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457941201105399
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: SEE-MGDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Fundamentos da Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Hume questiona a realidade objetiva da causalidade. Para ele, o conhecimento dessa relação não se obtém em nenhum caso pelo raciocínio a priori, mas apenas pela experiência, quando descobrimos que objetos particulares estão em conjunção uns com os outros e, por força do hábito, consideramos que diante de um objeto, sempre teremos o outro” (MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 183. Adaptado).

Segundo o texto acima, Hume considera que a causalidade não é um princípio a priori universal e necessário existente nos objetos, mas o resultado de 
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2

457941200343665
Ano: 2022Banca: IADESOrganização: SEDUC-GODisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade

A Escola de Frankfurt surgiu do Instituto de Pesquisa Social, fundado em Frankfurt no início da década de 1920. Em 1931, Max Horkheimer tornou-se diretor do instituto e, com ele, a escola se caracterizou como centro de elaboração e propagação da teoria crítica da sociedade.

-

REALE, Giovane; ANTISERI, Dario. História da Filosofia: de

Nietzsche à Escola de Frankfurt. Volume 6. São Paulo: Paulus, 2006, p.

4690, com adaptações.

-

No que concerne à Escola de Frankfurt e à teoria crítica da sociedade, assinale a alternativa correta.

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3

457941200182625
Ano: 2023Banca: FGVOrganização: SME - SPDisciplina: FilosofiaTemas: Fundamentos da Filosofia | O Sujeito na Modernidade
A Filosofia coloca desafios específicos quando se busca definir a forma de ensiná-la no Ensino Médio, quais conteúdos abordar e quais competências se espera desenvolver. Um fator a ser levado em conta, conforme preconiza o Currículo da Cidade de São Paulo, é que as disciplinas “também precisam dialogar com a realidade dos adolescentes, de forma a conectarem-se com seus interesses, necessidades e expectativas”.

Assinale a opção que descreve corretamente o modo como o ensino de Filosofia deve levar em conta o fator preconizado pelo Currículo da Cidade de São Paulo. 
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4

457941200627497
Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDUC-ALDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade

    Nietzsche chamava também os “últimos homens” de macacos-aranha saltitantes. Parecem o “rebanho” que “salta de lá para cá, há pouco amarrado em seu desejo e desalento, estacado no momento”. Hoje, os “últimos homens” de Nietzsche saltam diante da câmera. Surge um novo homem: Homo saliens — o homem saltitante. Embora pelo seu som seja parente do Homo sapiens, nele se esvaneceu completamente a virtude do discernimento e da sabedoria que caracterizava o Homo sapiens. Salta para chamar a atenção.

Byung-Chull Han. Capitalismo e impulso de morte.

A partir do texto anterior, julgue o item a seguir, acerca de aspectos da filosofia e da consciência cotidiana para Nietzsche.


No texto apresentado, Byung-Chull Han atualiza a crítica nietzscheana ao apresentar a figura do “Homo saliens”, pela qual indica a decadência humana observada no cotidiano atual.

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5

457941201316709
Ano: 2016Banca: Colégio Pedro IIOrganização: Colégio Pedro IIDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea

“Se, por outro lado, Deus não existe, não encontramos, já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. Assim, não teremos nem atrás de nós, nem na nossa frente, no reino luminoso dos valores, nenhuma justificativa e nenhuma desculpa. Estamos só, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz.”

(SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. In: MARÇAL, Jairo (org.). Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009. p.624)

Identifica-se, no texto acima, o pensamento existencialista de Sartre, segundo o qual o ser humano

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6

457941201561579
Ano: 2025Banca: VUNESPOrganização: SEDUC-SPDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade
A ciência moderna surge quando se torna mais importante salvar os fenômenos e quando a observação, a experimentação e a verificação de hipóteses tornam-se critérios decisivos, suplantando os argumentos metafísicos. Trata-se, no entanto, como quase sempre na história das ideias, de um longo processo de transição, muito mais do que de uma ruptura radical.


(Marcondes, 2010)



Segundo Danilo Marcondes (2010), um exemplo do poder da observação na modernidade é dado pela
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7

457941201925156
Ano: 2025Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Ontologia e Existência | Fundamentos da Filosofia | Tomismo e Filosofia Medieval
São Boaventura e Santo Tomás de Aquino são dois clássicos da escolástica. Leão XIII falou deles como “due olivae et duo candelabre in domo Dei Lucentia” (duas oliveiras e dois candelabros resplandecentes na casa de Deus).


REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia. 2. Ed. São Paulo: Paulus,
2005. v. 2, p. 261.


São Boaventura diferencia-se de Santo Tomás de Aquino por
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8

457941201605643
Ano: 2024Banca: Instituto ConsulplanOrganização: SEED-PRDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade
Uma hipótese ou teoria é científica apenas se for passível de ser refutada pela experiência.

(POPPER, Karl. A Lógica da Pesquisa Científica. São Paulo: Cultrix, 1975, p. 39.)


Com base na citação e no conceito de ciência, qual das alternativas a seguir melhor descreve a visão sobre a ciência segundo o autor?
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9

457941200732436
Ano: 2025Banca: FUNDATECOrganização: Prefeitura de Porto Alegre - RSDisciplina: FilosofiaTemas: Temas da Filosofia Contemporânea | O Sujeito na Modernidade
“A constituição das ciências humanas como ciências específicas consolidou-se a partir das contribuições de três correntes de pensamento, que, de meados do século XIX a meados do século XX, provocaram uma ruptura epistemológica e uma revolução científica no campo das humanidades”.

No texto acima, Marilena Chauí (2014) destaca a importância da fenomenologia, do estruturalismo e do marxismo para o desenvolvimento das ciências humanas. Diante do exposto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as correntes de pensamento às suas respectivas contribuições. 


Coluna 1


1. Fenomenologia.

2. Estruturalismo.

3. Marxismo.


Coluna 2 


( ) Por meio dessa corrente, as ciências humanas puderam compreender que as mudanças históricas não resultam de ações súbitas e espetaculares de alguns indivíduos ou grupos de indivíduos, mas de lentos processos sociais, econômicos e políticos.

( ) Essa corrente entende que o modo como cada sistema ou estrutura parcial se organiza e se relaciona com os outros define a estrutura geral e específica de uma sociedade “primitiva”, que pode, assim, ser compreendida e explicada cientificamente.

( ) Por meio dessa corrente, foi permitido às ciências humanas que criassem métodos específicos para o estudo de seus objetos, livrando-as das explicações mecânicas de causa e efeito sem que por isso tivessem de abandonar a ideia de lei científica.

( ) Essa corrente permitiu que fosse feita a diferença rigorosa entre a esfera ou região da essência “natureza” e a esfera ou região da essência “homem”. A seguir, permitiu que a esfera ou região “homem” fosse internamente diferenciada em essências diversas: o psíquico, o social, o histórico, o cultural.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
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457941200366747
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: UNESPDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Fundamentos da Filosofia | Teoria Política
Para o teórico Boaventura de Sousa Santos, o direito se submeteu à racionalidade cognitivo-instrumental da ciência moderna e tornou-se ele próprio científico. Existe a necessidade de repensarmos os direitos humanos. Boaventura nos instiga a pensar que eles possuem um caráter racional e regulador da vida humana. Esses direitos não colaboram para eliminar as assimetrias políticas, culturais, sociais e econômicas existentes, especialmente nos países periféricos. Os direitos humanos, num plano universalista e aberto a todos, não modificam as estruturas desiguais, mas ratificam a ordenação normativa para comandar uma sociedade.
(Adriano São João e João Henrique da Silva. “A historicidade dos direitos humanos”. Filosofia, ciência e vida, dezembro de 2014. Adaptado.)
De acordo com o texto, os direitos humanos são passíveis de crítica porque
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