O protocolo de gencitabina com capecitabina, utilizado no estudo ESPAC-4, apesar de ter sido superior em termos de sobrevida global, não foi adotado como padrão devido à inclusão, neste estudo, de participantes submetidos à cirurgia R1 (margens de ressecção positivas, que estavam presentes em 60% dos pacientes) e às toxicidades graves relacionadas ao tratamento, em especial neutropenia, diarreia e síndrome mão-pé.