Um paciente de 45 anos de idade foi vítima
de acidente automobilístico de alto impacto, tendo
apresentado traumatismo cranioencefálico. Durante o
transporte realizado pelo SAMU, ele apresentou uma nítida
piora do nível de consciência. O paciente deu entrada
no pronto‑socorro inconsciente e foi avaliado com oito
pontos na escala de coma de Glasgow. Os sinais vitais
mostravam pressão arterial de 160/100 mmHg e frequência
cardíaca de 55 batimentos por minuto. Ao exame de
tomografia computadorizada cranioencefálica, havia
edema cerebral difuso e sinais de desvio da linha mediana.
Após intubação orotraqueal, foi solicitado ao plantonista
intervenção de medidas urgentes no sentido de controlar
a pressão intracraniana, enquanto aguardava a chegada
do neurocirurgião.
Com base nessa situação hipotética, no manejo inicial da
pressão intracraniana, é recomendado