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Leia o texto a seguir.
Arábia Saudita suspende peregrinação a Meca por vírus
Medida é para prevenir e eliminar propagação da doença
A Arábia Saudita suspendeu temporariamente a entrada de peregrinos que visitam a Meca - um dos locais sagrados para o islamismo - "para impedir a chegada do novo coronavírus (Covid-19) e sua difusão", anunciou o Ministério das Relações Exteriores do país nesta quinta-feira (27).
As autoridades sauditas publicaram uma lista de medidas para "prevenir e eliminar" a expansão do novo coronavírus, que inclui a "suspensão temporária da entrada no reino para os propósitos da umra", uma peregrinação a Meca que pode ser realizada em qualquer época do ano, ao contrário do Haj, que só pode ser feito em datas específicas do calendário lunar islâmico. O governo saudita ainda informou que também proibiu a entrada no país de visitantes com vistos de turistas de nações onde a doença já se espalhou.
"Esses procedimentos são temporários e estão sujeitos a avaliação contínua pelas autoridades competentes", acrescentou o governo. Até o momento, a Arábia Saudita não registrou nenhum caso de coronavírus no país, apesar de alguns de seus cidadãos que vivem em outras nações terem testado positivo para a doença.
(Disponível em: https://istoe.com.br/arabia-saudita-suspende-peregrinacao-a-meca-por-virus/. Acesso em: 1
mar. de 2020, com adaptações).
Com respeito às características do gênero
notícia presentes no texto, assinale a alternativa
correta.
Assinale a alternativa correta:
Para Lev Vigotski (1979), as habilidades cognitivas e as formas de estruturar o pensamento do indivíduo:
O chapisco é a primeira parte do esquema de revestimento cimentício convencional. E a camada considerada como o preparo da base e tem como foco uniformizar a superfície no que diz respeito à absorção e aprimorar a aderência do revestimento. Para o método convencional, utilizando o traço 1:3 e a espessura = 5mm, segundo a TCPO (Tabela de Composições e Preços para Orçamento), para 1 m2 de camada de chapisco, são notórias as seguintes composições unitárias:
Insumos | Unid. | Consumo |
Pedreiro | h | 0,10 |
Servente | h | 0,20 |
Areia lavada tipo média | m3 | 0,01 |
Cimento Portland CP II - E-32 (resistência 32MPa) | kg | 2,80 |
Preços de materiais e mão de obra:
Se o valor unitário do referido chapisco é de R$ 32,50/m2 e o percentual correspondente aos Benefícios e Despesas Indiretas (BDI) foi de 30%, o percentual relativo aos Encargos Sociais considerado pelo orçamentista foi de:
A miscigenação brasileira é tão antiga quanto o Brasil. Começou na primeira geração de colonizadores portugueses, muitos dos quais se casavam com índias e adotavam modos tupi. Em meio à brutalidade da escravidão, ex-escravos africanos e filhos livres deles também se casaram com brancos e brancas, gerando uma população majoritariamente mestiça. José Bonifácio, o Patriarca da Independência e defensor da Abolição, já enxergava o casamento inter-racial como uma das grandes forças culturais da nova nação que ele ajudava a fundar. Você, que está lendo este texto, provavelmente tem um pouco dessas três origens (e de outras) no seu DNA.
Na cultura, algo similar acontece. [...] A cultura oficial por muito tempo pretendeu ser europeia, embora contasse com expoentes mestiços e negros (como Padre Vieira, o poeta simbolista Cruz e Souza, Machado de Assis). Com o modernismo, hoje centenário, o valor da miscigenação finalmente entrou em nossa consciência, para não sair mais dela.
Dito isso, não existe racismo no Brasil, então? Claro que existe. E muito. Mesmo assim, as últimas décadas foram palco de um fenômeno positivo, que é a revalorização da nossa matriz africana e a afirmação da beleza negra e mestiça [...]. Essa beleza nunca deixou de ser notada, por exemplo, na música popular, mas era inferiorizada em grande parte da cultura e das relações humanas.
Ao trazermos para cá a militância americana, apagamos a mestiçagem brasileira como realidade social e como valor. Em vez de abraçar o que é brasileiro e livremente usado por pessoas de todas as cores e credos, essa militância reforça justamente aquilo que deveria ser combatido: a segregação.
(FONSECA, Joel Pinheiro da. A receita brasileira para um
futuro livre de racismo. Superinteressante, São Paulo: Editora
Abril, abr. 2017. p. 10-11. Fragmento com adaptações).