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“O problema da constituição dos Estados nacionais latino-americanos era o problema da hibridez de sua matriz econômico-social; a convivência de variadas relações sociais de produção, que iam desde o escravismo até o capitalismo, passando por diversos modos de servidão, colocava a questão de qual modo de produção sairia vitorioso e dominante.”
(Wasserman, 2000, p. 205.)
No contexto da formação dos Estados nacionais da América Latina, de uma maneira geral, percebe-se que:
A respeito da crise da monarquia espanhola e dos processos de independência na América, julgue (C ou E) o item a seguir.
As chamadas Abdicações de Bayona constituem um
momento decisivo de crise da monarquia espanhola. O
estabelecimento da nova dinastia deflagrou reações
contrárias à ocupação francesa tanto na Europa quanto na
América. Os setores liberais organizaram-se na forma de
juntas provinciais que formaram a Junta Suprema e
Governativa, em Sevilha, ao passo que os reformistas e
legitimistas optaram por aderir a um Conselho de Regência.
Entre fins do século XVIII e as primeiras décadas do século seguinte, a maior parte das colônias americanas conquistou sua independência. Em geral, malgrado a singularidade de cada colônia, essas emancipações enquadraram-se no contexto mais amplo de crise do Antigo Regime europeu e, sobretudo em relação às colônias ibéricas, também refletem o quadro histórico suscitado pela Era Napoleônica. Com relação ao processo de independência nas Américas, julgue (C ou E) o item a seguir.
Na América Hispânica, o processo de independência foi
liderado pela elite mineradora, em reação ao imposto da Coroa
de 20% sobre a produção de metais preciosos.
Os movimentos de independência que ocorreram na América Latina, durante a primeira metade do século XIX,