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Os artistas brasileiros do século XIX estavam impregnados pelo espírito do Academismo, que se queria universal. Ou seja, a afirmação nacional passava pelo domínio dos segredos da academia e esta seria, para eles, a única maneira de se colocarem entre as nações “cultas” e “civilizadas”. Foi necessária a vinda de um estrangeiro, para que alguns dos artistas brasileiros se liberassem da paleta esquemática da academia e passassem a perceber a cor tropical. Esse estrangeiro era o