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A direção a ser seguida, no que se refere à formação do professor na educação infantil, não deve ser no sentido de reforçar a função de “auleiro”, mas a de produtor de processos de ensino-aprendizagem que, gradativamente e com o apoio da tecnologia, permitam ao professor poder reduzir o tempo destinado a ações mecânicas e repetitivas, para poder se dedicar mais à reflexão, à construção de conhecimento e novas tecnologias, à melhor articulação entre os diversos componentes curriculares, à capacitação permanente e à melhor relação com a sociedade, com a qual deve estar comprometido.
Sobre o trecho acima: