Surgindo de uma necessidade do estado, o
Movimento Ginástico Europeu reformulou a sociedade
europeia, difundindo preceitos higienistas,
nacionalistas, pedagógicos e morais por meio da
prática da Ginástica. No que se refere ao processo de
difusão do movimento ginástico, é correto afirmar
que
Julgue as seguintes afirmativas sobre a evolução da Educação Física:
I. No Brasil, especificamente nas quatro primeiras décadas do século XX, foi marcante no sistema educacional a influência dos Métodos Ginásticos e da Instituição Militar.
II. Após a Segunda Guerra Mundial, que coincide com o fim da ditadura do Estado Novo no Brasil, surgem outras tendências disputando a supremacia no interior da instituição escolar.
III. Nas décadas de 70 e 80 surgem movimentos "renovadores" na educação física. Entre eles destacam-se a "Psicomotricidade" com variantes como a “Psicocinética" de Jean Le Boulch (1978), que se apresentam como contestação à educação física por considerá-la ligada a uma concepção dualista de homem.
“Abordagem pedagógica que se fundamenta no Marxismo e se prima pela busca da justiça social. Tem como eixo norteador a problematização dos aspectos que perpassam os conteúdos nas aulas de educação física escolar no sentido de atingir um nível de criticidade nos alunos.” Esses pressupostos se referem à qual abordagem pedagógica da educação física escolar?
No início do século XIX, o Brasil fez com que a Educação
Física passasse a ter um caráter de instituição militar,
adotando um caráter higienista, criando forte vínculo na
construção de sua identidade como área de
conhecimento.
A tendência pedagógica da educação física escolar, denominada crítico-superadora, busca
uma reflexão pedagógica ampliada voltada para as camadas populares, possuindo como eixos
centrais a constatação, interpretação, compreensão e explicação da realidade social complexa e,
ao mesmo tempo, contraditória. Para que tal tendência pedagógica se configure no espaço
escolar, a literatura pertinente ao tema indica a necessidade de a dinâmica curricular ser
organizada em quatro ciclos de escolarização, sendo eles os ciclos de
A História da Educação Física é marcada por diferentes
concepções e influências, desde as práticas corporais nas
civilizações antigas até sua institucionalização como
disciplina escolar. No Brasil, a Educação Física passou por
várias fases, refletindo as mudanças sociais, culturais e
políticas do País.
Durante o período do Estado Novo (1937-1945), a Educação
Física no Brasil foi fortemente influenciada por políticas de
controle social e de valorização do corpo como instrumento de
fortalecimento do Estado. Essa fase da história foi marcada pela
introdução do modelo __________, que tinha como um de seus
objetivos __________.
Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente
as lacunas.
Alexander Verkhoshansky, na década de 80, nos Estados
Unidos, foi o introdutor do treinamento conhecido como
treinamento complexo. Sobre este método, assinale a
alternativa INCORRETA.
A coordenação global diz respeito à atividade dos grandes músculos. Depende da capacidade de equilíbrio postural do indivíduo. Este equilíbrio está subordinado às sensações proprioceptivas cinestésicas e labirínticas. (Oliveira, 2001)
PORQUE
Através da movimentação e da experimentação, o indivíduo procura seu eixo corporal, vai se adaptando e buscando um equilíbrio cada vez melhor. (Oliveira, 2001)
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
“4,3 milhões de estudantes não-brancos da
rede pública – pretos, pardos e os indígenas–
ficaram sem atividades escolares durante a
pandemia, quase três vezes mais que os 1,5
milhões de estudantes brancos sem atividades.
Uma das razões é que, no Brasil, 39% dos
estudantes de escolas públicas não têm
computador, enquanto 91% dos estudantes de
escolas particulares possuem computador.”
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo.
Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e
inesperada para os habitantes do planeta,
delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que
afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos
confrontou com o desconhecido. No entanto, com
seu ineditismo, a pandemia acabou por
exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a
problemas e opressões estruturais em escalas
mundial e nacional bastante conhecidos, há
muito, problemas que ao longo da história não
foram objeto de políticas públicas de
enfrentamento para sua superação – o racismo e
suas nefastas consequências para todas as vidas
humanas; a iníqua distribuição de renda; a
desigualdade de acesso aos bens da educação,
da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia
trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da
Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no
improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar
fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA,
Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza.
(organizadores).
Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói :
Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os
persistentes problemas sociais brasileiros,
Taffarel (2022) reflete que: