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Paciente do sexo feminino, 45 anos, com histórico de tosse seca, febre baixa e dispneia progressiva há 3 semanas. Na avaliação clínica apresenta-se taquipneica, com saturação de oxigênio de 89% em ar ambiente, ausculta pulmonar com crepitações difusas. Exames laboratoriais: hemoglobina 12 g/dL (12-16), leucócitos 12.000/mm³ (4.000-10.000), plaquetas 280.000/mm³ (150.000-400.000), PCR 100 mg/L (0-5), LDH 600 U/L (120-246), D-dímero > 5.000 ng/mL (< 500). Radiografia de tórax: opacidades alveolares bilaterais. Qual o diagnóstico mais provável para esse caso clínico?
De acordo com o caso clínico a seguir, responda às questão.
Um paciente de 38 anos, sem comorbidades, foi admitido na unidade de terapia intensiva com quadro de pneumonia viral/COVID-19 e acometimento pulmonar estimado em mais de 75%.
Após algumas horas em cateter nasal de alto fluxo, o paciente manteve hipoxemia e grande desconforto respiratório. Após a intubação e instituição de ventilação mecânica invasiva, a prioridade deve ser:
Leia o caso clínico.
Paciente de 24 anos, sexo masculino, contador, refere ter iniciado tosse seca há uma semana. Há quatro dias a tosse passou a ser produtiva com expectoração amarelada e iniciou com febre aferida, acompanhada de inapetência e calafrios. Há dois dias tem sentido dor ventilatório-dependente na base do pulmão direito. Ao exame físico, apresenta bom estado geral, taquipneia e, na base do pulmão direito: expansibilidade reduzida, frêmito toraco-vocal aumentado, macicez à percussão, murmúrio vesicular diminuído e pectoriloquia. Nega comorbidades, nega alergia a medicamentos, não apresenta fator de risco para resistência bacteriana e nunca esteve internado. Refere que fez uso de um antibiótico por via oral há 19 dias para um quadro respiratório prévio.
A hipótese diagnóstica clínica compatível com o caso e a
conduta terapêutica indicada, de acordo com a Sociedade
Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, são, respectivamente