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O currículo construído coletivamente pelos membros da escola e trabalhado em sala é “enriquecido”, implicitamente de diferentes formas: pela ideologia dos grupos, por concepções valorativas, por fatos relevantes vivenciados na instituição, por momentos específicos vividos pela comunidade. Essas situações contribuem significativamente para a manutenção ou não da hegemonia no desenvolvimento do currículo. Além disso, a cultura vivida por alunos e por professores em suas vidas cotidianas, fora da escola, ultrapassa as propostas do currículo real, elaborado, e se desloca para um outro, um currículo que considera e valoriza a experiência real das pessoas envolvidas. Esse outro currículo pode ser chamado de: