Carlos e Marina casaram-se em 2020 sem lavrarem pacto
antenupcial.
Carlos, em 2023, adquiriu um imóvel em seu nome exclusivo. Mas,
ao tentar vendê-lo, o tabelião de notas exigiu a outorga de Marina.
Carlos se opôs, argumentando que o bem era apenas dele por
estar registrado exclusivamente em seu nome. Marina, por sua
vez, sustentou que o bem foi adquirido durante o casamento e
que, portanto, faz parte do patrimônio comum.
Diante da situação apresentada e com base no Código Civil
brasileiro, assinale a afirmativa correta.