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A Escola de Frankfurt surgiu do Instituto de Pesquisa Social, fundado em Frankfurt no início da década de 1920. Em 1931, Max Horkheimer tornou-se diretor do instituto e, com ele, a escola se caracterizou como centro de elaboração e propagação da teoria crítica da sociedade.
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REALE, Giovane; ANTISERI, Dario. História da Filosofia: de
Nietzsche à Escola de Frankfurt. Volume 6. São Paulo: Paulus, 2006, p.
4690, com adaptações.
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No que concerne à Escola de Frankfurt e à teoria crítica da sociedade, assinale a alternativa correta.
Nietzsche chamava também os “últimos homens” de macacos-aranha saltitantes. Parecem o “rebanho” que “salta de lá para cá, há pouco amarrado em seu desejo e desalento, estacado no momento”. Hoje, os “últimos homens” de Nietzsche saltam diante da câmera. Surge um novo homem: Homo saliens — o homem saltitante. Embora pelo seu som seja parente do Homo sapiens, nele se esvaneceu completamente a virtude do discernimento e da sabedoria que caracterizava o Homo sapiens. Salta para chamar a atenção.
Byung-Chull Han. Capitalismo e impulso de morte.
A partir do texto anterior, julgue o item a seguir, acerca de aspectos da filosofia e da consciência cotidiana para Nietzsche.
No texto apresentado, Byung-Chull Han atualiza a crítica
nietzscheana ao apresentar a figura do “Homo saliens”, pela
qual indica a decadência humana observada no cotidiano
atual.
“Se, por outro lado, Deus não existe, não encontramos, já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. Assim, não teremos nem atrás de nós, nem na nossa frente, no reino luminoso dos valores, nenhuma justificativa e nenhuma desculpa. Estamos só, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz.”
(SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. In: MARÇAL, Jairo (org.). Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009. p.624)
Identifica-se, no texto acima, o pensamento existencialista de Sartre, segundo o qual o ser humano
(Marcondes, 2010)