Carla, uma mulher de 46 anos, enfrenta os desafios da Doença de Crohn há algum tempo. As dores abdominais e os
episódios frequentes de diarreia têm impactado a sua qualidade de vida e, apesar dos esforços para controlar a doença,
ela se mantém ativa. Agora, uma nova esperança surge: a possibilidade de iniciar a terapia com anti-TNF, um tratamento
promissor para casos como o dela.
Antes de iniciar a terapia, o médico, atencioso e responsável, realiza uma avaliação completa de Carla. Ela nega febre,
sudorese noturna e sintomas respiratórios, mas relata dores abdominais difusas e diarreia crônica (cerca de 6 vezes ao
dia) nos últimos 40 dias. O exame físico revela ruídos hidroaéreos aumentados e dor abdominal difusa à palpação, sem
sinais de irritação peritoneal. A radiografia de tórax não apresenta alterações, mas o teste IGRA (que detecta a infecção
latente por tuberculose) é positivo.
Diante desse cenário, qual o tratamento mais adequado para Carla, antes de iniciar a terapia com anti-TNF?