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Para Delk, Leidolf, Jones e Jordan (In Barcellos, 1999 pp 63-69) “ não se pode discutir o tratamento do abuso de drogas dos pacientes ou o papel da ambivalência na terapia sem também discutir a natureza da resistência e maneiras de ultrapassá-la (...). Existe uma certa segurança em não mudar, em ser e fazer o que nós já sabemos. (...) A nossa tarefa, enquanto musicoterapeutas, é diminuir a atração pela segurança e aumentar a atração pelo crescimento.”
Uma forma de fazer isso, segundo os autores, é através da: