[...] a língua não pode ser vista tão simplistamente,
como uma questão, apenas, de certo e errado, ou
como um conjunto de palavras que pertencem a
determinada classe e que se juntam para formar
frases, à volta de um sujeito e de um predicado. A
língua é mais que isso tudo. É parte de nós mesmos,
de nossa identidade cultural, histórica, social.
ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um
ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo:
Parábola, 2007.