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Em relação à questão de neutralidade do tradutor/intérprete da líng...

Esta questão foi aplicada no ano de 2016 pela banca IF-PI no concurso para IF-PI. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), especificamente sobre Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais, Educação de Surdos, Funções e Responsabilidades do Tradutor-Intérprete.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

📅 2016🏢 IF-PI🎯 IF-PI📚 Linguagem Brasileira de Sinais (Libras)
#Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais#Educação de Surdos#Funções e Responsabilidades do Tradutor-Intérprete

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457941201881487
Ano: 2016Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Linguagem Brasileira de Sinais (Libras)Temas: Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais | Educação de Surdos | Funções e Responsabilidades do Tradutor-Intérprete

Em relação à questão de neutralidade do tradutor/intérprete da língua de sinais, tendo como base os modelos propostos por Emeli Leite, (2004) citado por Marques, (2012) em Os papéis do intérprete de Libras na sala de aula inclusiva, marque (V) para VERDADEIRO ou (F) para FALSO.


( ) No “modelo ajudador”, adota-se uma postura assistencialista, caritativa, que surgiu antes que a interpretação fosse encarada como profissão. Nessa época, a maioria dos intérpretes eram amigos, professores, religiosos ou familiares de pessoas surdas.

( ) No “modelo ajudador”, os intérpretes não possuíam uma formação especifica e utilizavam a interpretação simultânea, para resumir ou modificar o que julgava estar além da compreensão das pessoas surdas.

( ) No “modelo de condutor”, o intérprete é visto como máquina; o intérprete teria que ser como um telefone, apenas “passando” a informação de um lado para o outro, sem se envolver e sem manifestar sua subjetividade

( ) No “modelo de condutor”, os intérpretes queriam um tratamento mais profissional e se achavam na obrigação de serem invisíveis, neutros e distantes.

( ) No “modelo de especialista bilíngue e bicultural”, a cultura das partes envolvidas no processo comunicativo não é levada em consideração e também encarada como relevante a situação ou o contexto em que esse processo se dá.

( ) No “modelo de especialista bilíngue e bicultural”, o intérprete deveria “ser assistencial, também, com os ouvintes”. E o grande perigo seria esse sujeito tentar acumular “funções na tentativa de ser especialista em tudo, além de tradução: pedagogia, antropologia, sociologia, psicologia etc”.


Assinale a assertiva que apresenta a sequência CORRETA.

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