O governo brasileiro precisa enviar um especialista para representar o país em uma
conferência internacional sobre mudanças climáticas. Para isso, contrata temporariamente um
profissional altamente qualificado, sem vínculo permanente com a administração pública, apenas para
desempenhar essa função específica durante o evento. À luz da teoria do Direito Administrativo e dos
agentes públicos, esse profissional, ao atuar em nome do governo de maneira temporária e sem
vínculo estatutário, é considerado um: