Qualquer política que vise reforçar o papel da família na
provisão social tem que considerar as novas estruturas
familiares, compreendidas como síntese de múltiplas
determinações sócio-históricas, econômicas e culturais.
Deve considerar também os reflexos que as famílias sofrem em razão das contradições da sociedade capitalista
e das imposições do neoliberalismo às políticas públicas
estatais. No que se refere à intervenção profissional, é
estratégico evidenciar a ideologia que fundamenta essa
política, bem como as possibilidades de contribuição do
grupo familiar. Nessa perspectiva, a revalorização da família na política de assistência social pode significar a