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O professor precisa dedicar mais energia e atenção aos alunos com mais dificuldades de aprendizagem. Assim se faz uma pedagogia diferenciada, que ajuda a desenvolver métodos para que a aprendizagem aconteça para todos os alunos. "Cinquenta alunos de uma mesma turma não aprendem da mesma forma. Isso depende de condições sociais, biológicas e psicológicas. Eu não diria que é possível você detectar todas as diferenças, mas a partir da formação e do estudo é possível entender novas formas e utilizar diferentes recursos para ensinar", defende Karina.
Para que essa transformação realmente aconteça e as habilidades dos alunos comecem a ser enxergadas separadamente, Perrenoud indica que o educador deve ser detentor de uma série de competências trabalhadas desde o início da sua formação. "Nós precisamos de uma formação de professores que discuta o processo de ensino e aprendizagem profundamente, uma formação de um indivíduo que seja capaz de pensar, construir e desconstruir práticas a partir da teoria que aprendeu", indica Karina, da USP.
Fonte: Philippe Perrenoud e as novas competências do ensino. Disponível em:https://www.institutoclaro.org.br/educacao/nossa s-novidades/reportagens/philippe-perrenoud-e-as-novas-competenciasdo-ensino/.
Dentre as novas competências que podem ser requeridas para o ensino, algumas estão descritas abaixo, EXCETO.