit da entidade a partir das variações ativas e passivas, ocorridas no exercício.

4. Demonstração das Variações Patrimoniais

( ) Demonstrar as entradas e as saídas de numerário decorrentes das operações de tesouraria e de dívida pública.


A sequência correta é

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
..
Logoquestionei.com