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Acerca do funcionamento de compressores de ar alternativos, julgue os seguintes itens.
I A utilização de arrefecimento intermediário (intercooler) em compressores de dois estágios melhora o rendimento volumétrico, porém aumenta o trabalho requerido.
II O vapor de água presente no ar não influencia a eficiência volumétrica dos compressores.
III Em compressores de estágio simples, a sucção, a compressão e a descarga ocorrem em dois cursos do pistão.
Assinale a opção correta.
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 2 a seguir. Leia-o atentamente, antes de responder a essa questão.
TEXTO 2
O telejornalismo ainda é jornalismo?
Débora Cristine Rocha**
[1º§] Ligo a televisão e ouço o apresentador do telejornal matutino, da maior rede de televisão brasileira, dizer: “Vocês vão me ajudando aí nos nomes, que eu vou falando errado.” Ele estava se referindo a nomes de times de futebol. Como assim, vão ajudando em nomes errados? Não era para ele trazer a informação correta? Não era para ter treinado antes a locução desses nomes? Em uma hora e meia de jornal televisivo, há muitos momentos como este. Uma coisa é informalidade, tirar a sisudez da bancada clássica. Outra é trazer informação incompleta, mal apurada, justificar a falta de profissionalismo como leveza na linguagem jornalística.
[2º§] Depois de uma hora e meia, descubro que vi uma porção de piadinhas, brincadeirinhas de todo tipo, gírias que forçam a intimidade com o telespectador. E estou mal informada. Preciso recorrer a outros meios para ter o que o telejornalismo deveria ter me dado: informação de qualidade. O episódio não é isolado e não se restringe à televisão, embora obviamente nela se torne mais visível. Motivos para esse estado de coisas? [...] O jornalismo agora tem a obrigação de ser entretenimento, pois levar informação de modo sério e compenetrado está fora de moda. Pois é, nos dias de hoje, informar tem a sazonalidade da moda.
[3º§] Uma vez que é preciso prender a atenção do telespectador a todo custo, dados os índices de audiência, o método jornalístico que nos perdoe, mas precisa ser descaracterizado. Levamos dezenas de anos para construir esse método, que foi testado exaustivamente e aprovado pela imprensa mundial no decorrer do tempo, mas agora ele não nos serve mais porque o público brasileiro não quer saber de informação de qualidade. O público brasileiro quer saber de pautas leves e descompromissadas. Será mesmo? Do meu humilde ponto de vista, é subestimar demais as pessoas.
[4º§] Enfim, quando um jornalista trata o colega como ‘gatão’ no ar e torna-se rotina enviar o público ao site do programa para obter informações básicas, que deveriam ser dadas na matéria, a gente sabe que algo anda estranho. Afinal, e a confiança que o público depositou naquele veículo para receber a melhor informação? Credibilidade é um dos pilares jornalísticos. Quando este pilar é comprometido, a essência do jornalismo desmorona.
[5º§] Ah, é a concorrência com os telejornais populares. Não vamos restringir a questão. O dito telejornalismo popular explora, na verdade, algo que vai além do popular, explora o sensacionalismo. E o embate entre jornalismo e sensacionalismo é histórico, fundamental. Uma coisa é jornalismo; outra é sensacionalismo. Acontece que a busca pelo entretenimento escancarou as portas para a entrada do sensacionalismo com toda a força. Cuidado com isso porque o sensacionalismo privilegia o que é de interesse do público e não o que é de interesse público. Há diferença. [...]
[6º] [...] O jornalismo nasceu para criticar o poder, e não para desviar a atenção do público das artimanhas engendradas pelo poder. E o entretenimento na sociedade de consumo, as ciências sociais nos ensinam, tem justamente a missão de desviar o foco do que realmente interessa para o que não interessa. Em outras palavras, com este jeito despojado em excesso, o jornalismo passa a servir ao poder que ele deveria criticar, levando a sociedade à alienação: a falta de consciência de que nos fala Marx.
***Débora Cristine Rocha é jornalista, professora doutora em Comunicação e Semiótica, docente da Universidade Anhembi Morumbi e membro do grupo de pesquisa Espacc (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Fonte: Edição 884 do Observatório da Imprensa, disponível em: <http://observatoriodaimprensa.com.br/tv-em-questao/o-telejornalismo-ainda-e-jornalismo/>. Acesso em 25/09/2016. Texto adaptado.
Abuse does not always mean physical violence
Com base no texto, infere-se que:
I – O Dr. Phill explica que se criou uma cultura do
abuso, mas nem tudo é abuso. Ele afirma ainda que o
tema deve ser criteriosamente estudado.
II – O Dr. Phill explica que muitas pessoas pensam
que o abuso é apenas um golpe físico, mas o abuso
pode ser muitas coisas diferentes.
III – O texto trata de pelo menos cinco tipos de
abusos e suas características.
IV – O texto informa que a melhor maneira de
prevenir e combater os abusos é através de
denúncias e diálogos com profissionais de saúde
mental.
Estão corretos APENAS os itens:
O fator determinante para este grande interesse pelas modalidades esportivas coletivas é, justamente, o fato de ser disputado em grupos, o que reforça a necessidade humana de socialização.
Z Galvão, L Rodrigues e E Mota e Silva Esporte In: S Darido e I Rangel (Coord ) Educação física na escola: implicações para a prática pedagógica Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005 (com adaptações)
Considerando o fragmento de texto precedente, assinale a opção correta referente aos esportes coletivos.
"Um consumidor nunca escolhe um bem de consumo ou um serviço por um aspecto único, mas por um conjunto de razões."
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão Estratégica da Qualidade - Princípios, Métodos e Processos, 2º Edição, São Paulo, Editora Atlas SA, 2009. p. 27.
Este conceito é chamado de